SELBR O SELBR, é uma empresa, responsável por tangibilizar a confiabilidade dos prestadores de serviços

O grupo SELBR tem sua origem respaldada em um histórico de excelência em gestão, pesquisa e inovação que vem sendo construído há quase três décadas, mais especificamente, em 1990, quando o Instituto Pragmática de Governança Corporativa surgiu atuando em todo Brasil. Deste então, sua história vem sendo pontuada por atitudes pioneiras, que ao longo destes anos têm contribuído para a melhoria da gest

ão, qualidade e eficiência de muitas empresas em todo o território nacional potencializando seus resultados. O SELBR, serviços de excelência no Brasil, nasceu da necessidade encontrada por diversas empresas, sejam elas fornecedoras ou compradoras, em garantir que as informações divulgadas em sites, propostas e publicidade são verdadeiras. Através da validação das informações e da graduação das empresas por meio de selos de excelência, o SELBR visa autenticar e garantir a qualidade e entrega dos serviços, produtos e projetos de empresas e profissionais liberais diferenciados no mercado que prezam pela qualidade do serviço e cumprimento das propostas. O SELBR tangibiliza serviços, produtos e projetos para garantir as empresas contratantes de que os serviços acordados sejam, de fato, entregues conforme o requerido.
É comum da prática do mercado, empresas prestadoras de serviços reduzirem o valor durante uma negociação. Todavia, elas alteram, também, os recursos envolvidos e o escopo vendido. Os selos do SELBR, além da garantia da entrega do serviço, também valorizam empresas e profissionais que investem em conhecimento, equipe qualificada, obrigações tributárias em dia, capacidade financeira e são comparados, na hora da apresentação da proposta, a profissionais e empresas sem qualificação e garantia da entrega dos serviços, produtos e projetos contratados.

05/03/2016
15/09/2015

Auditor e consultor de empresas desde 1970, graduado em Ciências Contábeis pela PUC de São Paulo. Brasileiro, nascido em 30 de março de 1949. Em 1983, fundou...

07/09/2015

Max Gehringer começou sua carreira como office-boy na antiga fábrica da Cica em Jundiaí. Graduou-se em Administração de Empresas. Nascido em Jundiaí em 1949,...

04/09/2015

Consultor e Conselheiro de empresas e organizações nacionais e internacionais desde 1984, através da Anthropos Consulting, tendo prestado serviços a dezenas ...

03/09/2015

Gustavo H.B. Franco é bacharel e mestre em economia pela PUC do Rio de Janeiro e Ph.D (1986) pela Harvard University. É estrategista-chefe da Rio Bravo e pre...

https://www.youtube.com/watch?v=hYJo9cm1DF8
02/09/2015

https://www.youtube.com/watch?v=hYJo9cm1DF8

Formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UNB). Exerce a profissão de jornalista há 30 anos em diversos órgãos de comunicação do Brasil, seja em j...

Assista a entrevista de Marcelo Barboza para o programa Empreendedor Max que foi ao ar dia 20/08/2015.Os temas abordados...
30/08/2015

Assista a entrevista de Marcelo Barboza para o programa Empreendedor Max que foi ao ar dia 20/08/2015.
Os temas abordados na entrevista foram:
1- Desafio dos empresários com a redução de margem e aumento da concorrência;
2- Sucessão;
3- Gestão;
4- BNDS;

https://www.youtube.com/watch?v=3DTsYn2ks_Q&feature=youtu.be

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O Procon Estadual e a 40ª DP (Honório Gurgel) encontraram mais de uma tonelada e 300kg de alimentos impróprios para o co...
12/06/2015

O Procon Estadual e a 40ª DP (Honório Gurgel) encontraram mais de uma tonelada e 300kg de alimentos impróprios para o consumo no supermercado Extra, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. O estabelecimento localizado na Avenida dos Italianos 450 havia sido alvo de denúncias, e uma tonelada e 15 quilos de linguiças estavam em um depósito repleto de baratas. O mercado não apresentou o certificado do Corpo de Bombeiros e tem 48h para levá-lo à sede do Procon Estadual. Caso contrário, será interditado.

