ABPO ABPO || Associação Brasileira do Papelão Ondulado ATENÇÃO! Esta é apenas uma página da ABPO no Facebook. Esta não tem qualquer ligação com a mesma.

Mesmo que várias das informações encontradas nesta foram retiradas do site da organização. ESTA É UMA PÁGINA SOMENTE PARA ENCONTRO E TROCA DE INFORMAÇÕES PARA PESSOAS QUE TRABALHAM OU TENHA CONTATO COM EMBALAGENS OU QUALQUER OUTRO DERIVADO DE PAPELÃO ONDULADO.

+ Sobre a ABPO no Brasil:

A ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado foi fundada em 25 de julho de 1974. É uma entidade de abrang

ência nacional, sem fins lucrativos. Ao longo de todos esses anos a ABPO continua fiel ao seu objetivo maior de promover, defender, valorizar e consolidar o uso das embalgens de Papelão Ondulado no Brasil, tendo conseguido reconhecimento nacional e internacional. A ABPO tem procurado estreitar seu relacionamenteo com associações congêneres nacionais e internacionais, aumentando e facilitando os canais de comunicação dos seus associados ao que há de mais moderno em tecnologia, serviços, legislações e estatísticas ligadas ao segmento de embalagens em geral e de papelão ondulado, em particular. Além disso, a ABPO tem um calendário de cursos anual para atualização tecnológica do setor. A ABPO aumentou significativamente sua participação em feiras, seminários, congressos, painéis de debates nacionais e internacionais, com o objetivo de projetar a indústria brasileira de papelão ondulado. Em seu Laboratório de Ensaios, a ABPO pode realizar treze te**es físicos de papelão ondulado, outro serviço importante aos seus associados e clientes. Em 1997, a ABPO foi uma das primeiras associações brasileiras a conseguir a Certificação ISO 9001. Foi certificada pelo ISO 9001:2000 em 2003 e re-certificada, pela quarta, vez em 2006. Resumidamente a ABPO:

- Publica e divulga Manuais e Informativos Técnicos, Boletins e Anuários Estatísticos, Cartazes promocionais etc.

- Realiza Cursos Técnicos, tanto na própria sede, como também nas empresas. Oferece treinamento no laboratório da entidade, transmitindo informações básicas para a correta utilização dos equipamentos de ensaio.

- Mantêm intercâmbio de informações no Brasil e no exterior com entidades congêneres, objetivan do o aprimoramento técnico do setor.

- Atua ativamente junto a órgãos competentes na política Governamental pleiteando medidas que beneficiem a evolução e desenvolvimento do setor.

- Apoia institucionalmente os eventos nacionais e internacionais relacionados ao setor.

- Participa ativamente de eventos em todo o Brasil, divulgando e promovendo o setor através da exposição de modelos de embalagens de papelão ondulado e também apresentando suas publicações técnicas e estatísticas.

- Divulga, esclarece e orienta seus associados através do fornecimento de normas e legislações gerais.

- Dispõe de um site - www.abpo.org.br - onde podem ser obtidas inúmeras informações estatísticas, técnicas, jurídicas, notícias de interesse geral, eventos etc.

25/02/2016

Produção da indústria de embalagens teve queda de 4,3% em 2015

A indústria nacional de embalagem teve retração de 4,31% em 2015, apontou estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Abre (Associação Brasileira de Embalagem).

O número é resultado direto do ano de economia enfraquecida, afirma a diretora-executiva da Abre, Luciana Pellegrino. “O consumo das famílias caiu. Isso significa que a demanda pelos produtos foi menor e, consequentemente, o setor de embalagens sentiu a retração”, explica ela.

Os segmentos mais afetados foram os de informática, eletrônicos e óticos (-29,9%) e eletrodomésticos (-13,1%), que têm uma participação menor na indústria.

O menos afetado foi o de alimentos (-2,3%), que sozinho representa 55% da demanda por embalagens.

Uma das consequências da queda na produção foi a diminuição de 4,97% no número de vagas na indústria em 2015. Em 2014, o segmento já havia registrado redução no emprego formal de 0,41%.

Para este ano, a queda deve ser menor, de 2,8%, segundo estimativa da Abre.

