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16/07/2016

Como Criar Histórias para Construir Negócios

Construir negócios através de histórias pode ser a arma secreta no seu arsenal estratégico de empreendedor.
Dê uma boa história, que você ganha a atenção das pessoas.
Com a atenção das pessoas, você pode gerar interesse.
Com o interesse, você pode gerar desejo.
E com o desejo, você pode gerar ação.
Essa é a técnica básica chamada de AIDA.
A técnica AIDA é frequentemente usada no marketing e na publicidade para descrever esta série de eventos que um cliente deve passar para engajar com um anúncio, ou qualquer ação de comunicação.
É um acrônimo para:
O Funil de Vendas da Publicidade Tradicional
Atenção

É o início de tudo. Na nossa atualidade globalizada, em que os americanos são impactados por cerca de 4.000 marcas por dia, ter a atenção de um cliente é ouro. É necessário começar um relacionamento comercial com a atenção de um cliente.
Não adianta mais anunciar mais e melhor. Pense em atrair a atenção de uma pessoa que pode interessar-se pelo seu produto ou serviço através de conteúdo, ou seja, algo que vai educar, informar ou entreter essa pessoa. Entenda o que ela busca na internet e crie um texto, áudio ou vídeo que vai chamar a atenção desta pessoa em particular.
Este é o início para construir negócios com histórias.
Interesse

A partir do momento em que você tem a atenção dessa pessoa, o próximo passo é despertar o interesse dela. Normalmente fazemos isto na internet através da captura do e-mail dessa pessoa.
No final do seu texto, áudio ou vídeo, adicione um link para que a pessoa possa assinar o recebimento da sua comunicação via e-mail.
Por exemplo, se você gostou deste artigo, clique aqui, adicione o seu nome e e-mail que enviaremos mais conteúdo grátis em primeira mão. Não se preocupe em voltar aqui, nós iremos avisar você assim que publicarmos mais sobre este assunto.
O e-mail é a melhor forma de despertar o interesse de uma pessoa em direção aos seus produtos e serviços porque é baseado na permissão do relacionamento.
Quando uma pessoa se inscreve para receber em sua caixa-postal um e-mail seu, significa que ela deu permissão para você se comunicar com ela e quer receber a sua comunicação.
É totalmente o contrário desta mesma pessoa estar assistindo a um filme e você interromper este momento de prazer para tentar vender um produto para ela. Chamamos isto de marketing de permissão, ao contrário do marketing de interrupção.
Não se apegue a terminologia aqui. Estamos sim falando de mídia, não marketing, que é a mesma coisa do que marketing de conteúdo, inbound marketing, marketing de permissão e afins.
Ainda não chegamos a terminologias melhores, mas isso não interessa neste momento.
Empreendedorismo é sobre fazer acontecer, não estudar como fazer acontecer.
Desejo

A próxima parte é convencer o cliente de que o seu produto ou serviço é a melhor solução que vai satisfazer seus desejos e necessidades. Conteúdo é a sua arma secreta.
A partir do momento que você conhece o seu cliente, você vai usar conteúdo para gerar desejo em direção às suas soluções. Podem ser mais artigos, vídeos, áudios, eBooks, depoimentos e afins. O objetivo é construir o desejo necessário na mente do cliente para que ele vá para a próxima etapa.
Ação

Agora que o cliente percorreu o seu funil de venda, ou seja, passou por todas as etapas que o marketing e a publicidade estudam a décadas e chegaram a conclusão que são as mais importantes dentro de um processo de compra, a venda será realizada com sucesso.
Novamente, conteúdo é o que vai gerar a ação. Podemos chamar anúncios de conteúdo também. Normalmente, o conteúdo principal usado nesta etapa na internet, é uma página de aterrissagem, conhecida no mercado como landing page, ou seja, uma página que tem um objetivo único: realizar a venda.
Mesmo assim, você pode ter mais do que apenas uma boa página que explica porque o cliente deve realizar a compra. Artigos de blog que dão o último empurrão, digamos assim, ou seja, educar o cliente ainda mais que a sua é a melhor solução e ele deve comprar agora, pode fechar a venda com chave de ouro.
A maioria dos negócios atuais p**a a parte da atenção, do interesse, e as vezes até do desejo.
Quando você pressupõe que o cliente quer o seu produto e chama ele para a ação antes de ter a atenção, interesse ou desejo, a taxa de conversão, ou seja, quantas pessoas realmente vão fazer o que você está chamando, é baixa, e com motivo.
Se as pessoas ouvem e prestam atenção em você, elas gostam, confiam, e consequentemente compram.
O Novo Funil de Vendas
O novo funil de vendas segue esta lógica, mas usa uma nomenclatura um pouco mais específica e adaptada a era da internet:
Conhecimento

