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Um assunto que está sendo cada vez mais debatido em todo o mundo é a quebra de preconceitos.É claro que as marcas não f*...
07/07/2015

Um assunto que está sendo cada vez mais debatido em todo o mundo é a quebra de preconceitos.

É claro que as marcas não f**am de fora da conversa e aproveitam a discussão, principalmente com a força das redes sociais, para introduzir um posicionamento a respeito do que está sendo discutido.

Para marcas mundialmente conhecidas, talvez o desafio de levantar bandeiras seja ainda maior.

A Coca Cola encontrou uma forma ousada de transmitir sua mensagem. Durante este Ramadã - nono mês do calendário islâmico, em que muçulmanos praticam um ritual de jejum - o refrigerante mais conhecido do mundo retirou o rótulo de suas latas para dizer ao público que "rótulos são para latas, não para pessoas".

A ideia da campanha "Remova rótulos neste Ramadã", produzida pela FP7/DBX dos Emirados Árabes, é combater estereótipos e preoconceitos, mostrando que, ao subtrairmos certas "marcas" como a religão e os costumes, somos todos essencialmente iguais.

Crédito: Revista Exame

Eu voltei, agora para f**ar? Paulo Octavio P. de AlmeidaTodos conhecemos a música do rei Roberto Carlos, mas a minha dúv...
05/12/2013

Eu voltei, agora para f**ar?

Paulo Octavio P. de Almeida

Todos conhecemos a música do rei Roberto Carlos, mas a minha dúvida é em relação a uma movimentação retrô que nestes últimos meses estamos verif**ando com marcas bem famosas. Explico: “Sob pedidos”, a Coca-Cola Light foi relançada! Mas será que deveria ter saído de linha? O que percebo é que algumas ações dos gestores de marketing com respeito à extensão ou redução de linha não fazem muito sentido em relação aos anseios dos consumidores. Com certeza devem fazer sentido em relação aos anseios dos coordenadores ou diretores globais da marca.

Porque saiu e agora voltou? Quem nunca foi a um restaurante e pediu a Light e ouviu do garçom “não temos mais!“? E os “retornos” de marcas ou variantes é extensa. Me recordo mais de algumas porque sou heavy user. Vejam só: Lollo virou Milkybar, que daí virou Lollo de novo! Fusca virou Beetle, que virou Fusca de novo! Arrependeram-se? Muitas ligações no SAC pedindo a Light? Porque mudou? Mudou por quê?

A mesma movimentação acontece com algumas variantes do mesmo produto. Adoro um Doritos Versão Natural. Me recordo de conversar com o gerente de produto, meu amigo, para que ele me explicasse o porquê da variante Natural estar saindo de linha, e ele colocou vários argumentos tentando me convencer. Em vão! Heavy user que é heavy user não abandona a marca nem sob ameaças.

Cadê a versão natural? Sumiu... Daí vieram outras que deixam um cheiro forte na mão, embalagem azul, com gosto de barbecue. Sei lá, CADÊ A MINHA VERSÃO NATURAL? Nada...Depois de um tempo sem muitas explicações, a tal da versão natural apareceu. Primeiro, em um mercadinho no Litoral Norte, sendo vendida junto com uma latinha com um queijo pastoso. Ué, em São Paulo não tem mais e aqui tem? Comprei um estoque. Bom, isso já faz algum tempo e agora a tal da versão natural está em todas as gôndolas e me parece vendendo bem. Mas f**a a dúvida: sumiu por quê? Voltou para f**ar?

Por que será que nas grandes organizações de produtos de consumo existe esta sístole e diástole do mix de produtos? Tem a ver com a estratégia ou com a vontade do gr**go da vez que aparece de vez em quando para dar palpite no mix de produtos? Será que conseguimos argumentar os porquês de tal marca e tal variante não devem sair? Fazer pesquisa? Mais uma?