Fonte: www.embalagemmarca.com.br

Excelente matéria!
07/05/2015

Excelente matéria!

Comparado com pares da China, Alemanha, França e dos Estados Unidos, o consumidor brasileiro é o mais influenciado pelas apresentações de produtos nas decisões de compra. Essa é uma das constatações do terceiro Packaging Matters, estudo anual feito pela MeadWestvaco Corporation (MWV), multinacional…

PAPEL também é ARTE!
02/05/2015

PAPEL também é ARTE!

Chefe ou Líder?Até onde esse perfil faz diferença no mercado de trabalho?
22/04/2015

Chefe ou Líder?
Até onde esse perfil faz diferença no mercado de trabalho?

COMO EMBALAR SEUS OBJETOS E PRODUTOS2. Objetos que não podem amassar (mapas, cartazes, etc.)- Enrole o item entre duas f...
21/04/2015

COMO EMBALAR SEUS OBJETOS E PRODUTOS

2. Objetos que não podem amassar (mapas, cartazes, etc.)

- Enrole o item entre duas folhas de papel grosso (kraft ou cartão); (1 e 2)
- Prenda o conjunto com fita adesiva, com cuidado para não colar o item; (3)
- Coloque o conjunto dentro de uma caixa de papelão ou outro material resistente a impactos (ex.: madeira ou metal)
Os Correios oferecem várias opções de embalagens de papelão. Para conhecê-las, vá a uma de nossas agências ou acesse a loja Correios Online e veja as opções disponíveis.
- Preencha os espaços vazios entre os itens e entre as paredes da caixa com papel, isopor ou outra substância protetora e absorvente, para limitar o movimento dos objetos. Isto impede choques entre os objetos e a caixa durante o transporte. (4)
- Feche bem a caixa com fita adesiva. (5)
- Embrulhe-a com papel liso e resistente e fixe a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário na maior face da caixa. (6)

Fonte: www.correios.com.br

COMO EMBALAR SEUS OBJETOS E PRODUTOSPara o cliente que deseja enviar um objeto via Correios, o correto acondicionamento ...
20/04/2015

COMO EMBALAR SEUS OBJETOS E PRODUTOS

Para o cliente que deseja enviar um objeto via Correios, o correto acondicionamento dos objetos é muito importante para assegurar que as remessas cheguem bem a seus destinos.
Recomenda-se que todo objeto seja acondicionado pelo remetente em embalagem que resista ao peso, à forma e à natureza do conteúdo, bem como as condições de transporte.
A embalagem pode ser adquirida nos Correios, em outros fornecedores ou fabricada pelo próprio cliente, desde que atenda às condições recomendadas: envelopes, caixas, pacotes e rolos feitos de papel, plástico, isopor, madeira ou metal, embrulhados em papel liso e resistente.
A seguir, sugerimos algumas formas de acondicionamento por tipo de material a ser enviado.
1. Objetos de vidro e outros objetos frágeis

Atenção: Os Correios não possuem tratamento especial para o transporte de objetos frágeis, portanto a embalagem utilizada deverá garantir a segurança interna da encomenda.

- Embrulhe cada item individualmente com uma folha de jornal, papelão corrugado ou plástico bolha disponível para venda no mercado. (1)
- Coloque os itens dentro de uma caixa de papelão ou outro material resistente a impactos (ex.: madeira ou metal) (2)
Os Correios oferecem várias opções de embalagens de papelão. Para conhecê-las, vá a uma de nossas agências ou acesse a loja Correios Online e veja as opções disponíveis.
- Preencha os espaços vazios entre os itens e entre as paredes da caixa com papel, isopor ou outra substância protetora e absorvente, para limitar o movimento dos objetos. Se for jornal, faça bolas de papel para forrar a caixa e apoiar os objetos. Isto impede choques entre os objetos e a caixa durante o transporte. (3)
- Antes de fechar coloque mais bolinhas de jornal entre os objetos e a tampa da caixa para evitar a pressão de outras caixas no empilhamento;
- Caso esteja reutilizando caixa de outras mercadorias, embrulhe a caixa com papel liso e resistente.
- Feche bem a caixa com fita adesiva. (4)
- Fixe a etiqueta com o endereço completo (principalmente o CEP) do destinatário em destaque na parte superior com o título DESTINATÁRIO e o endereço do remetente completo na parte de cima da maior face da caixa. (5)

Fonte: www.correios.com.br

20/04/2015

COMO EMBALAR SEUS OBJETOS
Exibiremos uma nova matéria intitulada " COMO EMBALAR SEUS OBJETOS E PRODUTOS" veremos como podemos cuidar de nossos objetos e produtos utilizando o papelão ondulado.
Apreciem a matéria.

