19/08/2020
Uma crise de imagem, se não for bem gerenciada, pode ter resultados terríveis.
Hoje faleceu Moisés Santos. Em tempos de COVID-19, a notícia da morte de alguém parece que não nos impacta tanto. Ledo engano. Nenhum ser humano está preparado para ler uma notícia destas sem ficar "down", pesaroso. O prestar socorro e apoio a uma família é importante nesse momento. Assim como demonstrar respeito e atenção.
Porém, não parece ter sido isso que aconteceu com a morte de Moisés Santos, 51 anos, que faleceu de um infarto no local onde trabalhava. Moisés era promotor de produtos alimentícios e estava trabalhando no Carrefour da Torre, zona oeste de Recife.
O problema: a loja isolou a área e colocou tapumes e (pasmem!) caixas de cerveja e guarda-sóis para tampar o corpo de Moisés. Ficou aparente para todos os que passavam que a loja queria "esconder" o ocorrido. Lastimável!
A morte é um tema muito caro para a infinita maioria dos seres humanos. Tratá-la com desdém é péssimo para a imagem de qualquer um. E para uma marca então, é sinônimo de uma imagem arranhada, como uma entidade que não se sensibiliza com aquilo que realmente importa!
Tapumes, caixas de papelão e engradados de cerveja também foram colocados para isolar cadáver. Homem atuava como representante de vendas de uma empresa fornecedora e não era funcionário do Carrefour. Estabelecimento disse que 'protocolos para que as lojas sejam fechadas quando fatalidades como ...