JOB Economia

JOB Economia Uma empresa de consultoria econômica com foco no setor sucroenergético. A JOB Economia foi fundada em 1994 e está localizada em São Paulo - Capital.

Somos uma empresa de consultoria econômica com foco no setor sucroenergético. Realizamos estudos de mercado, avaliação da viabilidade técnica e econômica de investimentos, auditoria de desempenho econômico e operacional de usinas, análise de risco de crédito. Além disso, participamos de processos de fusões e aquisições e realizamos seminários anuais para discussão de estratégias empresariais para

açúcar e etanol. Missão: através de profissionais seniores com alto nível de expertise no setor, transformar informação em conhecimento útil para melhorar os resultados dos negócios dos nossos clientes. Valores: ser independente, ético e precisos em nossas análises e estudos, visando evitar surpresas desagradáveis para nossos clientes. Diferencial competitivo: agir como uma boutique de prestação de serviços em consultoria econômica, fornecendo serviços especiais para clientes especiais.
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JOB Economia e Planejamento Ltda is a consulting firm in economics focused on the sugarcane industry. It was created in 1994 and is located in São Paulo, São Paulo State, Brazil. We conduct market studies, technical and economic feasibility studies, economic performance and operational audit of sugarcane mills, credit risk analyses. Moreover, we participate in M&A processes and realize annual seminars to discuss business strategies for sugar and ethanol. Mission: using high level expertise and senior professionals we transform information into useful knowledge in order to improve the business results of our clients. Values: to be independent, ethical and precise in our analyses and studies, thereby aiming to avoid any disagreeable surprises for our clients. Competitive differential: to act as a boutique economic consulting firm supplying special service for special clients.

28/04/2025

O que podemos esperar para a nova safra de cana de açúcar e para os mercados de açúcar e etanol em 2025/26?

Os desafios e incertezas continuam. Sejam eles relacionados a clima, à geopolítica, à logística e cadeia de suprimentos. Todas estas questões se aliam a um cenário político e socioeconômico global cada vez mais desafiador: incerto e instável.

Qual o suporte para preços de commodities quando se depara com um crescimento econômico global inibido por governos endividados, taxa de juros elevadas, comércio global restrito?

Neste contexto a JOB Economia e Planejamento, irá realizar seu 24ª Seminário no próximo dia 07/05/25 das 09:30h às 12:00h, na versão ON-LINE, via plataforma ZOOM.

Serão abordadas de forma direta e objetiva as perspectivas de preços nos mercados interno e externo para açúcar, etanol, câmbio e petróleo. Além disso, iremos apresentar nossa estimativa de safra, mix de produção e custos. Mudanças estruturais no agronegócio do açúcar e etanol no Brasil serão abordadas em nosso evento.

Informações e análises focadas em resultados são cruciais para a tomada de decisões e este é o objetivo do nosso evento. Como nos eventos anteriores, a ideia é fazer uma apresentação mais participativa e não somente expositiva com foco nas estratégias comercial e de suprimentos.

Para mais informações e inscrições favor entrar em contato através do nosso e-mail: [email protected] ou pelo telefone: (11) 3284-9500.

https://lnkd.in/dP7PGqQj

Mix para açúcar no centro-sul será recorde em 24/25, queda no fim de maio foi pontual, diz JOB.18 Jun 2024 - Reuters New...
18/06/2024

Mix para açúcar no centro-sul será recorde em 24/25, queda no fim de maio foi pontual, diz JOB.

18 Jun 2024 - Reuters News - Por Roberto Samora

SÃO PAULO, 18 Jun (Reuters) - O total de cana processada do centro-sul do Brasil destinada para a produção de açúcar deverá atingir o patamar recorde de 50,8% na temporada 2024/25, e um ligeiro recuo anual neste indicador visto na segunda quinzena de maio se trata de algo pontual, avaliou nesta terça-feira a JOB Economia e Planejamento.

O índice médio previsto para a temporada supera uma máxima histórica registrada há mais de dez anos, na temporada 2012/13, quando ficou em 49,52%, segundo dados da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) citados pelo sócio-diretor da JOB, Julio Maria Borges.

A estimativa para 2024/25, divulgada antes apenas aos clientes da consultoria, também supera os 48,87% da temporada anterior.

"Com relação ao mix da produção açúcar-etanol, estamos admitindo um forte mix açucareiro, dando continuidade ao que vem acontecendo desde 2020. O melhor preço do açúcar em relação ao etanol explica esta preferência açucareira", disse Borges.

Com isso, a expectativa é de que a produção de açúcar na principal região produtora do Brasil caia menos do que a moagem de cana, impactada por um clima mais seco.

A JOB estima a moagem de cana do centro-sul em 604,5 milhões de toneladas, recuo de 7,6% na comparação com a máxima histórica da temporada passada, quando o clima foi praticamente perfeito.