Para os produtores de tomate, o transporte está diretamente ligado à qualidade dos produtos. Afinal, os alimentos têm qu...
20/04/2015

Para os produtores de tomate, o transporte está diretamente ligado à qualidade dos produtos. Afinal, os alimentos têm que chegar até o consumidor com uma aparência atraente, como se tivessem sido colhidos na hora. Pensando nisso, as caixas de transporte evoluem e as caixas de papelão ondulado ganham espaço no mercado devido aos seus benefícios.

As caixas de papelão ondulado facilitam a logística, pois eliminam a necessidade de controle das caixas vazias e os espaços de armazenagem, além dos fretes de retorno. Por ser reciclável, não retorna com resíduos e fungos para o produtor, atendendo a todas as leis fitossanitárias. Além da vantagem econômica, são mais higiênicas, pois não são reutilizadas e, por serem produzidas a base de água, não agridem o meio ambiente.

A Rigesa possui embalagens com tecnologia PLAFORM®, patenteada pela empresa e ideal para o transporte de legumes e frutas frágeis, como o tomate. A embalagem resiste a condições de frio e umidade e contribui para a conservação da fruta, melhorando sua aparência, além de impedir o desenvolvimento de fungos. A empresa também possui a tecnologia DEFOR®, específica para o transporte de frutas. A embalagem é altamente resistente, pois é produzida com papelão ondulado de parede simples, com lateral dupla. Além disso, permite impressão em várias cores, dando mais visibilidade ao produto.

fonte:
www.rigesa.com.br

IMPRESSÃO versus CORTE E VINCO NO PAPELAO ONDULADOOS DOIS PROCESSOS NÃO EVOLUÍRAM NA MESMA VELOCIDADE NAS ÚLTIMAS DÉCADA...
15/04/2015

IMPRESSÃO versus CORTE E VINCO NO PAPELAO ONDULADO

OS DOIS PROCESSOS NÃO EVOLUÍRAM NA MESMA VELOCIDADE NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, NO ENTANTO, SEM QUALIDADE, O CORTE E VINCO INVIABILIZARÃO TODO O LOTE DE UMA EMBALAGEM DEPOIS DE IMPRESSA

1 – Introdução

Atuo no setor de corte e vinco rotativo de papelão ondulado desde os anos 80. De lá para cá, o processo de impressão evoluiu muito, porém, o de corte e vinco continua praticamente o mesmo daquela época. Parece ter sido esquecido tanto na sua importância de valor como nas melhorias do processo. Em vez de uma evolução, tivemos um retrocesso.

Impressão versus corte vinco: a impressão em si possui suas variáveis, mas conta com equipamentos modernos, que minimizam e até evitam os possíveis erros, diminuindo a parte manual, entre outras melhorias. Já no corte as variáveis são muitas também, pois os insumos são inúmeros e ainda há a m***agem das “formas”, ou clichês metálicos, que é manual.

Neste artigo, orientaremos sobre como se m***a uma forma com qualidade e padrão, mas antes apresentaremos os insumos e demais produtos envolvidos nessa etapa tão importante do processo de corte e vinco, pois cor, dureza, fornecedor, nada disso indica a qualidade de um bom produto.

Vale destacar, primeiramente, que o “achismo”, o famoso “jeitinho” e “gambiarra” não podem mais existir. E que a união em toda a cadeia do papelão, a comunicação e informação sobre todos os produtos envolvidos na m***agem da forma são fundamentais para a qualidade final do corte e vinco da embalagem de papelão ondulado (PO).