E o tal do bom senso? Feeling pessoal? Isso não conta mais? Em um mundo de filmes pré-testados a criatividade esta sendo cada vez mais tolhida, li outro dia o mestre Nizan proclamar. E em relação ao mix de produtos? Vamos “enxugar” porquê têm muitos SKUs... Qual é a situação ideal? Com estas movimentações recentes que mencionei, creio que f**a claro que Brand Equity conta tanto quanto a rentabilidade. As marcas mudam porque precisam evoluir ou porque querem resgatar o seu sucesso perdido? Voltaram agora para f**ar? Porque nas mentes e bolsos do consumidor sempre terão o seu lugar!

Adidas apresenta Brazuca no RioBola oficial da Copa do Mundo de 2014 foi revelada em um evento no Parque Lage na noite d...
05/12/2013

Adidas apresenta Brazuca no Rio

Bola oficial da Copa do Mundo de 2014 foi revelada em um evento no Parque Lage na noite desta terça-feira, 3

Em um evento com um show de projeções em 3D, apresentado pela atriz Sharon Menezes, a Adidas apresentou na noite desta terça-feira, 3, no Rio de Janeiro, a Brazuca, bola oficial da Copa do Mundo de 2014. A festa, que aconteceu no Parque Lage, contou com a participação dos jogadores Cafu, Hernane e Seadorf. Inspirada nas cores do Brasil, a expectativa da Adidas é de que esta bola seja a mais vendida em sua história.
Para a criação da Brazuca, a fabricante de produtos esportivos, que é patrocinadora da Copa e está a frente da produção da bola do campeonato desde 1970, investiu dois anos e meio de pesquisa. Mais de 600 dos melhores jogadores de futebol do mundo foram envolvidos no processo de criação, incluindo mais de 30 equipes de 10 países espalhados por três continentes, entre elas AC Milan, Bayern de Munique, Palmeiras e Fluminense. Entre os jogadores que participaram dos te**es estiveram Leo Messi, Iker Casillas e Zinedine Zidane. A marca promoveu ainda 287 entrevistas com jogadores, sendo que deste total, 30% não são patrocinados pela Adidas.
A bola traz uma inovadora estrutura simétrica de seis painéis idênticos e uma estrutura exclusiva que proporciona maior aderência, estabilidade, contato e aerodinâmica em campo. Sua tecnologia incorporada e estrutura foram as mesmas utilizadas na construção da Tango, bola da Euro da UEFA de 2012, e da Cafusa, a usada na última Copa das Confederações. O nome Brazuca foi escolhido através de uma votação com mais de um milhão de brasileiros. Outros nomes que concorriam foram Bossa Nova e Carnavalesca.
A partir de agora, a Adidas fará um forte trabalho de divulgação do produto nas redes sociais e em ações promocionais. Já no evento desta terça, a marca desafiou os jogadores e fãs com o lema “Domine ou seja Dominado” como parte da campanha “All or Nothing”, da Copa do Mundo. A empresa apresentou o twitter da bola, ; através dele, fãs poderão acompanhar a trajetória da bola em uma viagem pelo mundo, onde será mostrada uma nova abordagem do futebol. A bola visitará diferentes nações e participará de eventos culturais até entrar em campo no ano que vem.
Com a Brazuca, a Adidas se coloca como a marca que mais aparecerá no mundial de futebol, já que estará o tempo todo em campo, em todas as partidas. Além disso, a fabricante de produtos esportivos patrocina algumas das principais seleções que estarão na disputa, como Espanha, Argentina e Alemanha. Alguns dos melhores jogadores do mundo também fazem parte do time da Adidas, entre eles, Leo Messi, Dani Alves e Oscar.

http://www.youtube.com/watch?v=PImQsVsXCrI

Introducing the official matchball of the 2014 FIFA World Cup™, Brazuca. I'm played all day and all of the night, everywhere. Love me or Lose me. or n...