O Google mudou o mundo. As perguntas mais difíceis estão disponíveis a um clique de todos que tem acesso a internet. O primeiro passo do funil de vendas chamado de atenção, agora pode ser visto como conhecimento.
A pessoa que busca por algo Google que tem algo haver com o seu produto ou serviço, deve achar um conteúdo do seu negócio. Este conteúdo vai iniciar o relacionamento e leva-lo para a próxima fase.
Atração

Na segunda fase é necessário atrair essa pessoa para você. O seu conteúdo tem esse objetivo. Por isso ele deve ser interessante, bem escrito e de alta qualidade. Deve entreter, informar e educar essa pessoa, um cliente em potencial, em direção aos seus produtos ou serviços.
Permissão

A permissão é igual ao desejo. Quando você desperta o desejo no seu cliente potencial, você deve garantir a permissão de comunicar-se com ele. Fazemos isso pegando o e-mail dessa pessoa. Pode ser através de um formulário para assinar as suas newsletters por exemplo, ou através do registro em seu website. Desta forma também é possível iniciar a “experiência logado”.

Bibliografia http://vitaminapublicitaria.com.br/

Da Itália para a ItáliaA história da Diletto começou na década de 1920, no extremo Norte da Itália. Em uma região fria e...
10/07/2012

Da Itália para a Itália
A história da Diletto começou na década de 1920, no extremo Norte da Itália. Em uma região fria e montanhosa, fronteiriça com a Áustria, Vitório Scabin, filho de uma tradicional família de fabricantes de sorvetes artesanais, desenvolveu uma massa em que era possível colocar um palito, esperar resfriar, e sair tomando de forma mais prática: nascia ali o picolé.

A nova forma deu frutos a Vitório, que expandiu o negócio em pontos de venda da localidade. Apelidado de “dileto”, palavra vinda do adjetivo predileto, o picolé foi comercializado em restaurantes e mercados. No começo da década de 1930, a invenção havia se expandido por toda a região. Porém Adolf Hittler invadiu a Áustria, afetando toda a região onde Vitório morava. O italiano veio para o Brasil e nunca retomou os negócios.

A Diletto ressurgiu 90 anos depois, com o neto de Vitório, Leandro Scabin. “Meu avô fazia sorvete para os netos e eu sempre quis refazer o negócio. Em 1998, com 100 anos, ele morreu, e não viu o nascimento da empresa. Antes de abrir a Diletto, fiquei dois anos na Itália estudando as melhores técnicas até conseguir entender o processo e o que queria”, afirma.

Ao projeto de construção da marca se uniu primeiramente Fábio Meneghini, Diretor de Criação à época da WBrasil, hoje WMcCann, responsável pelo desenvolvimento da imagem da Diletto. Em seguida, o empresário Fábio Pinheiro se tornou um dos sócios, trazendo experiência de gestão e práticas de governança.

O sucesso rápido é visto por Scabin como resultado de um esforço contínuo e a possibilidade da internacionalização até mesmo para a Itália, tradicional e pioneira na fabricação de sorvetes, como retorno às origens. “Se eu dissesse que essa rapidez e esse case todo foi planejado, eu estaria mentindo. Eu não sabia que ia ser tão agressivo e rápido. Sabia, sim, que tinha uma história bacana na mão. Estou mais que satisfeito e mesmo com a Europa vivendo um momento não muito bom, temos vontade de nos ligarmos às nossas raízes em algum momento”.


Fonte : Mundo do Marketing.

25/04/2012

O Marketing pessoal, é muito importante na vida pessoal e profissional como se portar em determinadas situações como se vestir como também a forma de se comunicar com as pessoas, lembre-se no trabalho voçe está sendo sempre observado por colegas de trabalho e pelo seus superiores portanto pede-se moderação nas situações adversas como também em festas comemorativas de empresas.