Exemplos da falta de comunicação são inúmeros, só para citar alguns: o perfil da onda de PO foi modificado tempos atrás e isso passou a requerer um pouco mais de cola – os fabricantes de insumos não foram informados; o uso externo ou interno de impermeabilizantes na composição do papel ou aplicado sobre a superfície do PO impacta diretamente no corte, já que no papel as fibras são pequenas devido à reciclagem. Pergunto: alguém informou aos fabricantes das lâminas de corte sobre tais modificações, para ajustarem os seus produtos? Não.

Temos a cultura de achar que tudo o que vem de fora é melhor do que o nosso. Bom exemplo é dos carros importados que fazem14 a17km/Lt nos EUA e Europa, mas no Brasil consomem10 a12km/Lt, porque a gasolina de fora tem alta octanagem, enquanto a brasileira é misturada com álcool e nossos motores têm regulagem também para álcool, daí a baixa quilometragem, entre outros itens diferentes. No caso da embalagem de PO ocorre a mesma situação: qualidade, umidade, tempo de cura, fibras diversas, projetos de embalagens, entre outros, são diferentes daqueles utilizados lá fora. Então, temos também que “nacionalizar” nossas formas. Estão surgindo modelos de alta “performance”, padrões europeu e americano. Precisamos ter o nosso padrão, não simplesmente corrigir trocas, lâminas de aço, borracha. Por tudo isso, trabalhar em conjunto (em toda a cadeia do papelão) e buscar os valores básicos que foram deixados para trás são os novos caminhos daqui para frente.

2 – Produtos e serviços envolvidos no processo de corte e vinco

2.1. Os produtos que entram no corte são estes: calhas de madeira, borrachas, elastômero, aço, cola, mantas de poliuretano. Cada um deles possui suas “especificações técnicas” e te**es para a aprovação de sua qualidade.

2.2. Os serviços, se assim podemos chamá-los, são: os faqueiros com sua mão de obra e também o setor de desenvolvimento de projetos de layout das embalagens. Se esses dois não trabalharem em conjunto, teremos perdas e baixo rendimento de produção.

2.3. Os faqueiros são profissionais ou empresas que, com sua mão de obra praticamente artesanal e conhecimento, fazem as formas ou clichês metálicos. Hoje temos equipamentos que podem auxiliar nesta parte artesanal, como o dobramento das lâminas de aço, e também nos cortes das calhas de madeiras, mas sempre temos a parte artesanal, sem ela não há resultados.
2.4. O setor de desenvolvimento de embalagens (o que projeta o layout das mesmas) precisa ter conhecimento sobre cada produto (insumos) e também sobre como é feita a confecção das formas, ou clichês metálicos; sem esse conhecimento, o projeto pode nascer com problemas e dificultar a produtividade e a qualidade.

Então esses dois setores, os faqueiros e o desenvolvimento, têm que trabalhar em conjunto para que tenhamos um projeto eficaz.

3 – Qualidades básicas dos produtos para se fazer uma forma, ou clichê metálico

3.1. Calhas de madeira. A espessura é de12 a13 mm, seu comprimento é conforme o do cilindro da impressora, ou da embalagem a ser feita. Diâmetro interno: este é de acordo com o diâmetro do cilindro da impressora, com uma tolerância de 5.0mm menor. Comprimento do diâmetro nunca deve passar da metade do diâmetro da forma. Superfícies, interna e externa, devem ser feitas com madeira adequada para que não haja lascamentos e sejam isentas de cerdas, isto é, lisa e sem ondulações.

3.2. Borrachas: feitas sempre com um composto que forme células fechadas para se obter um melhor efeito mola. Dureza: existem várias durezas conforme a sua aplicação na forma e estas não podem variar mais que 3 pontos em Shore A. Superfícies: sempre porosas para facilitar a colagem. Espessura: também há várias espessuras conforme a aplicação na forma, podendo variar no máximo1.0 mmpara mais.

3.3. Poliuretano expandido ou elastômero: mais conhecido como ''celastro'' (a marca do produto), mais utilizado no interno de vazadores ou sloters e segue os mesmos padrões das borrachas.

