Escopo Geomarketing + Pesquisa de Mercado

Escopo Geomarketing + Pesquisa de Mercado Geomarketing, Pesquisa Quanti e Quali, Monitoramento Mercado e PDV

A ESCOPO GEOMARKETING+PESQUISA DE MERCADO é uma empresa de inteligência de mercado especializada no direcionamento e suporte para ações estratégicas em Marketing, Trade e Vendas. A conexão EXCLUSIVA entre pesquisa, análise de dados secundários e geomarketing permite à ESCOPO fornecer uma abordagem completa e profunda de acordo com a necessidade do cliente. Nosso Diferencial
- Conhecimento de merc

ado
- Equipe técnica especializada
- 12 anos no mercado brasileiro
- Mais de 500 projetos realizados
- Clientes de grande porte, empresas locais e multinacionais
- Know-how e padrão de excelência “UNICOS“

É foco da Escopo entregar soluções inovadoras e personalizadas que maximizem a operação do cliente, reduzam custos, aumentem vendas, agregando SEMPRE valor ao negócio.

Pequenas e médias empresas apostam na fidelização dos clientesEstrutura compartilhada faz cair custo de plataformas de f...
11/06/2014

Pequenas e médias empresas apostam na fidelização dos clientes

Estrutura compartilhada faz cair custo de plataformas de fidelização, tornando este tipo de ferramenta de relacionamento com o cliente acessível a empresas menores

Quando surgiram no Brasil, nos anos 90, os programas de milhagem eram uma forma cara de as companhias aéreas incentivarem a lealdade de seus clientes. Com a evolução e o barateamento da tecnologia da informação, essa ferramenta de fidelização chegou a outros setores, como o bancário e o de varejo, e agora cruza a fronteira em direção às pequenas e médias empresas. Redes regionais de supermercados e postos de gasolina, pet shops e drogarias, entre outras empresas, estão aderindo a esse tipo de plataforma com o intuito de conhecer melhor sua clientela e alavancar vendas.
Em vez de montar uma estrutura própria, a maioria das pequenas e médias recorre a um fornecedor externo, que provê a infraestrutura e os serviços necessários para clientes de diferentes portes. Lançada em 2011 por um grupo de ex-executivos do Unibanco, a Netpoints gerencia a pontuação de 8,5 milhões de consumidores, que fazem parte da base de clientes de mais de 200 lojistas. Entre as empresas atendidas pela Netpoints, há desde grandes varejistas — como a Marisa — até redes regionais de postos de combustíveis (Quality e Bola Branca) e supermercados (Varandas e Semar). “Os varejistas regionais não vão entrar sozinhos numa plataforma de fidelização. O investimento é alto e este não é o core business (negócio principal) deles”, sustenta Carlos Formigari, presidente da Netpoints.
A principal vantagem para a pequena e média empresa — argumenta Formigari — é a possibilidade de mapear os hábitos de consumo do cliente e, a partir daí, desenvolver um relacionamento com ele, aumentando o faturamento do lojista. No Brasil, a ideia de utilizar uma mesma plataforma de fidelização para atender diversos parceiros remonta aos fim dos anos 90, quando foi lançado o Smart Club, programa que englobava clientes de Bradesco, Shell e Lojas Americanas. Encerrado em 2004, o programa chegou a alcançar o patamar de 2,3 milhões de cartões emitidos. Na época, os altos custos tecnológicos — que incluíam a emissão de cartões com chip — ajudaram a enterrar o Smart Club.
Embora a plataforma compartilhada contribua para reduzir os custos do lojista, o programa de fidelização, mesmo terceirizado, tem impacto sobre o preço final dos produtos. “Em vez de dar desconto no preço final, o varejista pode oferecer um benefício, já que só o preço baixo não fideliza”, afirma Maurício Rodrigues Alves, presidente da Affinion Brasil. No país há dois e meio, a empresa americana tem entre seus clientes redes de médio porte nos segmentos de brinquedos (Ri Happy) e livros (Martins Fontes), além de empresas de e-commerce (Eba Livros e MegaMamute). “Estamos seguindo no Brasil o que aconteceu há dez anos nos Estados Unidos e na Europa. Os produtos viraram commodities. O consumidor tem hoje muitas opções, não precisa abastecer o carro sempre no mesmo posto”, exemplifica Alves, acrescentando que o faturamento da Affinion no país deve ficar entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões, neste ano.
Para Marcelo Cherto, consultor especializado na área de varejo, a queda nos custos para estruturar programas de fidelidade é inegavelmente uma notícia positiva para as pequenas e médias redes. Mas ter acesso a ferramentas de gestão de relacionamento com o cliente (CRM, na sigla em inglês) é apenas parte da solução quando se trata de ampliar as vendas, adverte ele. “Não basta ter acesso ao dado do cliente, é preciso usá-lo. O big data é uma necessidade para os grandes bancos. O pequeno varejista precisa mesmo é do small data [DADOS USUAIS](dados usuais)”, diz o presidente do Grupo Cherto. Segundo ele, apesar de a maioria das empresas se dizerem usuárias de software de CRM, apenas uma parcela ínfima utiliza efetivamente este tipo de ferramenta. “E, entre os pouquíssimos que fazem uso de CRM, um percentual ainda menor utiliza corretamente os recursos de gestão de relacionamento com o cliente”, afirma Cherto.

