ELA Comunica

ELA Comunica Porque Comunicação é Substantivo Feminino!

E a cada nova edição de Avisa que é ELA!, também conhecida como nossa newsletter, a gente vai se superando. A melhor lei...
08/07/2026

E a cada nova edição de Avisa que é ELA!, também conhecida como nossa newsletter, a gente vai se superando. A melhor leitura quinzenal está aqui. Já sabe, né? Link nos stories.

Os pombinhos do Empire State estão passando no seu feed com um recado para você que ainda não começou a organizar o even...
03/07/2026

Os pombinhos do Empire State estão passando no seu feed com um recado para você que ainda não começou a organizar o evento de fim de ano da sua empresa e também não falou com a ELA.

Pode parecer cedo, mas é justamente agora que o planejamento faz diferença.

Quando a organização f**a para a última hora, tudo tende a f**ar mais difícil. Definir conceito, alinhar fornecedores, pensar na experiência, estruturar a comunicação e garantir que cada etapa aconteça como o planejado exige tempo, estratégia e uma boa coordenação.

Na ELA, acompanhamos esse processo do início ao fim, ajudando empresas a transformar eventos em experiências bem executadas, com planejamento, agilidade e atenção aos detalhes.

Fale com a gente.

Tem dias que começam do jeito que a gente gosta: com clientes ocupando espaços qualif**ados na imprensa. Hoje foi assim,...
01/07/2026

Tem dias que começam do jeito que a gente gosta: com clientes ocupando espaços qualif**ados na imprensa. Hoje foi assim, com artigo publicado no Estadão e entrevista ao vivo na CBN.

Confira os links nos stories!

Nem toda empresa tem dificuldade para aparecer. Em muitos casos, o desafio está em conseguir sustentar uma percepção cla...
26/06/2026

Nem toda empresa tem dificuldade para aparecer. Em muitos casos, o desafio está em conseguir sustentar uma percepção clara, coerente e relevante ao longo do tempo.

A comunicação deixou de funcionar em um único lugar. Hoje, a forma como uma marca ou porta-voz é percebido passa pela relação entre imprensa, posicionamento institucional, redes sociais, entrevistas, conteúdo e presença pública.

Na ELA, essas frentes não operam separadamente. Elas ajudam a construir reconhecimento de forma mais consistente, conectando autoridade, narrativa e presença digital em diferentes contextos.

Você nem sabia que precisava de um café da tarde online com a gente, mas agora está sabendo. A edição  #2 da newsletter ...
23/06/2026

Você nem sabia que precisava de um café da tarde online com a gente, mas agora está sabendo.

A edição #2 da newsletter mais legal do Brasil (de acordo com a nossa opinião) está no ar!

Acesse os stories e vem com a gente. ❤️

Agora temos uma newsletter! Avisa que é ELA é o nosso novo espaço para falar sobre comunicação, cultura, comportamento e...
09/06/2026

Agora temos uma newsletter! Avisa que é ELA é o nosso novo espaço para falar sobre comunicação, cultura, comportamento e tudo aquilo que chama nossa atenção ao longo do caminho.

Acesse o link na bio e confira.

Uma mulher, mexicana e leiga, à frente da comunicação do Vaticano. Sim — isso ainda vira notícia. E é justamente por iss...
03/06/2026

Uma mulher, mexicana e leiga, à frente da comunicação do Vaticano. Sim — isso ainda vira notícia. E é justamente por isso que importa.

O papa Leão XIV nomeou María Montserrat Alvarado para comandar o Dicastério para a Comunicação da Santa Sé. E a forma como essa notícia repercutiu diz muito sobre o mundo em que vivemos: muita gente nunca tinha parado para pensar quem liderava a comunicação do Vaticano. Mas bastou uma mulher (e não qualquer mulher, mas uma latino-americana, leiga, fora da estrutura clerical) assumir o cargo para o mundo inteiro prestar atenção.

Quando mulheres chegam a espaços historicamente ocupados por homens, nossa presença ainda é tratada como exceção. E, quando essa mulher é latina, estrangeira e não religiosa, a ruptura é ainda maior e mais simbólica.

Alvarado será a primeira mulher não religiosa a dirigir o departamento responsável por toda a comunicação oficial do Vaticano: imprensa, rádio, TV, redes e narrativa global. Sua nomeação aponta para algo maior, que a gente enxerga aqui como um movimento de abertura em uma das instituições mais antigas e masculinas do planeta.

É um gesto que reconhece valores mais vanguardistas acima da tradição, além de ampliar referências de liderança. Quando mulheres diversas chegam ao poder, até no Vaticano, a comunicação muda. E o mundo também.

A circulação de uma mensagem não depende apenas do momento em que ela é publicada.Parte do conteúdo ganha novas versões,...
03/06/2026

A circulação de uma mensagem não depende apenas do momento em que ela é publicada.

Parte do conteúdo ganha novas versões, aparece em outros contextos e continua sendo compartilhada em diferentes espaços. Nesse processo, o ponto de origem perde importância e a trajetória da mensagem passa a fazer mais diferença.

No Brasil, esse padrão aparece de forma recorrente em campanhas temáticas e movimentos sociais. Iniciativas de saúde pública, educação e mobilização nacional costumam operar com repetição, presença em múltiplos canais e redes distribuídas de compartilhamento, o que mantém a mensagem ativa ao longo do tempo.

Essa lógica também ajuda a explicar o crescimento de movimentos como Black Lives Matter e MeToo. A força dessas narrativas não veio de uma peça isolada, mas da repetição, da mobilização distribuída e da presença contínua em diferentes espaços e formatos.

Em outra escala, campanhas recentes também mostram esse comportamento. Em Nova York, a atuação de Zohran Mamdani ajuda a entender como a comunicação se sustenta para além de um único conteúdo. Vídeos, falas e posicionamentos circulam em diferentes formatos, são reinterpretados por apoiadores e continuam sendo compartilhados em redes e comunidades.

O que permanece não depende de uma peça isolada. Depende da capacidade de adaptação, repetição e presença em diferentes espaços.

Mandato e campanha não se constroem no acaso. Comunicação política exige leitura, método e estratégia para transformar p...
01/06/2026

Mandato e campanha não se constroem no acaso. Comunicação política exige leitura, método e estratégia para transformar presença em percepção e discurso em posicionamento.

Grande parte dos erros na comunicação política não começa na crise, começa na ausência de direção.

Ainda é comum ver campanhas e figuras públicas tratando comunicação como volume, urgência ou reação. Produzem muito, dizem pouco, tentam falar com todo mundo ao mesmo tempo e evitam posicionamento como se neutralidade ainda protegesse alguma imagem.

No meio disso, perdem timing, constroem presença sem direção e abandonam a consistência no primeiro sinal de desgaste.

Salve este post e, se a comunicação do seu projeto político ainda está sendo guiada por intuição demais e estratégia de menos, talvez seja hora de estruturar isso com mais critério.

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