3.4. Aço: designação de aço com médio teor de carbono e dureza de 37 a40 HRC, com uma estrutura cristalográfica bainítica, pois esta estrutura é que vai dar a ductibilidade – flexibilidade para fazer as dobras sem trincas ou microtrincas. Espessura: de 1.40 a1.42mm. Característica física isenta de: abaulamento na largura; empeno lateral; coil set ou curvamento; hélice ou torção; bordas tratadas. Teste de dobras para sua aprovação: 40, 90, 180 graus, seguindo padrões internacionais. A matéria prima é a mesma para confecção de vincos, picotes e cortes. Para cada produto final existe uma especificação técnica, seguindo padrões internacionais e nacionais.

3.5. Cola: designada para fazer a colagem das borrachas e o elastômero “celastro” nas formas de madeira. Deve ser de secagem rápida e aplicada nas borrachas e em pequena quantidade, ou o máxi possível, pois se usada em excesso, vai causar a perda do efeito mola em até 30% e também provocar histerese, isto é, deterioração da borracha na metade da sua espessura, devido ao aumento do calor gerado pelas batidas.

4 – Mantas de poliuretano

4.1. Mantas de poliuretano. Na lista de problemas existentes atualmente no setor de corte, a manta de poliuretano está presente em todos. Sua dureza está ligada ao perfil de corte utilizado; no Brasil este perfil é o prisma e a dureza necessária é de 86 a 88 Shore A com a média de 87 – padrão internacional. A espessura é conforme a determinação do fabricante da impressora, com uma tolerância máxima de 1,0mm para mais. A superfície tem que ser retificada, isto é, não podendo ser lisa brilhante com aparência de lixada, para que esteja uniforme em toda a sua extensão e que o conjunto tenha o mesmo padrão, sem altos e baixos, para que também absorva a tinta da impressão e não repasse para a próxima caixa. O reforço interno pode ser de aço ou tala de fibra, o melhor é o de aço, mas tem que ser um aço com baixa deformação. O de tala de fibra precisa ser tratado, não pode ser quebradiço para evitar expansão no comprimento e no diâmetro, evitar deformação gerando bolhas na sua superfície. A largura segue especificação do fabricante da impressora, com tolerância 0.50mm para mais e para menos, sempre com as bordas em 90 graus.

5 – Como m***ar uma forma de qualidade e com padrão

5.1. Corte das calhas de madeira. Hoje no Brasil temos dois tipos: manual com serra tico-tico e com serra cutoal e o corte a laser. Corte manual é ainda o melhor no sentido de fixação dos aços, pois seu perfil de corte forma pequenas ondulações na sua extensão. A largura deste corte é de 1.20mm com uma variação de 0.05mm para mais ou para menos. Este corte depende da habilidade do serrador em manter o traçado, para que não haja variação no dimensional. Corte a laser: tem uma precisão no dimensional, pois é feito no computador ''CNC''. A largura sua largura é de 1.10mm, pois o corte a laser não é paralelo, tanto que os americanos o chamam de “perfil ampulheta”. A formação de carbono pela madeira pode provocar deslizamento das lâminas, por isso este corte requer cuidados para evitar esses problemas. Cada tipo de corte requer calhas de madeiras específicas para que se tenha um bom resultado.

5.2. O projeto da forma tem que ser em comum acordo entre o usuário “departamento de desenvolvimento” e o faqueiro, que vão definir altura de corte, número de dentes, altura do vinco, junção de lâminas, diâmetro dos vazadores, largura de sloters, largura dos refiles laterais para se obter os insumos adequados, tanto aço como borrachas.

5.3. As junções, ou encontro das lâminas, têm que ser perfeitas, não passando raio de luz.

5.4. O corta refiles, tanto os laterais quanto os das lâminas de entrada e saída, precisam ter uma junção perfeita, tanto no corpo quanto no corte utilizando o perfil chamado de “biquinho”, isto é, ele acompanha a inclinação do perfil de corte das lâminas.

5.5. As borrachas e elastômeros têm de estar na quantidade certa nos lugares certos. O excesso de emborrachamento pode provocar variação dimensional da caixa.