Paralelamente à conquista de novos clientes de médio e pequeno porte, a Netpoints continua a crescer entre os grandes. A partir de 16 de junho, a empresa passa a ser responsável pelo programa de fidelidade das mais de 400 lojas da Marisa espalhadas pelo país. Nada mal para quem, há dois anos, começou atendendo sete lojas da varejista na região de Mogi das Cruzes.

Receio das transações bancárias via web

Para os brasileiros, o uso de sistemas de internet banking oferece muito mais riscos do que as compras pela web. A conclusão aparece num estudo encomendado pela Affinion para entender o mercado nacional. Elaborado a partir de 550 entrevistas online, com brasileiros das classes A, B e C de todas as cinco regiões do país, o estudo indica que 41% temem ser vítimas de fraude bancária ao utilizar a internet. Em segundo lugar, com 18% das respostas, aparece o receio de ter dados pessoais expostos pela ação de um hacker.

Já o comércio eletrônico é apontado como a atividade online que mais inspira segurança entre os entrevistados, ouvidos entre o fim de fevereiro e o início de março deste ano. “Diante dos investimentos pesados que foram feitos pelos bancos em tecnologia, achamos que o brasileiro teria uma percepção de mais segurança a respeito dos serviços de internet banking”, admite Christian Krulikowski, diretor de Produtos da Affinion.

Um levantamento qualitativo confirmou que, no imaginário do internauta brasileiro, se houver problema durante uma transação de comércio eletrônico, a solução é relativamente fácil: basta ligar para o administrador do cartão de crédito para ter uma compra indevida estornada. Nas operações bancárias via web, o prejuízo potencial seria bem maior, afirmaram os entrevistados. “O varejo se posicionou muito fortemente na questão de dar segurança às compras pela internet”, justifica Krulikowski. Os serviços mais utilizados pelos brasileiros para se proteger são: antivírus (94%, sendo 20% pagos), firewall (62%) e antispyware (46%). Da amostra pesquisada, 2% não utilizam qualquer serviço para evitar ameaças cibernéticas.

De acordo com a pesquisa quantitativa conduzida pelo Ibope, a navegação pelas redes sociais é a principal atividade online desenvolvida pelos brasileiros — são oito visitas ou mais por mês, em média. Os entrevistados possuem em média dois dispositivos eletrônicos para acesso à internet, sendo que o notebook/desktop ainda é a principal porta de entrada (87%) para a rede mundial de computadores, à frente dos smartphones (59%).

fonte: http://brasileconomico.ig.com.br/negocios/2014-06-09/pequenas-e-medias-empresas-apostam-na-fidelizacao-dos-clientes.html

Economistas reduzem estimativa de crescimento do PIB deste ano a 1,44%Economistas de instituições financeiras pioraram o...
09/06/2014

