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23/06/2026

O Brasil está envelhecendo. Mas a publicidade continua agindo como se só a juventude importasse.

Enquanto as marcas correm para falar com os mais jovens, um público enorme, economicamente potente e cada vez mais ativo segue sendo mal representado: os brasileiros com mais de 40 anos.

E o problema não é só falta de atenção — é falta de entendimento.

Estamos falando de pessoas que concentram renda, tomam decisões de compra, priorizam saúde, bem-estar, autonomia, usam tecnologia no dia a dia e querem ser vistas além dos estereótipos. Não como “jovens por dentro”. Não como figurantes. Mas como protagonistas de suas próprias escolhas.

Mesmo assim, 77% acreditam que o envelhecimento ainda é tratado com preconceito. E 30% já deixaram de consumir marcas pela forma como esse público é retratado.

Talvez esteja na hora de o mercado parar de tentar rejuvenescer a conversa, e começar, de fato, a amadurecer o olhar.

Porque longevidade não é nicho. É presente. É potência. E uma das maiores oportunidades de comunicação e consumo dos próximos anos.

Fonte: Forbes

17/06/2026

Antes de perguntar se a Inteligência Artificial vai nos tornar mais felizes, talvez seja preciso fazer outra pergunta: o que, afinal, significa felicidade?

Em sua palestra no AI Summit EXAME, o filósofo Luiz Felipe Pondé provocou uma reflexão que vai além da tecnologia. Para ele, a IA pode aumentar a produtividade, gerar riqueza, resolver problemas e transformar negócios. Mas não oferece, por si só, uma resposta para o bem-estar humano.

Pondé lembra que o medo e o entusiasmo em torno das novas tecnologias não são novidade. Desde a antiguidade, a humanidade debate os limites da técnica, do controle e dos desejos. E, segundo ele, mais eficiência não significa necessariamente mais sentido, mais tempo livre ou mais felicidade.

A verdadeira questão talvez esteja em algo que a tecnologia não consegue entregar: a capacidade de lidar com aquilo que não controlamos, encontrar medida nos desejos e construir uma vida com propósito.

A IA é uma ferramenta poderosa. Pode impulsionar carreiras, empresas e resultados. Mas esperar que ela transforme a condição humana — para melhor ou para pior — pode ser um exagero.

Fonte: Exame

10/06/2026

Pequenos produtores, cooperativas e comunidades tradicionais acabam de ganhar um importante impulso para crescer no ambiente digital.

Uma parceria entre o Mercado Livre e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) vai capacitar empreendimentos ligados às Rotas da Integração Nacional para ampliar sua presença no comércio eletrônico, fortalecer marcas e acessar novos mercados.

A iniciativa contempla cadeias produtivas como café, mel, cacau e mandioca, promovendo qualificação em estratégia comercial, logística, marketing digital e posicionamento competitivo. Além disso, os participantes terão acesso a benefícios como descontos em logística, visibilidade em campanhas, mentorias especializadas e soluções financeiras.

Dez empreendimentos também receberão consultoria em branding, identidade visual, rótulos e storytelling, fortalecendo o valor de suas marcas.

A ação integra a expansão do programa Biomas em um Clique, criado para reduzir barreiras de acesso ao mercado e gerar oportunidades para negócios da sociobioeconomia brasileira.

Mais do que vender online, a proposta busca conectar produtores locais a novas oportunidades de crescimento, renda e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Exame

03/06/2026

O São João deixou de ser apenas uma tradição regional para se tornar um dos períodos mais estratégicos do calendário brasileiro.

Segundo dados da consultoria Binswanger Brazil, a festa junina movimenta até R$ 7,4 bilhões por ano e impulsiona diversos setores da economia. Em algumas cidades, o ciclo junino dura mais de 30 dias, criando um ambiente contínuo de consumo, convivência e circulação de pessoas.