O gerente do mercado foi levado para a 40ª DP para prestar depoimento e responderá a um inquérito, em liberdade, sobre a situação. O Extra de Rocha Miranda já é alvo de outros inquéritos sobre irregularidades. O certificado de potabilidade da água do estabelecimento havia vencido em 28 de fevereiro deste ano e o certificado de detetização, em abril.
Na fiscalização de quinta-feira, os fiscais também constataram a ausência do Livro de Reclamações, um documento exigido pelo Procon Estadual, e flagraram 357kg e 14g de bacalhau fora das regras de armazenagem, 2kg e 100g de salsicha fora do prazo de validade, 800g de uva passa com a embalagem violada e 6kg de margarina fora da especificação.
Além disso, havia divergência de preço de um iogurte, que era anunciado por R$ 7,49 na gôndola, mas custava R$ 9,99 ao passar no caixa.
Procurado, o Extra afirmou que "trabalha de acordo com as normas exigidas pelos órgãos reguladores e informa que realiza dedetizações sistemáticas em suas unidades. Os fatos apontados pelos responsáveis técnicos estão em total desacordo com o padrão operacional exigido pela empresa que esclarece ja ter tomado todas as medidas necessárias de correção e para que o fato não volte a ocorrer".

Fonte:extra.globo.com
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Outros R$ 1,5 milhão foram repassados pela Camargo Corrêa a empresa de palestra do ex-presidenteSÃO PAULO - A Polícia Fe...
10/06/2015

Outros R$ 1,5 milhão foram repassados pela Camargo Corrêa a empresa de palestra do ex-presidente

SÃO PAULO - A Polícia Federal identificou o pagamento de R$ 3 milhões ao Instituto Lula e outros R$ 1,5 milhão a LILS Palestras Eventos e Publicidade, empresa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela construtora Camargo Corrêa. É a primeira vez que as investigações encontram um elo entre uma das empresas investigadas por corrupção na Petrobras com o ex-presidente. Os pagamentos estão identificados no balanço interno da empreiteira como "Contribuições e Doações" e "Bônus Eleitorais".

Os pagamentos foram anexados ao inquérito que apura a participação da empresa e de seus executivos no esquema de corrupção. De acordo como o laudo, entre 2011 e 2013, a Camargo Corrêa pagou três parcelas de R$ 1 milhão cada ao Instituto Lula. O documento não explica os motivos do pagamento. Em 2012, o pagamento foi registrado com a rubrica de “Bônus Eleitorais”.

No mesmo período, a construtora informou à Receita Federal que pagou R$ 1,5 milhão a LILS Palestras, Eventos e Publicidade. A empresa foi criada pelo ex-presidente após a sua saída do Planalto e era responsável pelo contratos de palestras e eventos feitos por Lula no Brasil e no exterior.

A Polícia Federal analisou as movimentações de “cunho político” da Camargo Corrêa entre 2008 e 2013. O documento relata ainda todas as doações legais feitas pela empresa a campanhas eleitorais de diversos partidos, entre eles o PT, PMDB, PP e PSDB. O documento mostra que a construtora repassou R$ 183 milhões a políticos.

EMPRESA DE DIRCEU

Os investigadores encontraram também o pagamento a três empresas de consultoria investigadas na Lava-Jato. Entre elas, a JD Consultoria, do ex-ministro da Casa Civíl José Dirceu (PT). A empresa recebeu R$ 900 mil da Camargo Corrêa. A empreiteira pagou também R$ 3,5 milhões a empresa de Pedro Paulo Leoni Ramos. O político foi ministro no governo Collor é um dos investigados na Lava-Jato suspeito de intermediar o pagamento de propina ao senador alagoano. A Camargo pagou também para Costa Global, do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Em resposta ao GLOBO, o Instituto Lula informou que a empreiteira Camargo Correa apoia publicamente as atividades da organização e que os valores "foram doados para o Instituto Lula para a manutenção e desenvolvimentos de atividades institucionais, conforme objeto social do seu estatuto, que estabelece, entre outras finalidades, o estudo e compartilhamento de políticas públicas dedicadas à erradicação da pobreza e da fome no mundo."