16/11/2013

As marcas e o comportamento do consumidor
Por: Olimpio Araujo Junior
Para entender como as marcas e as grifes influenciam a decisão de compra é essencial que o profissional de marketing compreenda o comportamento do consumidor em relação a produtos e serviços. Segundo Everardo Rocha, o consumo é um sistema simbólico que articula coisas e seres humanos e, como tal, uma forma privilegiada de ler o mundo que nos cerca. Através dele a cultura expressa princípios, estilos de vida, ideais, categorias, identidades sociais e projetos coletivos. Ele é um dos grandes inventores das classif**ações sociais que regulam as visões de mundo e, talvez, nenhum outro fenômeno espelhe com tanta adequação um certo espírito do tempo - face definitiva de nossa época (ROCHA, 1985).

A partir da segunda metade do século XX, as mudanças sociais, econômicas, políticas e tecnológicas passaram a ocorrer em grande velocidade transformando a sociedade ocidental cada vez mais orientada para o consumo. Neste contexto, compreender o comportamento do consumidor passou a ser uma necessidade vital não apenas para as empresas, mas para toda a organização orientada para o mercado.

Para que as organizações possam entender as razões pelas quais somos levados a comprar determinados produtos, especialmente objetos e serviços supérfluos, desejar determinadas marcas e grifes, freqüentar shoppings e passar boa parte de nosso tempo envolvidos em experiências de consumo, é preciso descobrir o modelo mental que dá origem às suas decisões de compra. Rocha sugere que para entender o consumo é preciso entender como classif**amos objetos e pessoas, elaboramos semelhanças e diferenças. E assim ver que os motivos que governam nossas escolhas entre lojas e shoppings, marcas e grifes, estilos e gostos. (ROCHA, 2000)

Roger Blackwell (2005, p.22), afirma que o comportamento do consumidor é uma ciência aplicada que se utiliza conhecimento de economia, psicologia, antropologia, sociologia, estatística, mercadologia e outras disciplinas. Essas referências servem de suporte para o conhecimento da cultura, valores, crenças, desejos e tudo aquilo que influencia na formação de sua personalidade e que, conseqüentemente, influenciarão em seus processos de decisão de compra.

Segundo Kotler (2000), o ponto de partida para conhecer e satisfazer as necessidades dos clientes-alvo é tentar compreender o comportamento do consumidor; estudar como pessoas, grupos e organizações selecionam, compram, usam e descartam artigos, serviços, idéias ou experiências para satisfazer suas necessidades e desejos. Os consumidores ainda são influenciados por outras variáveis muito importantes em seus comportamentos no ato da compra, entre elas estão às classes sociais e as variáveis sociais.

Em entrevista para a Revista Veja, Everardo Rocha, antropólogo, professor da PUC do Rio de Janeiro e pesquisador da Antropologia do Consumo, afirmou que "Na hora da decisão de compra, os prazeres são muito mais fortes que as necessidades, E isso independe da classe social. Quem compra, compra para o outro, mesmo sem ter consciência disso. O consumo é a forma mais óbvia de demonstrar inserção num determinado meio, mesmo que ele esteja longe da realidade da pessoa." (Revista Veja, 2002)

Neste sentido, a classe social é considerada uma das variáveis que interfere no ato de consumo, e que não pode ser deixada de lado ao procurar estudar a forma de cada consumidor agir diante de determinadas escolhas, principalmente quando tratamos de marcas e grifes. Os autores Kother e Amstrong (1993, p.83), definem como essenciais na classif**ação de uma classe social os fatores: renda, ocupação, educação, riqueza e outras variáveis culturais. Para os autores, estes fatores é que vão determinar preferências por determinados produtos e comportamentos dentro destas classes, inclusive determinando seus padrões de consumo.

Na opinião de Engel, Blackwell e Miniard (2000), não devemos equiparar classe social e renda, pois não é apenas a o fator financeiro que é determinante, muito embora haja uma correlação entre renda e outras variáveis. Os autores destacam, por exemplo, o caso de um gari, que pode ganhar mais do que um professor assistente. Entretanto, seria atribuída ao professor uma classe social mais alta que a do gari.

