Luara Fukumoto Marketing

Luara Fukumoto Marketing Marketing para MEI e MPE.

Pesquisar sobre idadismo com foco em mulheres no mundo corporativo é atraente porque, o que mais me intriga, são os carg...
19/01/2024

Pesquisar sobre idadismo com foco em mulheres no mundo corporativo é atraente porque, o que mais me intriga, são os cargos de alta gestão.

Atualmente, é indiscutível que a maioria destes cargos é ocupada por homens.

Te convido para um exercício empírico:

Quantas mulheres você conhece que trabalham fora de casa?

Destas mulheres, quantas trabalham em grandes empresas nacionais ou multinacionais?

Dentre estas mulheres, quantas têm cargos de liderança?

E quantas destas estão na alta gestão, como CEOs, CFOs, CMOs, COOs, Diretoras e afins?

Qual a idade destas mulheres em cargos de alta gestão?

E qual a idade das que, apesar de terem competência, disposição e disponibilidade para chegarem a tais cargos, ficaram pelo caminho?

Quais os motivos para mulheres desistirem de altos cargos? Quais os motivos para insistirem e desejarem os altos cargos?

É aí que reside meu maior interesse de pesquisa: mulheres em cargos de alta gestão nas grandes corporações e a influência de suas idades para chegarem ou não aos seus cargos.

Há um maior movimento de inclusão acontecendo, mas entendo que há muito a ser melhorado ainda.

E é por isso que pesquiso, leio, estudo e produzo nesta área, para ajudar a melhorar de alguma maneira, o cenário de trabalho feminino.

Boraaaa! 🤓🤓🤓🤓

Meu olhar sempre foi dos céus.É lá que respiro. Que me encontro.Onde fortaleço o meu caminhar aqui.
15/01/2024

Meu olhar sempre foi dos céus.
É lá que respiro. Que me encontro.
Onde fortaleço o meu caminhar aqui.

Em tradução livre, o quadrinho ali diz o seguinte:“- Permita-me interromper sua expertise com a minha confiança.”Mulhere...
14/01/2024

Em tradução livre, o quadrinho ali diz o seguinte:
“- Permita-me interromper sua expertise com a minha confiança.”

Mulheres, já passaram por uma situação em que você entende muito de algum assunto porque trabalha com isso há bastante tempo, porque pesquisa sobre há décadas mas sempre tem um homem que nem da área é e vem te “dar uma dica” porque “pode ser que você não tenha pensado nisso”?

Perdi as contas de quantas palestras, exposições, fóruns, workshops, aulas, etc... das quais já participei e notei um padrão: homens falam muito mais do que mulheres. Reparem. Levantam as mãos para opinar, para mostrar seu ponto-de-vista, para “enriquecer” o debate, etc...

E se, por ventura, uma mulher estiver à frente, palestrando sobre algo, algum homem na plateia terá alguma “dica valiosa” para dar para ela.

Veja, o ponto aqui não é demonizar os homens. Enriquecer debates é super válido e acredito muito que o crescimento só vem de conversas, discussões e debates.

A questão aqui é identificar e apontar as situações em que nós, mulheres, temos mais conhecimento para compartilhar, estamos em posição para tanto e, ainda assim, somos apagadas por algum homem que não tem a mesma capacitação que nós mas que não consegue somente ouvir e aprender.

Ainda estamos tomando nosso espaço no mercado de trabalho e a cada oportunidade que temos de falar e mostrar nosso trabalho, quando somos interrompidas por homens que não entendem do assunto mas têm uma autoconfiança inabalável, estamos numa situação de apagamento

Abrir espaços para conversas é enriquecedor e necessário ao crescimento, e estarmos atentas a quando este espaço nos é tomado (mesmo que inconscientemente) é uma outra parte importante do nosso crescimento profissional

Nosso espaço em mesas de reunião ainda é pouco, assim como nossos convites e contratos para palestras quando comparados aos dos homens. Estejamos atentas para não perdermos estas oportunidades dando espaço a comentários que não enriquecem e nos apagam

Nossos conhecimentos e expertise não são menores do que os dos homens pelo simples fato de sermos mulheres, a construção de conhecimento passa por muitas variáveis e as nossas são tão válidas quanto as deles.

Outro ponto da minha pesquisa de mestrado é sobre as mulheres no mundo corporativo.Trabalhei em multinacionais e, além d...
11/01/2024

Outro ponto da minha pesquisa de mestrado é sobre as mulheres no mundo corporativo.

Trabalhei em multinacionais e, além de já ter passado por muitas situações pelas quais homens dificilmente passam, vi muitas outras mulheres passando pelas mesmas situações, independentemente dos cargos que ocupávamos.

Estar pesquisando este tema me mostra que nem parece que estamos em 2024, dadas das práticas que ainda se repetem em uma das maiores metrópoles do mundo: São Paulo - quando o assunto é mulher no mundo corporativo.