Já a produção de açúcar do centro-sul foi estimada em 41,3 milhões de toneladas, baixa de 2,7% na comparação com 2023/24, quando a região também teve uma máxima histórica.

Segundo Borges, a redução da produção de açúcar do país estará concentrada no centro-sul, já que o Nordeste deverá ampliar a moagem de cana e elevar a fabricação do adoçante para 3,7 milhões de toneladas.

Essa oferta e a demanda externa pelo produto do Brasil, maior produtor e exportador global, permitirão exportações do país de 34,1 milhões de toneladas de açúcar, redução anual de 3,7%, também concentrada no centro-sul, com queda da ordem de 1,4 milhão de toneladas nos embarques.

Com relação ao "mix" açucareiro, que registrou leve queda na segunda quinzena de maio para 48,28%, ante 48,65% registrados no mesmo período do ano passado, o sócio-diretor da JOB avalia que foi algo pontual, em meio a chuvas que atingiram algumas áreas do centro-sul.

"A chuva, com a redução do ATR (Açúcar Total Recuperável) da cana, prejudica mais a produção de açúcar que a de etanol. Isto explica um desempenho melhor do etanol do que o do açúcar", disse Borges, ao comentar a queda de 7,7% na produção do adoçante na segunda parte de maio.

ETANOL

Com menos cana a ser moída no centro-sul e um "mix" mais açucareiro, a produção de etanol de cana prevista para a safra 2024/25 na região é menor em 10%, para 24,59 bilhões de litros.
No caso do etanol de milho, a JOB prevê um crescimento de cerca de 20%, para 7,5 bilhões de litros, já que o setor está em expansão.

A produção prevista de etanol de cana e milho na região centro-sul é estimada em 32,1 bilhões de litros, ante 33,6 bilhões no ano passado.

"O etanol terá uma oferta mais restrita, o que pode refletir em preços médios superiores. É claro que depende dos preços do petróleo no mercado internacional e da política de preços da Petrobras", completou o sócio-diretor da JOB.

A exportação de etanol do centro-sul é prevista em 2,8 bilhões de litros, ante 2,75 bilhões na temporada passada, enquanto o mercado interno deve absorver 27,12 bilhões de litros, versus 26,58 bilhões no ciclo passado.

A safra 2023/24 apresentou um crescimento surpreendente em termos de cana e produção de açúcar. Com isso o Brasil supriu...
20/03/2024

A safra 2023/24 apresentou um crescimento surpreendente em termos de cana e produção de açúcar. Com isso o Brasil supriu o mundo, apresentando assim um recorde em suas exportações de açúcar. Por quatro safras ininterruptas tivemos preços bastante remuneradores para o produtor, em particular nas exportações de açúcar. Já no que diz respeito ao etanol o mercado não apresentou boas condições e os níveis de preços foram inferiores aos custos de produção.

E agora, o que esperar para o novo ciclo 2024/25? Os desafios e incertezas continuam. O que esperar da oferta x demanda global de açúcar? O Brasil continuará exportando com força o açúcar? A Ásia aumentará sua produção? Do ponto de vista logístico, teremos dificuldades? E no caso do etanol, o que podemos esperar da política de preços da Petrobrás? Os preços do petróleo darão suporte para preços do etanol?

Todas estas questões, em meio a um cenário global novamente desafiador: geopolítica instável, crescimento global ainda fraco, câmbio e taxa de juros dependentes dos próximos passos do Banco Central Americano. Tudo isto afeta diretamente a relação oferta x demanda. Em meio a tudo isto temos o clima, variável de suma importância e que ditará às condições de oferta e consequentemente o rumo dos preços.

Neste contexto a JOB Economia e Planejamento, irá realizar sua 6ª Videoconferência no próximo dia 17/04 das 09:30h às 12:00h, via plataforma ZOOM. Serão abordadas de forma direta e objetiva as perspectivas de preços para açúcar nos mercados interno e externo, etanol, câmbio e petróleo. Além disso, neste evento, iremos apresentar nossa estimativa de safra, mix de produção e custos. Mudanças estruturais no agronegócio do açúcar e etanol no Brasil serão abordadas em nosso evento.

Informações e análises focadas em resultados são cruciais para a tomada de decisões e este é o objetivo do nosso evento.

Como nos eventos anteriores, a ideia é fazer uma apresentação mais participativa e não somente expositiva com foco nas estratégias comercial e de suprimentos. Iremos enviar o material que será apresentado, previamente por e-mail, para um melhor acompanhamento da apresentação.

Para mais informações e inscrições favor entrar em contato através do nosso e-mail: [email protected] ou pelo telefone: (11) 3284-9500.

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