Economistas reduzem estimativa de crescimento do PIB deste ano a 1,44%

Economistas de instituições financeiras pioraram o cenário para a economia brasileira neste ano e passaram a ver que o Produto Interno Bruto crescerá 1,44%, contra 1,50% projetado na semana anterior, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, 9. Para 2015, eles passaram a ver expansão de 1,80% ante 1,85% da pesquisa anterior. A projeção para a inflação medida pelo IPCA em 2014 ficou estável em 6,47%. Para 2015, a projeção subiu de 6,01% para 6,03%. A previsão de inflação para os próximos 12 meses à frente ficou estável em 6,01%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Os economistas consultados mantiveram a previsão para a taxa Selic no fim de 2014 em 11% ao ano. Para 2015, a mediana ficou estável em 12%. A taxa básica de juros está em 11% ao ano desde a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorreu em 27 e 28 de maio. O próximo encontro da diretoria colegiada do BC ocorre em 15 e 16 de julho. A previsão para a Selic média em 2014 segue em 10,91%. Para 2015, recuou de 12,00% para 11,97%.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,economistas-reduzem-estimativa-de-crescimento-do-pib-deste-ano-a-1-44,1508726

Governo quer criar fundo para elevar crédito de carrosNa tentativa de estimular a venda de veículos novos no País, o gov...
02/06/2014

Governo quer criar fundo para elevar crédito de carros

Na tentativa de estimular a venda de veículos novos no País, o governo negocia com um grupo de grandes bancos de varejo e de instituições financeiras ligadas a montadoras de automóveis a estruturação de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) no valor de R$ 5 bilhões. O objetivo é alavancar a concessão de crédito para dinamizar um mercado que tem encolhido nos últimos meses.
A costura entre governo e setor financeiro prevê, segundo apurou o jornal o Estado de S. Paulo, o uso do novo fundo na compra de parte da carteira de crédito dos bancos de montadoras pelos bancos de varejo. Isso ajudaria a diversificar as fontes de recursos, reforçaria o capital de giro e reduziria as taxas de juros na captação do dinheiro pelos bancos de montadoras. No fim, a medida facilitaria o financiamento de veículos a juros mais baixos.
Pelo desenho preliminar, haveria a compra de 90% das cotas do novo FIDC pelos bancos de varejo. O restante ficaria com os bancos de montadoras. Isso limitaria as "perdas" dessas instituições financeiras ao teto de 10% de sua participação no fundo.
A criação do fundo ainda depende de um sinal verde do Banco Central para a liberação de parte dos depósitos compulsórios a prazo mantidos de forma obrigatória pelos bancos na conta da autoridade monetária. A medida tem implicações para a política monetária conduzida pelo BC, pois estimula a demanda agregada por meio da ampliação do crédito.
Na crise global financeira de 2008, o governo liberou uma fatia dos depósitos compulsórios para incentivar a compra das carteiras de crédito de bancos de pequeno porte por instituições com maior poder de fogo.

Fonte: O Estado de S. Paulo – Economia – 30/05/2014 – Pág. B4

Demanda fraca limita expansão do varejo, avalia a FGVSegundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), 21,6% dos empresários indi...
28/05/2014

Demanda fraca limita expansão do varejo, avalia a FGV

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), 21,6% dos empresários indicam que não há demanda que justifique a expansão

Entre os fatores limitativos à melhora dos negócios na atividade de comércio apontados pelos empresários na sondagem setorial de maio, a demanda insuficiente, o custo da mão-de-obra e o custo financeiro figuraram entre os principais destaques.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), 21,6% dos empresários indicam que não há demanda que justifique a expansão, enquanto 13,2% percebem que o crédito está mais caro - os dois quesitos são indícios de mercado desaquecido.

Por outro lado, 17,3% apontam custo elevado da mão de obra.

De acordo com o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Aloisio Campelo, chama a atenção o fato de que o porcentual dos que citam o custo financeiro como limitação é o mais elevado da série, iniciada em março de 2010.

O resultado é superior até mesmo ao verificado nos três primeiros trimestres de 2011, quando a Selic, taxa básica de juros, era maior do que os atuais 11%.