Muito além das quadrilhas e bandeirinhas, o período aquece hotéis, restaurantes, transporte, moda, beleza, turismo, alimentação e comércio local. E o impacto vai além das vendas: a experiência coletiva fortalece vínculos culturais, identidade regional e presença de marca.

Para as empresas, o São João representa uma oportunidade rara de ocupar espaço emocional e simbólico na vida das pessoas. Afinal, grandes eventos populares não movimentam apenas dinheiro — movimentam memória, afeto e pertencimento.

Em um cenário onde atenção e relevância são ativos cada vez mais disputados, entender o valor econômico e cultural das festas populares deixou de ser tendência. É estratégia.

Fonte: Exame

A inteligência artificial generativa já deixou de ser apenas uma ferramenta operacional. Cada vez mais, ela assume funçõ...
27/05/2026

A inteligência artificial generativa já deixou de ser apenas uma ferramenta operacional. Cada vez mais, ela assume funções que antes dependiam exclusivamente da capacidade humana de interpretar, decidir e conectar informações.

Mas existe um ponto importante nessa transformação: empresas não se tornam orientadas por IA apenas adotando tecnologia. Antes disso, precisam reorganizar processos, estruturar dados e desenvolver uma visão mais integrada do negócio.

Hoje, o diferencial competitivo não está apenas em automatizar tarefas. Está em construir uma base capaz de sustentar decisões inteligentes em escala.

Isso exige:
• simplificação de sistemas complexos
• automação com propósito
• revisão profunda dos fluxos operacionais
• e, principalmente, liderança preparada para lidar com mudanças contínuas

A corrida pela IA não será vencida por quem tiver mais ferramentas, mas por quem conseguir criar uma organização capaz de aprender, adaptar e evoluir mais rápido.

No fim, a pergunta deixa de ser “quando investir em IA?” e passa a ser: sua empresa já está preparada para operar com ela?

Fonte: Forbes

20/05/2026

A Copa do Mundo de 2026 pode movimentar muito mais do que a paixão pelo futebol. Segundo um estudo da FGV, o torneio deve gerar impactos relevantes na economia brasileira — especialmente no consumo doméstico.

Com mais seleções, mais jogos e horários espalhados ao longo do dia, a expectativa é de mudanças na rotina das pessoas e no comportamento de consumo. Entre os setores mais beneficiados estão alimentos, bebidas, delivery, bares, restaurantes e serviços de entretenimento.

O estudo aponta que partidas disputadas aos fins de semana tendem a impulsionar ainda mais os gastos, principalmente por coincidirem com momentos tradicionais de lazer e reposição doméstica.

Além do espetáculo esportivo, grandes eventos como a Copa funcionam como verdadeiros motores econômicos, influenciando hábitos, deslocando atenção e criando novas oportunidades de mercado.

No fim, o futebol não movimenta apenas torcidas. Movimenta cidades, negócios e consumo em escala global.

Fonte: Forbes

13/05/2026

Vinte anos depois, “O Diabo Veste Prada” volta aos cinemas falando muito menos sobre moda… e muito mais sobre trabalho, poder, reputação e sobrevivência profissional.

Se o primeiro filme retratava o glamour das grandes revistas em seu auge, a sequência mergulha em um mercado em transformação, onde prestígio disputa espaço com algoritmos, pressão por resultados e crises amplificadas pelas redes sociais.

E talvez seja exatamente por isso que a história parece tão atual.

Entre as principais lições do filme:

• Liderança é assumir o impacto, não terceirizar culpa.
• Adaptabilidade vale mais do que histórico em momentos de mudança.
• O assistente de hoje pode se tornar o executivo de amanhã.
• Perder um emprego também pode ser um reposicionamento estratégico.
• Quem não comunica suas ambições corre o risco de ficar invisível.

No fim, “O Diabo Veste Prada 2” fala sobre algo que atravessa qualquer carreira: saber se reinventar sem perder relevância.

