11/03/2021
Recentemente o mercado esportivo (e quem ama esporte) se viu de queixo caído quando um dos maiores assets da NIKE trocou a gigante norte-americana pela PUMA.
Neymar, depois de anos na NIKE e muita identificação com a marca, foi pra PUMA ser o maior astro da marca no esporte. Algo que seria muito difícil (ou quase impossível dentro da NIKE) com a presença de craques como Cristiano Ronaldo, Lebron James, Naomi Osaka, entre outros.
Mas o que uma marca "ganha" ao ter um atleta os representando? Hoje muito mais que antes - principalmente as crianças e adolescentes - querem a chuteira do Neymar, a raquete da Naomi. Os atletas passaram a dar a cara pro produto. Tenho certeza que pouquíssimas pessoas quando chegam na loja sabem o nome da chuteira do Cristiano ou a raquete da Serena. Mas as compram primeiro por ser de uma marca grande, e segundo (não menos importante) por ser endossada por um atleta de alto nível que gera o aspiracional de quem compra.
Ter o item usado pelo atleta X ou Y é o mais perto que podemos chegar de ser, ou sentir, um atleta profissional. E as marcas sabem muito bem disso, afinal, que menino nunca fez um gol e gritou: "GOOOL! NEYMAR!" ou que menina que não fez um gol pensando ser a Marta?