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20/05/2026

A Copa do Mundo de 2026 pode movimentar muito mais do que a paixão pelo futebol. Segundo um estudo da FGV, o torneio deve gerar impactos relevantes na economia brasileira — especialmente no consumo doméstico.

Com mais seleções, mais jogos e horários espalhados ao longo do dia, a expectativa é de mudanças na rotina das pessoas e no comportamento de consumo. Entre os setores mais beneficiados estão alimentos, bebidas, delivery, bares, restaurantes e serviços de entretenimento.

O estudo aponta que partidas disputadas aos fins de semana tendem a impulsionar ainda mais os gastos, principalmente por coincidirem com momentos tradicionais de lazer e reposição doméstica.

Além do espetáculo esportivo, grandes eventos como a Copa funcionam como verdadeiros motores econômicos, influenciando hábitos, deslocando atenção e criando novas oportunidades de mercado.

No fim, o futebol não movimenta apenas torcidas. Movimenta cidades, negócios e consumo em escala global.

Fonte: Forbes

13/05/2026

Vinte anos depois, “O Diabo Veste Prada” volta aos cinemas falando muito menos sobre moda… e muito mais sobre trabalho, poder, reputação e sobrevivência profissional.

Se o primeiro filme retratava o glamour das grandes revistas em seu auge, a sequência mergulha em um mercado em transformação, onde prestígio disputa espaço com algoritmos, pressão por resultados e crises amplif**adas pelas redes sociais.

E talvez seja exatamente por isso que a história parece tão atual.

Entre as principais lições do filme:

• Liderança é assumir o impacto, não terceirizar culpa.
• Adaptabilidade vale mais do que histórico em momentos de mudança.
• O assistente de hoje pode se tornar o executivo de amanhã.
• Perder um emprego também pode ser um reposicionamento estratégico.
• Quem não comunica suas ambições corre o risco de f**ar invisível.

No fim, “O Diabo Veste Prada 2” fala sobre algo que atravessa qualquer carreira: saber se reinventar sem perder relevância.

Fonte: Exame

06/05/2026

O passado nunca esteve tão presente. 💿📸📻

O mercado vintage deixou de ser nostalgia para virar comportamento. Vinis, câmeras analógicas e revistas voltaram com força — não só como consumo, mas como identidade.

O vinil é o maior símbolo: ultrapassou US$ 1 bilhão em receita pela primeira vez desde 1983, com milhões de unidades vendidas e preços que transformaram discos em itens de luxo e coleção. Mais do que ouvir música, trata-se de sentir a experiência.

Artistas como Taylor Swift entenderam isso com precisão, criando versões exclusivas que fortalecem o vínculo com fãs e transformam o físico em desejo.

Enquanto isso, o rádio segue firme. Em um mundo de infinitas opções, ele elimina o “paradoxo da escolha” e entrega curadoria, simplicidade e conexão — atributos cada vez mais valiosos.

Fitas cassete, revistas impressas e até câmeras antigas também voltaram ao radar. Não pela praticidade, mas pelo signif**ado: textura, surpresa, presença.

Por trás desse movimento está uma mudança cultural. Gerações mais jovens estão buscando desacelerar, se desconectar das telas e viver experiências mais autênticas e tangíveis.

No fim, não é sobre tecnologia antiga.

É sobre sentir mais e consumir melhor.



Fonte: Forbes

Assistentes de IA já fazem parte da rotina — escrevem e-mails, organizam agendas, ajudam em decisões e até viram apoio e...
29/04/2026

Assistentes de IA já fazem parte da rotina — escrevem e-mails, organizam agendas, ajudam em decisões e até viram apoio emocional.

O problema é que isso ficou tão natural que quase não percebemos: essas ferramentas já participam da nossa vida mental.

E aí surge a pergunta incômoda: quando deixam de ser ferramenta e passam a influenciar nosso bem-estar?

A tecnologia nunca foi neutra. Ela molda hábitos, preferências e decisões. E, diferente das plataformas do passado, a IA é contínua, personalizada e aprende com você.

Ou seja: não só responde. Ela influencia.

O risco? Otimizar as métricas erradas — engajamento, rapidez, uso — pode gerar dependência, reduzir autonomia e até enfraquecer nossa capacidade de pensar com profundidade.

No fim, bem-estar não cabe em algoritmo.

Por isso, três reflexões práticas:
• O que você não deveria delegar?
• Está usando IA para pensar melhor — ou para evitar pensar?
• Você está aprendendo ou só f**ando mais rápido?