Segundo Rocha, na sociedade atual, os hábitos de consumo influenciam nos relacionamentos, na vida amorosa e até na carreira, de acordo com seu grau de refinamento. O autor ainda afirma que é essa necessidade humana de projetar uma imagem acima de suas posses que mantém o êxito das marcas exclusivas. (ROCHA, 1985). Observando as classif**ações sociais, podemos verif**ar que há uma divisão entre “ter” e “ser” alguma coisa dentro delas. E que na maioria das vezes, são essas divisões sociais que influenciam no poder de compra dos consumidores.

Outro fator importante de observação são as Variáveis Sociais. De acordo com Stoner e Freeman (1999), elas são determinantes no comportamento do consumidor. Estas variáveis de influência podem ser classif**adas como:

• Estilo de vida: As mudanças nos padrões de vida, como uniões instáveis, pessoas morando sozinhas, têm gerado um maior número do consumo, onde as pessoas procuram por produtos e serviços que lhes proporcionem maior conforto e tranqüilidade.

• Valores sociais: Os valores sociais são determinantes nas escolhas que as pessoas (consumidores) fazem na vida, como, por exemplo, um determinado produto pode ter certo valor para uma pessoa e para outra não.

• Demografia: O fator crescente da população leva a observar que os padrões de consumo afetam o tamanho da oferta de mão-de-obra e da localização no mercado de consumo.

Sendo assim, quem deseja entender o comportamento do consumidor não pode deixar de considerar as interações sociais do ambiente social no qual ele ocorre e no qual está inserido, pois é a sua classif**ação social que, muitas vezes, vai determinar a sua decisão de compra. “O comportamento às vezes é afetado mais por pressões do ambiente social do que por atitudes pessoais” (ENGEL, 2000, p.255). É o caso de quando as pessoas tomam decisões influenciadas por outras e não por causa de seus desejos pessoais.

A grande gama de informações, o estresse, os fatores individuais como estilo de vida, a personalidade, as atividades e opiniões de cada um condicionam mudanças constantes no comportamento humano. Este cenário altamente turbulento tem forçado as empresas a buscarem constantemente um diferencial competitivo, a terem um cuidado maior com qualidade e preço e satisfazer as necessidades dos seus consumidores. Neste contexto, principalmente devido ao ciclo de vida cada vez mais curto dos produtos, a marca exclusiva ou grife pode ser um diferencial decisivo na escolha de compra.

Jean Baudrillard, em seu livro “A Sociedade do Consumo” afirma que o consumidor diferencia-se dos demais consumidores e define sua personalidade através da compra e na posse de objetos que possuam determinados signos que construirão um "discurso" da personalidade deste consumidor. Por isso, a felicidade só poderia se dar por meio da distinção e da diferenciação, manifestando-se sempre por aspectos visíveis, por signos materializados nos produtos. A lógica social do consumo é a "lógica da produção e da manipulação dos signif**antes sociais" (Baudrillard, 1995, p. 59). É esta lógica que demonstra a importância do entendimento das marcas e das grifes no universo do consumo.

Segundo American Marketing Association “uma marca é um nome, um termo, um símbolo, um desenho – ou uma combinação desses elementos – que deve identif**ar os bens ou serviços de uma empresa ou grupo de empresas e diferencia-los dos da concorrência”. De acordo com Pinho (1996, p.43) a marca passa a signif**ar não apenas um produto ou serviço, mas incorpora um conjunto de valores e atributos tangíveis e intangíveis para o consumidor diferencia-las daqueles que lhe são similares.

Na década de 1960, David Ogilvy, publicitário e pesquisador, realizou pesquisas de mercado que o levaram a conclusão de que as marcas são percebidas pelos consumidores através de traços de personalidade e características humanas. Eram relacionadas pelo charme, modernidade, inteligência, simpatia, elegância, tradição, inovação, e outras. Desta forma ele criou o termo brand personality que descreve as características emocionais da marca que vão além da funcionalidade atribuída ao produto (MARTINS, 1999, p. 19).