Quanto aos pagamentos à LILS, a assessoria do ex-presidente informa que são referentes à remuneração por quatro palestras feitas por Lula. Sobre o nome da rubrica ("doações, contribuições e bônus eleitorais") em que tais pagamentos se inserem na contabilidade da Camargo Correa, a nota diz que "deve ser algum equívoco". "O Instituto Lula não prestou nenhum serviço eleitoral, tampouco emite bônus eleitorais, o que é uma prerrogativa de partidos políticos". A assessoria nega que os pagamentos tenham qualquer relação com contratos da Petrobras e ressalta que "essas doações e pagamentos foram devidamente contabilizados, declarados e recolhidos os impostos devidos."

A Camargo Corrêa afirmou em nota que as contribuições ao Instituto Lula referem-se a apoio institucional e ao patrocínio de palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no exterior.

A defesa do ex-ministro José Dirceu informou que já prestou esclarecimentos sobre os serviços prestados pela JD Consultoria a empresas investigadas pela Lava-Jato.

Fonte:oglobo.globo.com
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Conselheiros entenderam que é injusto usuários pagarem pelos R$ 0,131 referentes aos custos com gratuidadesRIO — O Tribu...
03/06/2015

Conselheiros entenderam que é injusto usuários pagarem pelos R$ 0,131 referentes aos custos com gratuidades

RIO — O Tribunal de Contas do Município (TCM) determinou nesta terça-feira que o prefeito Eduardo Paes reduza em R$ 0,131 o valor das tarifas dos ônibus municipais, atualmente em R$ 3,40. O plenário do TCM entendeu que é “socialmente injusto” que os usuários que pagam regularmente para viajar nos ônibus tenham que arcar com um valor maior para subsidiar as gratuidades dos estudantes da rede pública de ensino — que correspondem aos R$ 0,131 na planilha que serve de base para o reajuste anual das passagens. Não há prazo para a medida entrar em vigor, porque o prefeito ainda pode recorrer da decisão. Caso a determinação seja acatada, o valor final da tarifa pode cair até 15 centavos, chegando a R$ 3,25, porque o município costuma arredondar valores.

Paes preferiu não se pronunciar nesta terça-feira por ainda não ter sido informado da decisão pelo TCM. Ele ainda vai analisar o acórdão com a Procuradoria Geral do Município (PGM) e tem 30 dias para recorrer da decisão da corte. O sindicato das empresas (Rio Ônibus) também não quis se pronunciar, pois prefere aguardar o posicionamento da prefeitura.

TCM VOLTA ATRÁS EM DECISÃO

A prática de transferir para o usuário o custo do subsídio dos estudantes foi adotada pela primeira vez no reajuste deste ano, quando as passagens subiram de R$ 3,00 para R$ 3,40 em 3 de janeiro. Na ocasião, a tarifa foi arredondada, mas para cima, já que o valor estimado era de R$ 3,376. Na ocasião do reajuste, o prefeito argumentou que seguia orientação do TCM, que reiteradas vezes questionou o emprego de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), repassado à secretaria municipal de Educação. Em dezembro do ano passado, porém, o TCM mudou de opinião e aceitou os argumentos do prefeito de que não haveria irregularidades no repasse do FNDE. Mas a Secretaria municipal de Transportes já tinha feito os cálculos do valor da tarifa para 2015.

Na nova interpretação do TCM, o ressarcimento pelo transporte dos estudantes da rede pública deve ser feito com verbas do FNDE.

— A verba do FNDE vem do recolhimento de tributos federais. Ou seja: o repasse vem da contribuição de toda a população a partir do pagamento de impostos. Nós, conselheiros, não pegamos ônibus. O problema desse modelo adotado atualmente é que quem arca com as gratuidades é somente aqueles que dependem dos ônibus. Isso é socialmente injusto — argumentou o conselheiro Ivan Moreira, que relatou o processo.

A prefeitura começou a ressarcir as gratuidades logo após a licitação realizada em 2010, quando as empresas se reuniram em consórcios para operar o sistema. Apenas em 2012 e 2013, foram repassados cerca de R$ 110 milhões. Em público, a prefeitura alegou inicialmente que a verba seria usada para pagar um sistema de controle de frequência contratado junto ao Rio Ônibus. Mas o real motivo do emprego das verbas (ressarcimento das gratuidades) foi revelado em uma série de reportagens do GLOBO.