22/04/2012

São Paulo - Wanderley de Abreu Júnior, 33 anos, tinha seis anos quando ganhou o primeiro computador. Depois do jogo Atari, era seu brinquedo preferido. Em meio a códigos e teclas, Júnior garante que se alfabetizou na frente da máquina. “Aprendi a escrever e ler no computador. Para colocar os joguinhos, tinha que dar alguns comandos e eu comecei a entender o que funcionava. Foi fundamental para minha alfabetização”, diz.
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Em uma época que poucos tinham acesso a essa tecnologia, ele saiu na frente e até os amigos se assustavam com sua habilidade tecnológica. “Eu estava sempre com garotos mais velhos e a possibilidade de me baterem era muito grande. Mas, eles tinham medo porque eu tinha computador, achavam que eu podia explodir um míssil na cabeça deles”, br**ca.

O interesse pela tecnologia não parou. Aos 12, pediu um modem de presente de aniversário. Aos 16, já conseguia, por diversão, acessar sistemas como o do Detran e se comunicar com outras redes fora do país.

Júnior, que prefere ser chamado de Storm, garante que era tudo por diversão. “A internet era muito amadora. Não era o que é hoje. Era uma rede muito acadêmica, não tinha muitos negócios para conseguir dinheiro”, explica. A br**cadeira, no entanto, ficou séria quando Storm descobriu uma falha em computadores da NASA.

“A NASA fez uma grande compra de computadores para tentar salvar a Silicon Graphics, que estava à beira da falência. Eu descobri uma falha que dava para entrar nesses computadores. O firewall era caríssimo e só protegia computadores muito importantes. A gente ficava fuxicando a internet para ver se descobria algum bug desse sistema.”

Da NASA, Storm conseguiu acesso ao Departamento de Energia dos Estados Unidos, mas exagerou na diversão e acabou descoberto. “Eu processei mais pacote de dados em um dia do que a IBM inteira. Eles começaram a desconfiar e me pegaram”, conta. Esta descoberta pode ter sido a chave para o desenvolvimento do empreendedorismo de Storm.

Os responsáveis pelos sistemas ofereceram um curso de segurança e um estágio se ele contasse como havia chegado às falhas. “Fui pra lá, eles consertaram o problema e ganhei um diploma, mas antes disso, tomei muito esporro do meu pai e deles. Mas, foi bom porque no final das contas eu comecei a usar as coisas por um hábito melhor”, diz.
Nesta época, Storm estava começando a faculdade de Engenharia Mecatrônica, na PUC-RJ, e a repercussão do contato com os americanos fez com que ele fosse chamado para ajudar a polícia carioca. “Fiquei conhecido pela expertise de segurança e um promotor de justiça do Rio me chamou pra ver alguns casos não resolvidos com uma rede de pedofilia”, explica. Mais de dez pessoas foram denunciadas a partir deste trabalho.
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Com destaque na mídia, Storm conseguiu investimento para criar seu primeiro negócio, uma empresa de segurança da informação, em 1998. “Tivemos 3 anos de atuação e fomos vendidos para uma multinacional espanhola”, diz. Durante quatro anos, o empresário não poderia trabalhar na mesma área e se arriscou com outros negócios, como uma boate. “Comprei uma casa, fiz um plano de aposentadoria e torrei todo o dinheiro”, lembra.

Depois de várias broncas do pai, Storm resolveu voltar ao trabalho. “Passei em uma pós no MIT e fiquei um ano lá. Voltei no final de 2007 e fundei a Storm Security, que não atua só com segurança de infraestrutura, mas com desenvolvimento de sistemas críticos, que não podem parar de forma alguma”, conta.

A empresa, responsável por manter funcionando coisas como emissoras de televisão e usinas nucleares, tem 15 funcionários e faturou 3 milhões de reais no ano passado. "Devemos chegar a um faturamento de 5 milhões de reais neste ano", diz. Além disso, um braço da empresa incuba pequenos negócios e ajuda a desenvolver projetos. É o caso da Storm Defense. “Estamos pesquisando armamento inteligente e não letal. A gente quer se consolidar no mercado de veículos não trip**ados.”

Para os novos empreendedores, Storm diz que a dica é não desistir e se estabelecer em um nicho bem definido. “Nunca desista. É muito difícil se consolidar no mercado brasileiro, que tenta te botar para baixo de qualquer jeito e tem um sócio parasita que ganha 30% a 40% de tudo que você produz”, afirma.