Desta forma, o apelo comercial dos produtos deixou de ser centrado em sua funcionalidade e passou a receber diferenciação através de características intangíveis como valores, sentimentos, idéias ou afetos. Tal intangibilidade proporciona a verdadeira distinção entre as marcas e seus produtos, constituindo elementos fundamentais para a orientação do comportamento do consumidor. Conforme afirma Martins (1999, p.20), “Toda marca forte tem uma essência emocional bem definida que gera um estado de realização elevado no consumidor”.

“O acelerado avanço tecnológico dos processos industriais de desenvolvimento de produtos permite que muitos fabricantes ofereçam ao mercado produtos com as mesmas especif**ações, o que elimina seus diferenciais físicos” (PINHO, 1996). Os consumidores, por sua vez, estão mais conscientes e exigentes. A cada dia um número maior de competidores surge no mercado e, com tanta variedade de opções oferecidas ao consumidor, o ciclo de vida dos produtos se reduz. Tudo isso combinado leva, inevitavelmente a uma valorização da marca como elemento exclusivo de diferenciação.

Segundo Martins (1999, p. 27), “As motivações de compra estão relacionadas às necessidades, crenças e aos desejos individuais. A preferência é despertada por imagens que estão no inconsciente coletivo das pessoas.” Isto demonstra que existe uma predisposição natural das pessoas a dar maior aquilo que as agrada, seja com relação ao nome interessante de um produto, seu design ou uma campanha bonita. Por este motivo, elementos emocionais agregados ao posicionamento, design, a publicidade ou aos eventos promocionais que envolvam a marca, vão agregar ao produto uma percepção maior de seu valor. Com isso, tanto o preço quanto a participação de mercado tendem a crescer.

Desta forma, a marca tem como principal finalidade ajudar o consumidor a identif**ar produtos e serviços e de transmitir aos mesmos algum tipo de signif**ado. Ao definirem suas marcas, as empresas estimulam os consumidores a identif**ar os produtos e serviços que desejam que sejam consumidos, acelerando seu processo de decisão de compra.

06/11/2013

Argentino será CEO global da JWT
Gustavo Martinez, ex-presidente da McCann na Europa e Ásia, assume posto em 2014, substituindo Bob Jeffrey

A JWT, agência do WPP, nomeou Gustavo Martinez, que estava na McCann Worldgroup, do Interpulic, como seu presidente global e futuro sucessor do chairman e CEO da JWT Worldwide, Bob Jeffrey.

Argentino, Martinez deverá assumir o cargo de presidente global apenas após fevereiro de 2014. Posteriormente, ele se tornará CEO em 2015, quando Bob Jeffrey assumirá como chairman não executivo.

"Nos últimos anos, Gustavo e eu cultivamos uma relação de mútua admiração e respeito. Ele é apaixonado pelo negócio, devoto aos clientes e entende que as chaves do negócio são o cuidado, carinho e compreensão com seus funcionários. Gustavo Martinez é o futuro da JWT”, disse Jeffrey em um comunicado.
Martinez foi presidente do McCann Worldgroup na Europa e Ásia recentemente e, ao lado de Luca Lindner faz parte de uma tríade de liderança global que tem à frente o CEO Harris Diamond.

Em outros cargos na McCann, ele foi diretor de global brand management e global new business, diretor da Ogilvy & Mather Worldwide; e presidente da Ogilvy & Mather Argentina. No início da carreira, Martinez trabalhou na Saatchi & Saatchi e McCann Erickson Communications Group em Barcelona. O argentino tem 50 anos.