Em correspondência enviada ao TCM em agosto de 2013, o prefeito chegou a afirmar que o repasse (da gratuidade) para a tarifa “parece o mais injusto possível, seja porque os usuários do serviço (normalmente os mais necessitados), são os únicos a contribuir (e arcar) com essa gratuidade, seja porque se trata de uma obrigação-dever (sic) do Poder Público (ou seja, de toda a sociedade)”, escreveu. A carta consta de documentos de uma auditoria especial ainda em andamento no TCM que, desde 2013, investiga os contratos e os custos operacionais das empresas de ônibus da cidade do Rio.

A análise ainda não terminou porque o TCM quer avaliar também as conclusões de uma auditoria independente da Ernst& Young, contratada para auditar os contratos dos consórcios. O TCM explicou que, pelo mesmo motivo, determinou à prefeitura que não realize estudos para a revisão das bases do contrato que estavam previstas para este ano. A revisão em 2015, prevista no edital de concessão, tem o objetivo de reequilibrar financeiramente o contrato. A partir das conclusões desse estudo, a tarifa poderia sofrer um reajuste extraordinário — independentemente do aumento anual devido aos custos de operação — ou mesmo ser reduzida, caso ficasse constatado que as receitas com o sistema fossem bem maiores que aquelas previstas na concessão.

No documento, o prefeito justifica o ressarcimento das gratuidades lembrando que, em 2006, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça declarou inconstitucional a Lei 3.167/2000, que determinava a gratuidade das passagens para os estudantes, em ação movida pela Federação das Empresas de Ônibus do Rio (Fetranspor). O entendimento da Justiça era que o poder concedente deveria prever alguma forma de compensação às empresas pelas gratuidades. Paes também argumentou que todos os estudos econômicos e financeiros que embasaram a tarifa sempre levaram em consideração que o “Município faria um repasse, um pagamento, a chamada contrapartida pela gratuidade dos estudantes”.

O TCM ainda não julgou a legalidade da iniciativa de incluir na planilha de custos as despesas dos consórcios para que todos os ônibus estejam equipados com ar-condicionado até o fim de 2016, porque este custo não estava previsto na planilha divulgada com o edital de concessão. Mas a assessoria jurídica do órgão já se manifestou favorável à cobrança, por ser uma forma de oferecer mais conforto para os usuários. Na planilha que serviu de base para fixar a tarifa em R$ 3,40 , o peso do item nas passagens era de R$ 0,058.

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O parecer de Ivan teve votos favoráveis de outros três conselheiros: Antonio Carlos Flores de Moraes, José Moraes e Fernando Bueno. Thiers Montebello, que comanda o TCM, não votou porque presidia a sessão. Luiz Guaraná se declarou impedido porque, em 2010, foi um dos representantes da prefeitura que assinou o contrato de concessão. Nestor Rocha não participou.

SUSPEITAS DE CARTEL

A operação do sistema tem sido marcada por polêmicas. O próprio TCM chegou a levantar, em 2012, a suspeita de formação de cartel entre as empresas vencedoras da disputa para operar o sistema. Apontava, entre os indícios, que as empresas vencedoras do certame já operavam no sistema antes da licitação. E além disso, o fato de o endereço oficial dos quatro consórcios ser o mesmo: a sede do Rio Ônibus (Rua da Assembleia 10, 39º andar, Centro). Um ano depois, porém, chegou a arquivar o processo, numa medida que causou polêmica. Logo depois, os conselheiros voltaram atrás. O documento foi reavaliado e novamente arquivado. Mas os conselheiros determinaram que fosse realizada uma auditoria na execução dos contratos.

REAJUSTES SÃO POLÊMICOS

O preço das passagens de ônibus no Rio vem sendo motivo de polêmica há quase dois anos. Em junho de 2013, em meio às manifestações de rua que tomaram o país, o prefeito Eduardo Paes decidiu cancelar um reajuste recém concedido, que elevava a tarifa de R$ 2,75 — que vigorava desde janeiro de 2012 — para R$ 2,95. A tarifa só teria aumento para valer no fim de janeiro de 2014, quando passou para R$ 3 após os conselheiros do TCM decidirem que o reajuste poderia ser concedido. A determinação contrariava, porém, avaliação da equipe técnica, que, no processo, recomendava não um aumento, mas uma redução da tarifa de R$ 2,75 para R$ 2,50. A polêmica sobre as tarifas ainda não terminou. Os consórcios que operam o sistema brigam na Justiça, exigindo que a prefeitura pague indenização de R$ 137,5 milhões pelo cancelamento do reajuste de 2013.