Fonte: Exame

06/05/2026

O passado nunca esteve tão presente. 💿📸📻

O mercado vintage deixou de ser nostalgia para virar comportamento. Vinis, câmeras analógicas e revistas voltaram com força — não só como consumo, mas como identidade.

O vinil é o maior símbolo: ultrapassou US$ 1 bilhão em receita pela primeira vez desde 1983, com milhões de unidades vendidas e preços que transformaram discos em itens de luxo e coleção. Mais do que ouvir música, trata-se de sentir a experiência.

Artistas como Taylor Swift entenderam isso com precisão, criando versões exclusivas que fortalecem o vínculo com fãs e transformam o físico em desejo.

Enquanto isso, o rádio segue firme. Em um mundo de infinitas opções, ele elimina o “paradoxo da escolha” e entrega curadoria, simplicidade e conexão — atributos cada vez mais valiosos.

Fitas cassete, revistas impressas e até câmeras antigas também voltaram ao radar. Não pela praticidade, mas pelo significado: textura, surpresa, presença.

Por trás desse movimento está uma mudança cultural. Gerações mais jovens estão buscando desacelerar, se desconectar das telas e viver experiências mais autênticas e tangíveis.

No fim, não é sobre tecnologia antiga.

É sobre sentir mais e consumir melhor.



Fonte: Forbes

Assistentes de IA já fazem parte da rotina — escrevem e-mails, organizam agendas, ajudam em decisões e até viram apoio e...
29/04/2026

Assistentes de IA já fazem parte da rotina — escrevem e-mails, organizam agendas, ajudam em decisões e até viram apoio emocional.

O problema é que isso ficou tão natural que quase não percebemos: essas ferramentas já participam da nossa vida mental.

E aí surge a pergunta incômoda: quando deixam de ser ferramenta e passam a influenciar nosso bem-estar?

A tecnologia nunca foi neutra. Ela molda hábitos, preferências e decisões. E, diferente das plataformas do passado, a IA é contínua, personalizada e aprende com você.

Ou seja: não só responde. Ela influencia.

O risco? Otimizar as métricas erradas — engajamento, rapidez, uso — pode gerar dependência, reduzir autonomia e até enfraquecer nossa capacidade de pensar com profundidade.

No fim, bem-estar não cabe em algoritmo.

Por isso, três reflexões práticas:
• O que você não deveria delegar?
• Está usando IA para pensar melhor — ou para evitar pensar?
• Você está aprendendo ou só ficando mais rápido?

A tecnologia pode ajudar.

Mas o protagonismo continua sendo humano.

Antes de pedir ajuda à IA, vale perguntar:
isso é uma tarefa… ou uma decisão?

Fonte: Você S/A

22/04/2026

Mudança no branding:
antes, marca forte = boa ideia + alta exposição. Hoje, relevância vem da aceitação e circulação cultural.

Marca como cultura:
não é só storytelling; é significado construído socialmente a partir de usos, experiências e interpretações.

Base teórica:
autores mostram que valor simbólico nasce na sociedade, não apenas na intenção da empresa.

Papel da publicidade:
não cria cultura do zero; amplifica sentidos já existentes.

Caso Nike/Seleção:
tentativa de ressignificação (“Alegria que Apavora”) falhou por leitura cultural superficial e falta de legitimidade.

Exemplos clássicos:
Brastemp e Bombril viraram cultura via repetição massiva, consistência e mídia concentrada — contexto diferente do atual.

Novo cenário:
audiência fragmentada, comunicação bidirecional e maior poder do público em aceitar ou rejeitar narrativas.

Implicação:
não basta investimento ou criatividade; é preciso legitimidade cultural.

Novo papel do gestor:
atuar como curador cultural, entendendo códigos, tensões e significados já existentes.

Reflexão-chave:
sua marca constrói significado na vida das pessoas ou apenas interrompe com comunicação?

Fonte: Exame

Endereço

Avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini, 1748, Sala 711
São Paulo, SP
04571-010

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