A dificuldade para acessar o crédito, contudo, não cresceu na avaliação dos empresários como um fator limitativo, o que mostra o mercado ainda disposto a conceder capital aos comerciantes.

"Os bancos estão mais cautelosos, então o empresário gasta mais tempo para conseguir o crédito. Pode ser que mais gente esteja percebendo isso como um custo", explicou Campelo.

Em maio, 7,1% dos empresários afirmaram ser difícil obter crédito atualmente.

O resultado é pouco diferente do verificado em maio de 2013 (6,7%) e em maio de 2010 (7,0%), ano em que a série teve início.

Por outro lado, o porcentual dos que acreditam ser fácil obter crédito caiu a 33,9%, de 34,4% em maio do ano passado. No início da série, esse dado era bem maior: 57,1% em maio de 2010.

Ajuste experimental

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 4,4% no trimestre até maio em relação a igual período de 2013.

A FGV ainda não divulga oficialmente dados ajustados sazonalmente, que permitiriam fazer a comparação contra o mês imediatamente anterior.

A despeito disso, Campelo vem testando uma série com ajuste "experimental", que mostra os indicadores no piso de toda a série.

Segundo o ajuste, a queda do Icom teria sido de 2,5% em maio ante abril, para 116,1 pontos, o pior nível da série. O Índice da Situação Atual (ISA) teria retração de 3,0%, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuaria 2,0%.

Apesar disso, o economista ressalta que o estudo é feito em caráter experimental e ainda pode ser alterado, com impacto sobre os resultados. Por isso, a FGV divulga oficialmente apenas os dados em bases trimestrais interanuais.

fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/demanda-fraca-limita-expansao-do-varejo-avalia-a-fgv

Pague menos contra-atacaA segunda maior varejista de farmácias planeja crescer no interior de São Paulo e na região Sul ...
26/05/2014

Pague menos contra-ataca

A segunda maior varejista de farmácias planeja crescer no interior de São Paulo e na região Sul para responder ao avanço de concorrentes no Nordeste. No primeiro trimestre, rede apertou margem, reduziu preços e fez promoções.

A rede de farmácias Pague Menos, fechou o primeiro trimestre de 2014 com uma receita bruta de R$ 991 milhões, um crescimento de 18,4% frente aos R$ 837 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O lucro líquido foi de R$ 278,8 milhões, alta de 15,8%. Segunda maior varejista de farmácias no país em faturamento e número de lojas, segundo Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), a Pague Menos, apesar dos bons resultados, sente o peso da concorrência que segue para o Nordeste, sua região de origem, em busca do mercado consumidor.

Deusmar Queirós, presidente da Pague Menos, afirma que os resultados da rede cearense só vieram sacrificando margens, com a redução de preços e muitas promoções para fazer frente à chegada de grupos consolidados no mercado.

“Tivemos que implementar uma política de preços mais competitivos, tanto para os medicamentos genéricos quanto nos de marca, para enfrentar a chegada de concorrentes como Droga Raia (RaiaDrogasil) , Drogaria São Paulo e Brasil Pharma, que estão investindo pesado na abertura de lojas no Nordeste”, diz ele.

A preocupação de Queirós com a concorrência e sua invasão rumo ao Nordeste do país não é à toa. A rede RaiaDrogasil, por exemplo, ao anunciar os resultados do primeiro trimestre desse ano, reiterou seu plano de abertura de 130 lojas em 2014, expandindo a presença no Nordeste com a entrada em Pernambuco, via abertura já em maio das primeiras unidades em Recife, Sergipe e Alagoas, além de filiais em Aracaju e em Maceió nos próximos meses. Antes, a empresa, com 986 lojas em operação até o momento , encerrou os três primeiros meses do ano com receita de R$ 1,7 bilhão.

A Brasil Pharma, que no primeiro trimestre de 2014 teve receita de R$ 929,3 milhões, encerrou o período com 131 lojas na região Norte e 255 no Nordeste. São do Nordeste as farmácias com o maior número de lojas e que fazem parte da Brasil Pharma: Drogarias Big Ben, presente em quase todo os estados da região e também no Norte do país, e Farmácia Santana, com atuação restrita à Bahia. Outra concorrente, a Drogaria São Paulo vem se expandindo, por enquanto, no estado da Bahia, com oito filiais.