“Tive a honra de liderar a JWT por 15 anos, os últimos 10 como CEO Worldwide”, disse Jeffrey. “Amo a JWT – as marcas, os clientes e, mais importante, as pessoas. Durante 2014, Gustavo e eu vamos trabalhar juntos para garantir que a agência continue a dar o melhor apoio aos nossos clientes e funcionários, e para assegurar uma transição suave em 2015”.
Jeffrey entrou para a empresa em 1998 como presidente da JWT New York, e três anos depois ascendeu para a presidência da JWT North America. Em 2004, ele foi nomeado chairman worldwide e CEO.

Com informações do Advertising Age e tradução de Aline Rocha

06/11/2013

Pais e filhos na Era da Internet - Por Mauro Segura (Portal Meio e Mensagem)

Definitivamente as mídias sociais entraram na rotina das famílias, especialmente naquelas com muitos adolescentes. Os pais já descobriram que precisam entrar na onda para conversar e se relacionar com seus filhos.
Uma pesquisa realizada nos EUA, e publicada em julho desse ano, apresentou algumas conclusões incríveis. Por exemplo: sete entre cada dez pais estão usando as mídias sociais para se comunicar e se relacionar com seus filhos. Aos poucos, o Facebook e o Twitter vão substituindo as salas de jantar (infelizmente não encontrei detalhes e a fonte dessa pesquisa, apesar de ter sido divulgada por alguns veículos confiáveis).
Não é preciso pesquisa para verif**armos que a juventude curte a comunicação digital, que adora manter diversas conversas simultaneamente, muitas vezes em plataformas e meios diferentes, com frases curtas e em qualquer momento do dia. Muitos pais já constataram isso e descobriram que precisam se ajustar a esse comportamento. As mídias sociais são um belo canal nesse contexto.
O interesse dos pais em se conectar aos filhos nas mídias sociais tem três principais razões:
- se relacionar com os filhos no ambiente que eles frequentam rotineiramente;
- verif**ar com quem os filhos estão se relacionando;
- avaliar a reputação e imagem online dos filhos, ou seja, de que forma eles se comportam no universo online.
Em resumo: relacionamento, reputação e segurança estão por trás desse movimento dos pais na web.
A pesquisa apontou que um entre cada dez pais não tem chance de ter conversas de valor com seus filhos durante uma típica semana.
Sessenta e dois por cento dos pais pesquisados declararam que verif**am o que seus filhos estão “curtindo” pelo menos uma vez ao dia.
Oitenta por cento dos pais que f**am de olho na vida online de seus filhos dizem que isso ajuda muito no relacionamento com eles, pois permite conhecer hobbies, interesses, preferências e outros costumes e desejos que nem sempre são evidentes ou conhecidos. Ou seja, as mídias sociais são um tremendo dedo duro. Conscientes ou não, os jovens vão deixando rastros na internet que permite aos pais conhecê-los melhor. Mas não só os pais...
Ironicamente, 98% dos pais admitiram que não querem realmente ser “amigos” ou “seguidores” de seus filhos nas redes sociais, mas essa foi a forma que eles encontraram para obter dos jovens uma resposta mais rápida do que precisam.
A pesquisa alerta o quanto é importante que os pais estejam antenados a respeito da tecnologia e das ferramentas sociais usadas pela nova geração. Mães e pais espertos conseguem se manter muito mais conectados com seus filhos do que os pais desatualizados tecnologicamente.
Embora a comunicação frente a frente seja a mais valiosa para o relacionamento familiar, é inquestionável que vivemos numa nova era e que os pais têm que entrar na onda. Entrar na discussão se os relacionamentos via mídias sociais são genuínos ou verdadeiros me parece uma perda de tempo. Ir onde os filhos estão é o que interessa aos pais. Isso faz parte da evolução.
Uma outra pesquisa também divulgada em julho de 2013, feita pela Brigham Young University (BYU), de Utah (EUA), reforça os pontos acima. A conclusão é que os pais não podem se intimidar ao procurarem os filhos via mídias sociais. No entanto, afirma claramente que ser amigo do seu filho no Facebook não signif**ará que você terá um maravilhoso relacionamento com ele. É apenas uma forma, em um conjunto de ferramentas, que os pais podem usar para se conectar com seus filhos adolescentes. Obviamente que não é esperado que os pais postem fotos embaraçosas de seus filhos ou façam comentários íntimos ou inapropriados, isso poderia constrangê-los e até afastá-los. Os pais têm que ter desconfiômetro.
Mas o estudo apresentou uma surpresa. As mídias sociais em geral, independentemente do uso dos pais, podem também gerar comportamentos negativos nos jovens. E foi isso que o estudo identificou nos adolescentes que usam mídias sociais de forma intensa (mais de oito horas por dia) ao apresentarem evidências de um comportamento de agressividade e depressão.
A pesquisa da BYU diz que metade dos jovens pesquisados tem conexões nas mídias sociais com seus pais. No entanto, apenas 19% desse grupo disseram que tem interações com seus pais nas redes várias vezes no mês, enquanto 16% afirmaram que usam as redes com seus pais diariamente.