Hacker que invadiu a NASA conta como virou empreendedor milionário.Wanderley de Abreu Júnior, ou Storm, invadiu os compu...
22/04/2012

Hacker que invadiu a NASA conta como virou empreendedor milionário.


Wanderley de Abreu Júnior, ou Storm, invadiu os computadores da NASA, levou uma bronca do governo americano e virou empresário de sucesso

22/04/2012
22/04/2012

MyGloss aproveita pop**aridade no Facebook para crescer como franquia.

São Paulo – Ter uma presença no Facebook é quase obrigação para toda empresa hoje, seja qual for o porte ou a área de atuação. Com o potencial de atrair consumidores e até vender através da rede social, as grandes empresas estão investindo rios de dinheiro para estar online. Uma das maiores páginas de moda no Facebook, no entanto, é de uma marca de bolsas e acessórios com apenas quatro lojas abertas, a MyGloss. “Nós começamos dando dicas no Facebook antes mesmo de abrir as franquias”, conta Rodrigo Stocco, sócio da empresa.
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Hoje, a empresa tem mais de 400 mil fãs no Facebook – para se ter uma ideia, a Centauro, por exemplo, tem pouco mais de 300 mil fãs - e atua principalmente dando dicas e tirando dúvidas. “É importante não ficar forçando a venda na página”, opina. Segundo o empreendedor, recentemente a empresa incluiu uma loja na página para atender a demanda das clientes.

Rodrigo era diretor de uma revenda da Ambev, em Campo Grande, quando começou a pensar em criar sua própria empresa. Apesar de empregado, ele já era franqueado de algumas redes quando se uniu à irmã, Kátia, estilista e arquiteta, e resolveu abrir a MyGloss. “A minha irmã já tinha a marca muito bem formatada na cabeça. É uma loja para quem é conectado e liga para moda”, diz.

Depois de investir dois milhões de reais, os irmãos inauguraram a primeira unidade, em Campo Grande. “A minha experiência como franqueado ajudou muito na parte de gestão. A gente precisou aprender mais como lidar com os fornecedores”, conta Rodrigo. Diferente da maioria das redes no mercado, a MyGloss cria e produz suas peças. “A gente tem uma equipe de criação e trabalhamos com dois produtores terceirizados”, explica.

Mesmo assim, para aumentar a competitividade, a marca já estuda importar parte das peças da Ásia. “Produzir aqui custa pelo menos o dobro. A gente pretende importar 30% do mix, o básico mesmo”, conta Rodrigo.

Entre os produtos estão bolsas, cintos, colares, acessórios de cabelo, brincos, pulseiras e anéis. Os preços variam de 19 a 499 reais. "Quem não liga para moda vai achar que é caro, mas as clientes entendem o valor dos produtos que estão em alta", explica. Neste ano, a MyGloss calcula um faturamento de 9 milhões de reais.

Com o crescimento online, Rodrigo diz que é hora de começar a expandir com lojas físicas. Hoje, funcionam duas unidades em São Paulo e duas em Campo Grande. “Planejamos abrir 20 franquias neste ano”, diz. A estratégia é estar nas principais capitais. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Recife, Goiânia e Porto Alegre, onde estão a maioria dos fãs da empresa na rede social, são áreas de interesse.

O investimento mínimo exigido para abrir uma franquia é de 275 mil reais. O prazo de retorno do capital é de 24 meses, em média. As lojas costumam ter entre 30 e 45 metros quadrados e seis funcionários. O faturamento médio mensal de uma unidade é de 70 mil reais.

A rede de lanchonetes McDonalds veiculou comercial associando o McLanche Feliz ao filme de animação infantil Rio, mostra...
19/04/2012

A rede de lanchonetes McDonalds veiculou comercial associando o McLanche Feliz ao filme de animação infantil Rio, mostrando que as crianças que comessem o lanche ganhariam como brinde um dos personagens de Rio.

O comercial, exibido nas salas de cinema antes do filme, mostrava que as crianças que comessem o lanche ganhariam como brinde um dos personagens de Rio. O anúncio dizia “Nos sonhos, tudo pode acontecer, até mesmo voar”. E as imagens mostravam as crianças comendo o lanche e voando, juntamente com os personagens.