Queirós afirma que ajudou também nos resultados o fato de as vendas estarem concentradas em sua maior parte nos medicamentos, que respondem por 65% do que é levado pelos clientes nas 670 lojas em funcionamento em todo o país. Mas a venda de cosméticos e produtos de higiene e beleza vem crescendo. Além de preços competitivos, os planos de contra-ataque da rede incluem a abertura de mais 60 lojas esse ano.
“Até o final de 2014, estaremos em Porto Alegre, Mato Grosso, interior de Minas Gerais, Brasília e interior do Rio de Janeiro com novas lojas. Posso dizer que não temos problemas para encontrar pontos de venda. A maioria de nossas filiais estão na rua e não nos shoppings. Mas o aluguel está mesmo muito alto. E para nossos planos de expansão, usamos recursos próprios e de bancos privados”, diz.
Para dar conta do projeto de expansão detalhado até 2017, quando a rede planeja ter mil lojas em funcionamento, o caminho é a ampliação dos centros de distribuição. O mais novo será inaugurado em Goiânia, na BR 153, ainda neste semestre, para abastecer as lojas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país. Além disso, a empresa tem outros dois centros, um em Fortaleza e outro em Pernambuco. Em 2017, outro será aberto. Segundo Queirós “ou no Pará ou no Paraná”. Tudo dependerá do comportamento da economia e do consumo, destaca ele.
“Nosso caminho agora será ir mais para o Sudeste, principalmente para as cidades do interior de São Paulo. Para isso, temos que ter suporte e agilidade para atendimento”, acrescenta Queirós. Quanto ao IPO da empresa, o presidente da Pague Menos garante que acontecerá no segundo semestre de 2015. No momento, quatro bancos — Credit Suisse, Itaú e Banco do Brasil e Santander — cuidam da operação. Queirós diz que não interessa a ele o assédio de outros grupos estrangeiros. “Prefiro ter dez mil acionistas do que um só. Por isso, vamos nos estruturar para realizar a abertura de capital”, completa.

Fonte: http://brasileconomico.ig.com.br/negocios/2014-05-26/pague-menos-contra-ataca.html

Honda vai testar seu primeiro avião ainda este anoO primeiro HondaJet, que promete ser o jato de pequeno porte mais avan...
21/05/2014

Honda vai testar seu primeiro avião ainda este ano

O primeiro HondaJet, que promete ser o jato de pequeno porte mais avançado do mundo, fará os primeiros te**es em solo em alguns meses, diz a companhia

A Honda inicia sua empreitada efetiva no mundo da aviação ainda este ano.

A Honda Aircraft Company, criada em 2006 para desenvolver aeronaves, anunciou nesta terça-feira que o HondaJet, a primeira aeronave de produção.

Eles prometem ser o jato de pequeno porte mais avançado do mundo, estará pronto para te**es em solo nos próximos meses.

"No momento, o principal objetivo da empresa é alcançar a Autorização de Inspeção da Administração Federal de Aviação (FAA) para entregar a primeira aeronave ao cliente", disse Michimasa Fujino, presidente executivo da companhia, em coletiva no European Business Aviation Convention and Exhibition, em Genebra.

"Nossos esforços estão focados em atingir essa meta no primeiro trimestre de 2015".

Em junho deste ano, dez aeronaves já estarão prontas para voo e poderão ser entregues aos clientes assim que a certificação for emitida.

O HondaJet promete ser o avião mais rápido, que voa à maior altitude e o que possui melhor consumo de sua categoria. Entre as inovações tecnológicas está o posicionamento dos motores no topo da asa, que lhe confere, além de mais eficiência de combustível, melhor aerodinâmica.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/honda-vai-testar-seu-primeiro-aviao-ainda-este-ano

Fãs da Copa do Mundo esgotam TVs vendidas online no WalmartAs vendas de TVs no walmart.com.br subiram 35% desde 7 de mai...
19/05/2014

Fãs da Copa do Mundo esgotam TVs vendidas online no Walmart

As vendas de TVs no walmart.com.br subiram 35% desde 7 de maio, quando saiu a escalação da Seleção Brasileira

São Paulo - As televisões estão desaparecendo das prateleiras virtuais do site brasileiro da Walmart Stores Inc., enquanto os torcedores se preparam para assistir a todos os jogos da Copa do Mundo, que começa no mês que vem.