06/11/2013

Um exército para a Starbucks
Uma das cafeterias mais famosas do mundo reforça o valor da marca com ações capazes de reintegrar militares norte-americanos no mercado de trabalho

Às vésperas do Dia dos Veteranos, feriado celebrado nos Estados Unidos em 11 de novembro, a Starbucks anuncia o plano de contratar cerca de dez mil veteranos e cônjuges de militares ativos nos últimos cinco anos. O plano prevê que parte das vendas de cinco cafeterias dos Estados Unidos próximas a bases militares seja revertida para organizações sem fins lucrativos especializadas em reinserir veteranos de guerra no mercado de trabalho. Serão doados dez centavos a cada venda, começando por duas instituições, de San Antonio, no Texas, e Lakewood, em Washington.
“Esse contingente representa um dos pólos de talentos mais subutilizados do nosso País", disse o ex-secretário de defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, atual diretor da Starbucks, em entrevista para a Reuters. O objetivo da marca não é só formar baristas, mas indivíduos capazes de lidar com a complexidade da operação. A expansão global da empresa facilita a contratação de pessoas com experiências internacionais. "Eles trazem entendimento sobre a cultura e estão ainda acostumados a trabalhar com uma diversidade de parceiros", acrescenta Gates. Atualmente, a Starbucks emprega cerca de 134 mil pessoas nos Estados Unidos, incluindo veteranos e suas esposas.

Veja como poderá ser o próximo iPhone da AppleEstúdio de design cria conceito para o suposto iPhone Air, sucessor do iPh...
05/11/2013

Veja como poderá ser o próximo iPhone da Apple

Estúdio de design cria conceito para o suposto iPhone Air, sucessor do iPhone 5s que a Apple poderá lançar no ano que vem

O iPhone 5s acabou de ser lançado, mas já existem especulações em torno do seu sucessor, o possível iPhone 6. Há, inclusive, quem já tenha apostas em relação às novidades que a Apple poderá incorporar ao seu próximo dispositivo. O designer Jon Fawcett, do estúdio Fuse Chicken, é um deles.

Fawcett e sua equipe desenvolveram um conceito de iPhone, apelidado por eles de iPhone Air, e que mostra um smartphone redesenhado. O dispositivo, explicaram em um vídeo no YouTube, seria até 40% mais fino que a geração atual, teria tela de 5 polegadas e processador A8 de 64 bits. Veja ao lado as ilustrações criadas pelos designers do Fuse Chicken.

Coca-Cola responde à Pepsi em anúncio não oficialNo dia 31 de outubro, anúncio da Pepsi em que a bebida se transformava ...
05/11/2013

Coca-Cola responde à Pepsi em anúncio não oficial
No dia 31 de outubro, anúncio da Pepsi em que a bebida se transformava em sua eterna rival rodou o mundo, a Coca-Cola respondeu

No dia 31 de outubro, um anúncio da Pepsi rodou o mundo. Na peça, desenvolvida pela belga Buzz in a Box especialmente para o Dia das Bruxas, a bebida se transformava em sua eterna rival, a Coca-Cola. Contando com a paixão de seus fãs e com o poder da internet, a Coca "lançou" uma resposta.

