07/11/2021
Muito se questiona sobre o que é realmente ter uma vida plena.
Existem pessoas que acham que a vida cristã consiste em abandonar todos os divertimentos e as alegrias da vida e virar um cristão fechado para o mundo, vivendo uma vida religiosa de plena tristeza.
Outros pensam que para se ter uma vida plena, necessário é sair com os amigos para uma rodada de bebidas, não assumir compromissos sentimentais e ficar com quem bem entender, ou ainda realizar-se profissionalmente e financeiramente, não importando o lado espiritual. Este é o quadro que muitos jovens estão pintando em suas vidas.
Entretanto, muitos desconhecem a temática de que Cristo Jesus morreu por nós para nos dar uma vida plena de alegria: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância” (João 10.10b). Deus, que nos deu o ar que respiramos, não deseja que como crentes salvos e remidos em Jesus, vivamos uma vida vazia, deprimida ou infeliz, Ele deseja que vivamos 100% feliz.
O desejo do Deus Todo-Poderoso é que o verdadeiro cristão tenha uma vida plena de alegria e paz, por isso, Jesus morreu por nós, para te dar vida de qualidade aqui na terra e vida eterna nos céus.
Que é uma vida abundante? Aliás, o que é abundância? Aqui está uma definição: "Fartura sem limite".
É o mesmo que grande quantidade – algo pleno, cheio. Quer dizer, também, exuberância. Este foi o tipo de vida que Jesus teve e que nós também podemos ter.
Muita gente não entende isso, nem tampouco o que é o verdadeiro cristianismo. Muitas pessoas que se dizem cristãs não sabem o que é uma vida cristã plena e são desnecessariamente infelizes.
Precisamos ter :
“ATITUDE”.
Atitude para traçar e perseguir esta meta: entusiasmo em meio às dificuldades, “ambição piedosa” pelos projetos de vida reanimados com esperança e fé, vivendo pela Palavra de Deus.
Atitude para obedecer à autoridade da Bíblia, que deve ser considerada em tudo na vida. Atitude para colocar Deus em nosso projeto de vida pessoal..
Agindo assim, nós venceremos a própria natureza humana e o mundo, resistindo a Satanás, aproximando-nos sempre de Deus pelo estudo diário e constante da Bíblia, tendo um relacionamento espontâneo e forte com Ele.
As recomendações do salmista combatem esse sentimento negativo:
“Não te enfades” (vv. 1, 7,8), melhor traduzido por não te indignes, não te zangues, não fiques revoltado. Essa ira e furor só prejudicam a vida do crente (v.8). “Não tenhas inveja” (v.2).
Em vez de ficar olhando para o ímpio, o crente deve voltar o olhar para Deus. Olhar, aqui, é mais que simples levantar os olhos para o céu.
Este salmo mostra diversas atitudes que o crente deve tomar para que tenha uma vida abundante.
1. Confiar no Senhor (v.3)
A confiança é fundamental em nossa relação com Deus; não há substitutos para ela. Os muitos anos de destacado compromisso com Deus não puderam evitar a ira do Senhor quando Asa confiou em si mesmo, e não nele. Conquanto o perigo que Asa enfrentou fosse formidável, ele não foi desculpado por fazer o tratado com Ben-Hadade. Ele deveria ter-se voltado para o Senhor.
Sua reação, quando foi repreendido, piorou seu apuro; ele deveria ter-se arrependido humildemente. A fé é um elemento fundamental em nossa relação com Deus; sua importância é quase impossível de enfatizar excessivamente. Como aplicá-la em situações concretas em nossas vidas?
• Enfrentando crises. Conforme enfrentamos várias crises, é fácil nos voltarmos para soluções humanas, em vez do Senhor. Crises financeiras podem levar-nos a desonestidade ou a sacrificar o Senhor pela carreira, em vez de nos voltarmos para ele para resolver o problema. Crises emocionais podem levar-nos a buscar soluções em dr**as e em terapias humanistas, antes de levar os problemas ao Senhor.
Crises familiares podem levar a aconselhamento baseado em pressuposições atéias, em vez de a um novo compromisso com a vontade de Deus.
• Crises físicas podem levar-nos a colocar nossa principal fé em médicos e medicamentos, em vez de colocá-la no Senhor.
Deus pode usar médicos (Colossenses 4:14), mas todas as bênçãos, incluindo cura, no final, procedem do Senhor.
"Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas" (Pv 3:5-6).
• Convertendo os perdidos. Nossa principal missão, como a de Jesus, deve ser buscar e salvar os perdidos (Lc 19:10). A maneira como buscamos cumprir esta tarefa prova nossa fé.
Do ponto de vista bíblico, a semente é a palavra, e o poder para converter está no evangelho. Os cristãos do primeiro século convertiam os outros pregando Jesus Cristo e este crucificado (1 Co 2:1-5). Uma abordagem tão simples referente ao evangelismo testa nossa confiança no Senhor.
Não parece que possa conseguir resultados impressionantes.
E, de fato, não consegue, em termos humanos. Ela apela apenas para uns poucos (Mateus 7:13-14) e não atrai o povo bem respeitado do mundo (1 Co 1:26-31). A tentação está em arrumar nossos próprios métodos para ‘atingir os perdidos’ e para a igreja crescer.