21/04/2021
Take bruto do timelapse usado no filme da nova sede da Ecopetrol (acelerado 9000%).
Eu havia chegado às 5h da manhã para essa gravação, pois estava no briefing o registro do nascer do sol na frente do prédio, que f**a virado para o Pão de Açúcar. Fiquei o dia inteiro filmando e fotografando o escritório, sem ajudante, na guerrilha mesmo.
Já estava anoitecendo, eu estava cansado, com fome e louco para ir embora pra casa mas enquanto guardava o meu equipamento, deixei a câmera registrando mais um timelapse, agora com o pôr do sol nos fundos edifício, virado para o Cristo Redentor.
Fiquei mais 30 minutos esperando por esse take extra, tempo que eu já poderia estar em casa.
Esse take “não foi pago”, já que não estava no briefing. A “minha hora” já tinha acabado. A forma como captei o timelapse “foi incorreta” (por vídeo e não por foto, pois não estava com o equipamento correto no dia).
Mesmo assim, fiz o registro. Sabe por quê? Essas frases não combinam com a minha forma de trabalhar. Não tenho hora de chegar ou sair. Não tenho o pago ou não pago. Tenho uma entrega para fazer e “o meu sangue, trabalho, lágrimas e suor para oferecer“ (W. Churchill).
Gooo work!