Fonte:oglobo.globo.com
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Primeiro trimestre de 2015 mostrou recuo de 0,9% em relação a 2014.Inflação, taxa de juros, desaceleração do emprego e r...
01/06/2015

Primeiro trimestre de 2015 mostrou recuo de 0,9% em relação a 2014.
Inflação, taxa de juros, desaceleração do emprego e renda impactaram.

O consumo das famílias, utilizado no cálculo do PIB - indicador que mede o desempenho da economia brasileira -, apresentou um resultado negativo de 0,9% no primeiro trimestre de 2015, em comparação com mesmo período do ano anterior. Esta é a maior queda desde o terceiro trimestre de 2003, quando também registrou -0,9%. A análise é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Já na comparação com o quarto trimestre de 2014, o recuo foi de 1,5%, o maior desde o último trimestre de 2008 – no auge da crise econômica mundial -, quando caiu 2,1%, mostrou o IBGE nesta sexta-feira (29). O PIB recuou 0,2% no primeiro trimestre de 2015.
“A demanda interna toda teve queda, tanto o consumo do governo quanto o consumo das famílias e os investimentos. Os três caíram em relação ao ano passado e os investimentos já vinham caindo antes. No consumo das famílias foi o primeiro trimestre de queda desde 2003 [na comparação anual]”, declarou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca de La Rocque Palis.
Segundo Rebeca Palis, esse resultado foi influenciado pelo aumento da taxa de juros, da inflação, escassez de crédito e o desempenho do emprego e da renda, que, segundo o IBGE, “não está crescendo tanto quanto vinha”.

“Essa cultura de juros altos, inflação mais alta, o crédito crescendo menos e o emprego e renda também contribuíram para esse desempenho do consumo das famílias. O que afeta demais a evolução da economia, já que ele [consumo das famílias] pesa 63%”, analisou a coordenadora.
Ainda de acordo com o IBGE, o crescimento nominal de 5,2% do saldo de operações de crédito do sistema financeiro nacional para pessoas físicas não foi o suficiente para impactar positivamente o consumo das famílias. “Vem crescendo, mas crescendo abaixo da inflação. Então, na verdade, é uma queda em termos reais", afirmou Rebeca Palis.
“O crédito para as pessoas físicas está mais caro e menos acessível, a inflação deu uma acelerada, e o emprego e renda também estão desacelerado. É um efeito da conjuntura toda”, completou.
A Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, alcançou 12,2% ao ano no primeiro trimestre de 2015 contra 10,4% no primeiro trimestre de 2014, segundo dados do Banco Central. Já a inflação oficial (IPCA) cresceu 7,7% no mesmo período e na mesma base de comparação, apontou o IBGE.
PIB recua 0,2%
A economia brasileira registrou queda de 0,2% no primeiro trimestre de 2015, puxada pelo desempenho negativo do setor de serviços e da indústria, bem como do recuo do consumo das famílias e dos investimentos. Neste início de ano, o que evitou um tombo ainda maior do PIB foi a agropecuária.
“63% da economia é consumo das famílias, pela ótica da despesa [demanda]. Obviamente que a evolução do PIB está altamente correlacionado com o consumo das famílias. E ele tem comportamento menos volátil do que os investimentos”.
Em valores correntes (em reais), a soma dos bens e serviços produzidos no período chegou a R$ 1,408 trilhão.
Frente aos três primeiros meses do ano passado, a queda foi ainda maior, de 1,6%, com destaque para a primeira queda do consumo das famílias desde o terceiro trimestre de 2003.
O PIB acumulado em quatro trimestres encerrados no primeiro de 2015 registrou queda de 0,9%, a maior desde o terceiro trimestre de 2009, quando o recuo foi de 1,3%.

Fonte: g1.globo.com
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