Os furos de fixação da forma no cilindro: o diâmetro do furo não pode ser mais que 30% do diâmetro do parafuso original da impressora e com arruela. Rebaixo do furo: este rebaixo é feito para se encaixar a arruela e também para não expor muito a cabeça do parafuso sobre a forma, ele não pode exceder a 40% da espessura da madeira, isto é 5.0mm. Distância entre os furos deve ser no máximo, tanto no sentido de rotação quanto na horizontal 150x150 ou 200x200. A maior quantidade de parafusos tem que estar aonde tiver maior concentração de aço.

6 – Fixação da forma no cilindro da impressora

6.1. A superfície do cilindro deve ser lisa, sem ranhuras profundas, sem bordas de parafusos quebrados.
6.2. Em toda furação para os parafusos as roscas devem estar em bom estado, ou com os incertos com roscas boas, não pode haver furos inutilizados. A borda dos incertos deve estar paralela ou abaixo da superfície do cilindro.
6.3. No cilindro tem que haver a marcação zero, isto é, um rebaixo em linha feito no cilindro para alinhar a borda da forma, ou uma régua para encostar a forma e deixá-la nivelada ao cilindro.
6.4. Sistema de aperto: deve ser manual com chaves fixas de boca ou catraca e com parafusadeira pneumática. Em qualquer sistema, sempre colocar as primeiras voltas do parafuso com a mão para verificar se os furos da madeira estão alinhados ao cilindro, então se faz o aperto seguindo regras do próximo item. Nunca colocar os parafusos diretamente com a parafusadeira, pois, corre-se o risco de se estragar as roscas. Se a furação madeira x cilindro não estiverem certas, avise o supervisor.
6.5. Regras para fazer o aperto: pode ser do centro da forma para as extremidades em formato de estrelas, ou do centro para as extremidades, em linha. O princípio é este: existem dois corpos e estes têm que virar um só, sem apresentar bolhas entre a madeira e o cilindro.

7 – Conclusão

Todos os itens citados anteriormente são básicos, há muito ainda a dizer sobre cada um deles, para não incorrermos nesta lista de problemas: vinco falso, refile aderido, fora de dimensional, desgaste prematuro das mantas, quebra de lâminas, lâminas soltas, entre outros.

Enviada em: 07/04/2014 15:59Hs

Por Renato Lazzarini *

fonte: http://abflexo.org.br

Espanha: novo projeto da caixa plaform a ser apresentado em BerlimDe uma maneira semelhante como na última edição da Fru...
15/04/2015

Espanha: novo projeto da caixa plaform a ser apresentado em Berlim

De uma maneira semelhante como na última edição da Fruit Attraction , plaform criará um photocall em seu estande no próximo Fruit Logistica para os visitantes a interagir , ser fotografado , e tirar uma lembrança engraçada da sua visita ao estande, inserindo- também em um sorteio para um Mini iPad.

O design do suporte é baseado na imagem criada por vídeo institucional do Grupo plaform , que foi traduzido para o Inglês na ocasião desse evento internacional importante.

Plaform ainda está fortemente empenhada em fazer uso dos recursos da era digital, e incentiva todos os visitantes em seu estande a segui-los em suas várias páginas de mídia social .

Na Fruit Logistica , Grupo plaform irá apresentar o seu mais novo produto : o Aberto Box Column. Todos os visitantes terão a oportunidade de ver esta nova caixa de papelão ondulado no estande .
A Caixa de coluna aberta
A demanda dos produtores hortícolas para embalar com determinadas características específicas tem sido uma das razões para a criação deste novo projeto , o Open Box Column.

Ele oferece uma clara vantagem em armazenamento de frutas , pois permite uma melhor visualização do produto. Este novo modelo é totalmente compatível e empilháveis com o tradicional plaform -5 design, dando aos produtores a oportunidade de empilhar vários tipos de frutas e vegetais , juntamente com um sistema de paletização comum.

Como parte da gama plaform , a caixa garante características de qualidade da marca. A Caixa de coluna aberta atende a norma internacional Pegada Comum da Federação Europeia de Fabricantes de Cartão de mesa ( FEFCO ) , facilitando as trocas comerciais entre a Europa e os Estados Unidos .

Fonte : fhalmeria.com

Data de publicação: 2014/02/04

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Rua: Brigadeiro Gavião Peixoto, 646, Lapa
São Paulo, SP
05078-000

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