A tecnologia pode ajudar.

Mas o protagonismo continua sendo humano.

Antes de pedir ajuda à IA, vale perguntar:
isso é uma tarefa… ou uma decisão?

Fonte: Você S/A

22/04/2026

Mudança no branding:
antes, marca forte = boa ideia + alta exposição. Hoje, relevância vem da aceitação e circulação cultural.

Marca como cultura:
não é só storytelling; é signif**ado construído socialmente a partir de usos, experiências e interpretações.

Base teórica:
autores mostram que valor simbólico nasce na sociedade, não apenas na intenção da empresa.

Papel da publicidade:
não cria cultura do zero; amplif**a sentidos já existentes.

Caso Nike/Seleção:
tentativa de ressignif**ação (“Alegria que Apavora”) falhou por leitura cultural superficial e falta de legitimidade.

Exemplos clássicos:
Brastemp e Bombril viraram cultura via repetição massiva, consistência e mídia concentrada — contexto diferente do atual.

Novo cenário:
audiência fragmentada, comunicação bidirecional e maior poder do público em aceitar ou rejeitar narrativas.

Implicação:
não basta investimento ou criatividade; é preciso legitimidade cultural.

Novo papel do gestor:
atuar como curador cultural, entendendo códigos, tensões e signif**ados já existentes.

Reflexão-chave:
sua marca constrói signif**ado na vida das pessoas ou apenas interrompe com comunicação?

Fonte: Exame

15/04/2026

Pensar nunca foi tão acessível — e tão evitado.

Lá no início do século 20, Lu Xun já provocava: o problema não é falta de informação, é falta de consciência. Hoje, com tudo na palma da mão, a gente confirma isso.

Nunca tivemos tanta opinião… e tão pouca reflexão.
Tanta conexão… e tão pouca presença.

Viramos plateia profissional: assistimos, comentamos, cancelamos — e esquecemos rápido. Enquanto isso, a tecnologia distrai, os algoritmos repetem, e o pensamento crítico vira incômodo.

Pensar dá trabalho.
Pensar rompe narrativas confortáveis.
Pensar exige coragem.

E talvez por isso seja tão raro.

No meio do ruído, a pergunta permanece:
se todo mundo está falando… quem está pensando?

A verdade é simples (e desconfortável):
não falta conteúdo. Falta gente disposta a enxergar, questionar e mudar.

Pensar hoje é quase um ato de resistência.
E talvez seja exatamente disso que o mundo mais precisa.

Fonte: Você S/A

08/04/2026

Você dividiu alguma conta recentemente? Streaming, delivery, corrida, compra em grupo? Então você já está vivendo a nova lógica de consumo — e ela muda tudo no marketing.

O consumidor individual, racional e solitário, ficou para trás. Em 2026, consumir é um ato coletivo. A Geração Z não apenas compra menos — ela decide junto, recomenda, valida e compartilha.

Nesse cenário, surge uma figura invisível: o “coordenador da aldeia”. É quem pesquisa, compara e influencia a decisão de vários. Não é só sobre quem compra, mas sobre quem recomenda.

Por isso, a pergunta mudou: não é mais “por que eu escolheria?”, e sim “por que eu recomendaria?”.

Marcas que ainda falam com o indivíduo estão fora da conversa. E hoje, perder a conversa é perder o cliente.

Sua marca está falando com quem decide — ou com quem apenas consome?

Fonte: Exame

01/04/2026

As regras do marketing estão mudando, e rápido.⚡️

Hoje, plataformas são vitrines, CMOs viram criadores e a Geração Z redefine como marcas e agências funcionam por dentro. O marketing deixou de seguir fórmulas e passou a exigir leitura de contexto, velocidade de aprendizado e conexão real com as pessoas.

Alguns pontos-chave desse novo cenário:

• Social, conteúdo e comércio se misturam. Entender o porquê do público estar ali é o que guia estratégia e criação.
• Dados e métricas são essenciais, especialmente na relação com creators.
• IA vai além da ferramenta: envolve ética, percepção e confiança.
• Saber ouvir (comentários, sinais, tendências) virou vantagem competitiva.

Mais do que campanhas, marcas constroem identidade. Relevância nasce muitas vezes no nicho, na cultura e na co-criação com o público.

E no centro de tudo? Pessoas. A credibilidade hoje é construída por vozes reais — não apenas por instituições.