Por exemplo: em 2023, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) levantou que mais de 2,5 milhões de mulheres não trabalharam para cuidar de parentes ou de tarefas domésticas. Ou seja, 2,5 milhões de mulheres aptas ao trabalho simplesmente não procuraram emprego porque precisavam estar disponíveis para o cuidado com a família.

E apenas 17 mil homens deram a mesma justificativa (precisar cuidar de parentes e de tarefas domésticas) para não estarem procurando emprego.

Foram 2,5 milhões de mulheres versus 17 mil homens.

Além disso, há a discriminação das mulheres no ambiente corporativo onde, segundo pesquisa do Insper (2022), 71% dos cargos de liderança são ocupados por homens e 29% por mulheres.

Apesar de estarmos vivendo uma fase de maior inclusão profissional, ainda há diferenças consideráveis e relevantes em relação a mulheres em posição de liderança, salário e vagas.

Existem muitos fatores que contribuem para a discriminação das mulheres no mundo corporativo: a força da cultura que lhes atribui a função de cuidado, esta mesma função de cuidado como inibidora de maior dedicação das mulheres em buscarem posições mais altas dentro das empresas que exijam mais dedicação de tempo, machismo em processos seletivos, machismo no ambiente de trabalho, machismo na estrutura das políticas de promoção e ofertas de cargos e muitos outros fatores que venho descobrindo com a minha pesquisa.

Pesquisar sobre mulheres mais velhas no mundo corporativo é uma busca por entender, explicar e quiçá, ajudar a melhorar não somente o cenário profissional para as mulheres no futuro, mas também melhorar a sociedade como um todo.

Este é o primeiro post de uma série para conversarmos sobre um dos motivos pelos quais nós, mulheres, enfrentamos tantas...
07/01/2024

Este é o primeiro post de uma série para conversarmos sobre um dos motivos pelos quais nós, mulheres, enfrentamos tantas dificuldades em tantas áreas das nossas vidas: o apagamento.

Você já esteve numa reunião e ficou com a sensação de que ninguém ali estava te ouvindo?

Ou já viveu a situação de nem ser considerada para algum projeto ou vaga em que somente homens foram indicados?

E a clássica que não falta nunca: você fala algo que é desconsiderado e/ou ignorado e quando um homem fala, a ideia é discutida.

Estas são situações comuns e frequentes de apagamento pelas quais passamos no ambiente corporativo e que se repetem nas nossas rotinas também.

Mas como podemos começar a mudar isso? Com nossas micro-revoluções (aprendi este termo com a potente .viegas de quem tenho orgulho de ser amiga☺️).

A primeira MR (micro-revolução) começa por nós mesmas.

Quando nos dedicamos a algo, nos esforçamos, nos desdobramos para alcançar algum resultado e alguém finalmente nota e comenta:

"- Nossa, (insira aqui o seu nome), parabéns! Isso que você fez deve ter dado um trabalhado e ficou ótimo!"

Aí, o que você responde?

"- Que nada. Foi simples, nem levou tanto tempo assim."

⚠️ Olha você se apagando, apagando seu próprio esforço, seu conhecimento, sua dedicação, seu tempo!

Quantas vezes você já fez isso? E por qual motivo você não se valoriza ou não se orgulha do que fez e faz? Já parou para pensar nisso?

Um passo seguinte é: quando alguma mulher perto de você fizer isso, ensine-a a enxergar e a valorizar todo o esforço dela também.

Precisamos nos valorizar, reconhecer e nos orgulharmos de todo nosso esforço e dedicação para começarmos a mudar para melhor nossas realidades.

E se nos unirmos e apoiarmos as mulheres ao nosso redor, estaremos criando uma rede forte de mulheres conscientes de suas capacidades e que confiam umas nas outras. ❤️ ❤️

Então, o que você acha? Acha difícil fazer esta MR (micro-revolução)? Acha válido? Acha que não dá diferença nenhuma?

Vamos conversar e nos fortalecer. 🌸🌸

Bora começar a praticar?!

Beijim. 😘

Fotografar me atrai pela luz.Sou apaixonada por luz. Como dizíamos no teatro: “luz é vida”. E eu concordo.Como ela incid...
05/01/2024

Fotografar me atrai pela luz.

Sou apaixonada por luz. Como dizíamos no teatro: “luz é vida”. E eu concordo.

Como ela incide sobre os objetos e nos ambientes. Como as pessoas se posicionam.

O que a luz mostra. E o que sua ausência destaca.

Fotografar me atrai pela luz e pela permanência tão inconstante daquilo que não volta mais, mas ficou gravado.

Tem fotografia que “só sai”, outras são pensadas...

Mas todas são recortes pequenos, singelos, cheios de significados de um pedaço de cada vida.

Você já ouviu, alguma vez na sua vida, que você ainda era muito nova para assumir algum cargo ou estar à frente de algum...
03/01/2024

Você já ouviu, alguma vez na sua vida, que você ainda era muito nova para assumir algum cargo ou estar à frente de alguma equipe?

Ou então, já percebeu como as pessoas te isolam socialmente e te olham com julgamento porque você é mais velha do que elas?