Na nova imagem, postada originalmente no site de humor 9gag, onde o conteúdo é disseminado de acordo com sua popularidade, a Coca troca a frase "Desejamos um Halloween assustador para vocês" para "Todo mundo quer ser um herói", fazendo uma alusão à imagem que mostra a Pepsi vestida de Coca, mas que também pode ser vista como a Pepsi utilizando uma capa de super-herói da rival.

Vale lembrar que no dia em que foi postada no site Ads of The World, um dos leitores que comentaram o anúncio original dizia exatamente o seguinte: "Me desculpem, mas parece a capa de um super-herói". Será que a Coca estava de olho? Será que a resposta foi realmente produzida por um internauta?

O Adnews está em contato com a gigante para saber se há algo de oficial na imagem.

Não é a primeira vez que uma marca cutuca a outra. O Adnews já relembrou alguns dos anúncios que exibiam a rivalidade (veja aqui), uma das mais marcantes da história da publicidade.

07/10/2013

Está mais difícil para marcas manterem a liderança

Em 2003, eram 69 as marcas que lideravam as vendas em suas categorias por dez anos consecutivos; em 2012, as líderes por uma década foram apenas 28 marcas

O número de marcas líderes no País caiu drasticamente nos últimos dez anos. Em 2003, eram 69 as marcas de bebidas, alimentos industrializados e artigos de higiene e limpeza que lideravam as vendas em suas categorias por dez anos consecutivos. No ano passado, as líderes por uma década foram apenas 28 marcas. A redução é de 59%, de acordo uma pesquisa da Kantar WorldPanel.

Na avaliação de Christine, as marcas estão com mais dificuldade de permanecer na liderança por causa do grande número de lançamentos. Além disso, com a ascensão social de boa parte da população brasileira, o consumidor ampliou a renda, teve acesso a novas categorias de produtos e ficou mais exigente na relação entre o custo e o benefício.

"Marca que não inova não se sustenta", diz Christine, destacando que o segredo para se manter na liderança por muito tempo é aliar a tradição da marca com inovação.

Das 28 marcas líderes apontadas pela pesquisa em 2012, apenas 7 foram líderes ao mesmo tempo em todas as regiões do País por uma década inteira. Nessa lista estão o adoçante líquido Zero Cal, a aveia Quaker, o multiuso Veja, o café solúvel Nescafé, o detergente líquido Ypê, o sapólio Radium e o detergente em pó Omo.

Para Marcos Scaldelai, presidente da Bombril, dona da marca cinquentenária de saponáceo Radium, o fator mais importante para sustentar a liderança é a tradição. Mas ele pondera que a inovação também conta.

Coca-Cola lança vídeo com “verdade” sobre rato em garrafaMarca abre as portas de uma de suas fábricas e diz que qualquer...
07/10/2013

Coca-Cola lança vídeo com “verdade” sobre rato em garrafa

Marca abre as portas de uma de suas fábricas e diz que qualquer um pode visitar

A internet é terreno fértil e ideal para a criação de lendas urbanas. Produtos de megacorporações, aliás, são alvos preferidos das mentes “criativas” do apocalipse.

Depois da polêmica do rato encontrado na garrafa, e que, como todo hoax, se espalhou feito fogo, a Coca-Cola respondeu com um sugestivo vídeo intitulado “Conheça a verdade…”.

É um vídeo corporativo coxinha, que não faz menção ao suposto rato, é claro, mas que gera interesse pela tentativa de controle de danos da empresa.

http://youtu.be/RAfcv3CW_Jo

Todo dia milhões de pessoas se reúnem pra tomar uma Coca-Cola gelada. Há 127 anos a nossa história se mistura com a história da vida das pessoas. O segredo p...

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