A Geração Z chega trazendo outra lógica: menos “correria”, mais propósito, aprendizado na prática e conexão com cultura.

O marketing do futuro já começou. A pergunta é: você está acompanhando? 🚀

Fonte: AdAge

25/03/2026

O que vi no SXSW 2026 não foi tendência. Foi diagnóstico.

No meio de um festival feito para conectar pessoas, a cena mais simbólica: gente lado a lado, em silêncio, presa ao próprio celular. Talvez seja isso — estamos mais conectados do que nunca, e cada vez mais distantes.

A tecnologia deixou de ser ferramenta. Agora, persegue objetivos. E quando esses objetivos não são os mesmos que os seus, o jogo muda.

Empresas ainda chamam distribuição de IA de “transformação”, enquanto o sistema de trabalho segue preso a um mundo que já acabou. A hierarquia mudou: operadores executam, designers estruturam, arquitetos definem intenção. E quem não se reposiciona, f**a.

No humano, o alerta é ainda mais urgente. Burnout não é fraqueza — é conta que não fecha. E a IA só acelera isso, eliminando pausas, ciclos e limites.

Enquanto isso, buscamos na máquina o que falta nas relações: presença, validação, conforto. Mas amor sem atrito não é amor. É anestesia.

E o futuro? Não vem em tendências lineares. Vem em tempestades: tecnologia + biologia, trabalho sem humanos, emoções terceirizadas.

O SXSW não mostra o amanhã. Ele escancara o presente que evitamos encarar.

A pergunta não é mais “o que está mudando?”
É: estamos prontos para o que já começou?



Fonte: Exame

19/03/2026

Enfim chegou: ano de Copa do Mundo ⚽️🌎

Ao longo de quase 70 anos, a forma de acompanhar o torneio evoluiu junto com a tecnologia e o comportamento do torcedor. Do rádio — que transformava narração em emoção — à TV via satélite, que globalizou o futebol em 1970, até a explosão das múltiplas telas.

Se em 2002 já víamos a transição para o digital, hoje a Copa é um fenômeno multiplataforma. Em 2022, foram cerca de 5 bilhões de pessoas engajadas. Para 2026, a expectativa é ainda maior. Mais audiência, mais dados e um mercado bilionário movido pela atenção do fã.

O torcedor mudou: agora escolhe onde assistir, interage em tempo real e consome o jogo como experiência social. Streaming, redes sociais, influenciadores e transmissões fragmentadas fazem parte do novo jogo.

E fora de campo? A Copa impulsiona vendas de eletrônicos, reforça o consumo mobile e transforma cada lance em conteúdo compartilhado.

A Copa continua sendo futebol. Mas também é mídia, tecnologia, dados e estratégia.

Prepare o coração, as superstições e os dispositivos. Porque o jogo já começou — dentro e fora de campo. 📱🔥

Fonte: Exame

11/03/2026

Uma nova denominação começa a ganhar força nos EUA : NOLT – New Older Living Trend.

Não é moda. É movimento.

Uma nova forma de enxergar pessoas 60+, 70+ que seguem ativas, curiosas, produtivas e conectadas com o mundo — e, principalmente, donas da própria narrativa.

Gente que já não cabe mais no rótulo ultrapassado de “idoso” e que se recusa a ocupar a prateleira da invisibilidade.

O NOLT escancara uma verdade que ainda incomoda: envelhecer não é parar. Para quem tem o privilégio de chegar lá, pode ser justamente o tempo de mais repertório, clareza, potência e liberdade.

Mesmo assim, no mercado de trabalho, um dos preconceitos mais silenciosos continua operando: o .

Profissionais experientes ainda são descartados não por falta de competência, mas por “excesso” de idade. Como se maturidade, visão estratégica e inteligência emocional fossem defeitos.

O NOLT confronta essa lógica curta e faz uma pergunta simples:

por que ainda temos tanto medo da idade?

Para quem já passou dos 60, o recado é claro:
você não chegou ao fim da linha — chegou a um novo lugar.

E para quem ainda não chegou lá, vale lembrar:
o futuro que você despreza hoje é o mesmo que espera por você amanhã.

No fim das contas, o NOLT não é sobre idade.

É sobre mentalidade.
E essa, definitivamente, não tem prazo de validade.

AgeFriendly

Fonte: Ester Morgan

Endereço

Avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini, 1748, Sala 711
São Paulo, SP
04571-010

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