Não importa quanto você saiba, quanta experiência tenha ou quão animada esteja para assumir um novo cargo ou começar algo novo, você é julgada pela sua idade.

➡️ Este comportamento julgador e excludente com as pessoas por conta de sua idade é chamado de IDADISMO, que significa a mesma coisa que ETARISMO.

➡️ Ambos os termos são traduções em português do termo em inglês “ageism”, que significa exatamente a mesma coisa: preconceitos, estereótipos e discriminações direcionadas às pessoas com base em sua idade.

Você deve estar lendo e ouvindo com mais frequência os termos “idadismo” e “etarismo” mas se parar para pensar, vai ver que estes preconceitos, discriminações e estereótipos existem há muito, muito tempo.

É só pensar nas piadas sobre velhos e velhas que você ouviu desde criança, por exemplo. Ou algo bem sério e que é bem alinhado ao meu tema de pesquisa no mestrado: quantas pessoas com mais de 50 anos trabalham na empresa em que você trabalha?

O último censo (2022) mostrou um aumento de 57% (!!) na população com mais de 65 anos em relação a 2010. Em 2010, o Brasil tinha 14.1 milhões de pessoas nesta faixa etária, em 2022, o número era de 22.2 milhões de pessoas.

Não vou ficar falando de muitos números não, só estes aí já mostram que a longevidade e os serviços de saúde pública estão nos ajudando a viver mais.

🌸 Já que esta população só vai aumentar e nós, inclusive, faremos (ou já somos) parte dela, bora conversar mais sobre idadismo, sobre como envelhecemos e como tratamos as pessoas mais velhas?

Acredito muito que conversando a gente sempre encontra maneiras de lidar melhor com as coisas e de sermos melhores.

Então, vou contando sobre minha pesquisa de mestrado, minha motivação, o que tenho descoberto e você vai tirando suas dúvidas, contando suas experiências e vamos nos construindo pessoas melhores.

Bora?!

Beijim de 42. 😘🌸

2023 foi um turbilhão tão intenso que gerou um textão que guardei para reler no final de 2024.O que mais importa no text...
30/12/2023

2023 foi um turbilhão tão intenso que gerou um textão que guardei para reler no final de 2024.

O que mais importa no textão é o que desejo para o seu e para o meu 2024:

Elogie-se.
Celebre toda e cada mínima conquista sua.
Seja compreensiva com você mesma.
Reconheça seus esforços.
Seja gentil com você mesma.

 E que seu novo ano seja tão lindo quanto você! ❤️

30/12/2023
Celebrando e agradecendo 2023. ❤️Que venha 2024!
20/12/2023

Celebrando e agradecendo 2023. ❤️
Que venha 2024!

Dia 1 de agosto deste ano comecei o meu Mestrado, quando tirei esta foto 1.Sei bem o que quero com ele e justamente por ...
18/12/2023

Dia 1 de agosto deste ano comecei o meu Mestrado, quando tirei esta foto 1.

Sei bem o que quero com ele e justamente por isso participei do processo seletivo no . Tenho a honra de ser orientada pela Professora Doutora Gisela Castro .

Além dos congressos em que participei como ouvinte, também apresentei artigos. 😍😍

O primeiro foi em co-autoria com minha orientadora, apresentamos artigo no Fazendo e Desfazendo Gênero da . (foto 2)

O segundo foi meu primeiro artigo aprovado em vôo solo no Comunicon da . (fotos 3 e 4)

E nas fotos 5, 6 e 7, a apresentação que realizei do artigo em co-autoria com minha orientadora, aprovado no ._ realizado em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. A foto 7 é só biscoitagem mesmo, porque sim. 😁🍪

A Luara da foto 8 mudou muito mais do que o corte de cabelo. E estou já prontinha para o segundo semestre do Mestrado. Que ele seja ainda mais surpreendente positivamente que o primeiro! 😍

Agradeço MUITO a todos que me apóiam diariamente nesta nova construção com abraços, silêncios, ideias, tempo, paciência e amor. Vocês são poucos em números mas ESSENCIAIS nos meus dias e vocês sabem quem são. Amo vocês por isso também ❤️.

Vamos que logo tem mais!! 🥰 🥰

Já cansou de ler e ouvir sobre "propósito"?Só porque estão usando muito o termo não quer dizer que ele não é importante....
20/11/2023

Já cansou de ler e ouvir sobre "propósito"?

Só porque estão usando muito o termo não quer dizer que ele não é importante.

Aqui nos processos de planejamento e construção de marca da Simbios costumamos começar por ele.

Montar um negócio do zero exige várias decisões constantes e importantes.

Sem um propósito claro para a sua vida, você, dona do negócio, não terá energia para cuidar do propósito do seu negócio.

E tem uma coisa: nem sempre você sabe qual seu propósito logo de cara e vai descobrir lá no meio da caminhada. Tá tudo certo com isso. 😊

O importante é não largar seu propósito depois que encontrá-lo.

Amar o seu propósito pessoal tornará tudo mais fluido, inclusive o seu negócio.

Endereço

São Paulo, SP

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