Entendo que o McDonalds feriu a norma do Conar, que diz que as ações publicitárias devem presumir a menor capacidade de discernimento dos menores de 12 anos. Além disso, o McDonald’s é signatário de um compromisso público de empresas do setor alimentício, por meio do qual se comprometeu a não fazer publicidade para crianças de até 12 anos sobre alimentos ou bebidas ricos em sódio, açúcar, gorduras saturadas ou trans- tudo o que está presente no trio “sanduíche ou nuggets+fritas+refrigerante” que compõe o McLanche Feliz. E outro compromisso firmado pela rede de lanchonetes era não fazer propaganda dos brindes oferecidos com o intuito de ampliar a venda de seus lanches para crianças.

por: Rosamaria H. H. Barna
Sem comentários | 8 de setembro de 2011

19/04/2012

Outback foca no relacionamento para se diferenciar
Rede cresce promovendo experiência no ponto de venda
Por Juliana Castro, do Mundo do Marketing | 31/01/2011
[email protected]

Promover uma experiência única é o que propõe o Outback para manter a marca forte e conquistar os consumidores. Sustentando o pilar de Steakhouse, uma casa de carnes, e trabalhando a hospitalidade, a empresa completa 14 anos no Brasil em 2011. Com foco constante em relacionamento, o treinamento da equipe de funcionários é baseado em um contato o mais próximo possível do cliente para que ele sinta-se em casa. A rede norte-americana chegou ao país por meio de Peter Rodenbeck, empresário responsável pela vinda do McDonald’s, que estava em busca de um novo negócio.

A marca abriu sua primeira unidade no país em 1997, no Rio de Janeiro, na Barra de Tijuca, que ganhou fama como o “restaurante da casinha”. Mesmo sem contar com uma estratégia de Marketing no primeiro momento, a ideia foi bem aceita, já que o país é grande consumidor de carne. O Outback também despertou a curiosidade por ser novidade e pela decoração diferenciada. Em seguida, o trabalho da assessoria de imprensa reforçou a identidade da rede com a temática australiana.

Desde a abertura de sua primeira loja, a marca cresceu e difundiu seu conceito pelo país. Entre 2009 e 2010, a rede cresceu 20%. Hoje são 29 pontos de venda distribuídos entre Rio de Janeiro, Niterói, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Goiânia, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Vitória. O projeto de expansão prevê ainda a ampliação da presença nos locais onde já existe e em novos mercados.

18/04/2012

Não existe um jeito errado de fazer a coisa certa.

27/03/2012 - por Carlos Faccina | Educação, Ética, Felicidade, Gestão.

Um dos maiores ensinamentos que podemos adquirir para nossas carreiras e para as nossas vidas é considerar que não existe um jeito errado de fazer a coisa certa. Quanto mais tempo passa e mais experiência conquistamos, mais verdadeira torna-se essa afirmativa para mim.
Parece simples, até óbvia.
Mas a vida é repleta de decisões. Quantas vezes você não foi tentado a renegar seus valores para chegar a novas conquistas? Digo isso porque neste momento você pode estar pensando em conduzir questões da sua vida desviando pouco ou muito de padrões éticos e morais para atingir objetivos que considera louváveis ou legítimos.
Posso lhe assegurar que nesse caminho não há atalho.
No Brasil ainda vivemos essa percepção de que o “jeitinho” pode estar associado a uma certa esperteza. Quando uma pessoa fura a fila, alguém até pensa que poderia ser ele a estar lá e que seguir na fila é uma grande besteira, condição restrita aos comuns mortais.
O caminho certo é duro, longo e exige muito esforço. Mas só ele leva ao objetivo certo. Não fazer concessões pode parecer uma besteira agora, mas elas vão cobrar seu preço lá na frente, posso lhe assegurar.
Fazemos pequenas concessões todos os dias. No trânsito, no trabalho, com nossos filhos. São transgressões silenciosas. Consideramos pequenos desvios, uma certa flexibilidade ética em favor de um reconhecimento, de uma penalidade menor ou de uma vitória numa concorrência.
Com o tempo, os desvios serão tão normais, costumeiros, que vão passar a ser considerados como regra. Você deixará de ver o mundo regido pelos padrões legais e morais. Até uma câmara escondida revelar que somos nós ali expostos no que há de pior da condição humana, afirmando, sem vergonha nenhuma, que essa é a “ética do mercado”.

Endereço

Avenida Heitor Villa Lobos
São José Dos Campos, SP

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