As vendas de TVs no walmart.com.br subiram 35 por cento desde 7 de maio, quando saiu a escalação da Seleção Brasileira, disse Fernando Madeira, diretor da Walmart na América Latina.

Abril foi um mês forte, também, com um incremento de 20 a 25 por cento nas vendas de TV, contra um ritmo normal de 12 por cento, disse Madeira.

“Depois que eles anunciaram a Seleção, foi imediato”, disse Madeira, em entrevista no escritório da Bloomberg em São Paulo, em 15 de maio. “A venda de TVs está aquecida nesse momento”.

As compras on-line estão subindo no Brasil à medida que computadores e telefones celulares atingem mais famílias de uma classe média em crescimento.

As vendas pela internet estão se ampliando a um ritmo anual de 20 por cento, enquanto as compras pelo varejo tradicional caíram 1,1 por cento em março em relação a um ano antes, a maior queda em uma década, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As operações brasileiras da Walmart pela web estão crescendo duas vezes mais rapidamente que as vendas totais via comércio eletrônico, disse Madeira, e a empresa planeja multiplicar as vendas em cinco vezes até 2017.

A Walmart, que tem sede em Bentonville, Arkansas, tem alguns concorrentes difíceis. Está disputando o mercado com redes varejistas como a Nova Pontocom, a unidade brasileira de comércio eletrônico controlada pela Casino Guichard Perrachon SA, e a B2W Cia Digital, maior vendedora on-line da maior economia da América Latina.

Terceiro lugar

A Walmart não revela a receita para países individuais, mas Madeira diz que uma “boa porção” dos US$ 13 bilhões em receitas globais do negócio de comércio eletrônico da empresa vem do Brasil.

A companhia está em terceiro lugar em receita, atrás da B2W, que teve vendas de R$ 6,1 bilhões (US$ 2,75 bilhões) no ano passado, e da Nova Pontocom, com seus R$ 4,3 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg.

A operação on-line da Walmart no Brasil, que teve início cinco anos atrás, está aberta a realizar aquisições para acelerar o crescimento, disse Madeira.

“Temos os ouvidos abertos, mas nossas bocas estão fechadas”, disse ele. “Se surgir uma oportunidade interessante, sim, sem dúvida”.

A empresa dobrará o número de funcionários para cerca de 2.000 até o fim do ano, disse ele.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/fas-da-copa-do-mundo-esgotam-tvs-vendidas-online-no-walmart

Walmart decepciona com resultados do 1º trimestreO líder mundial do setor de distribuição anunciou previsões decepcionan...
15/05/2014

Walmart decepciona com resultados do 1º trimestre

O líder mundial do setor de distribuição anunciou previsões decepcionantes, após uma queda de 5,04% no lucro no primeiro trimestre

Lucro por ação foi de 1,10 dólar, cinco centavos a menos que o esperado

Nova York - O Walmart, líder mundial do setor de distribuição, anunciou previsões decepcionantes para o segundo trimestre, após uma queda de 5,04% no lucro no primeiro trimestre, a 3,6 bilhões de dólares.

O lucro por ação, excluindo elementos excepcionais, que serve de referência para o mercado, foi de 1,10 dólar no primeiro trimestre, cinco centavos a menos que o esperado pelos analistas.

Para o segundo trimestre, o Walmart espera um lucro por ação entre 1,15 e 1,25 dólar, contra a previsão anterior de US$ 1,28.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/walmart-decepciona-com-resultados-do-1o-trimestre

BMW inicia as vendas do híbrido i8 em junho.O esportivo híbrido BMW i8, apresentado em final de abril em Los Angeles, co...
12/05/2014

BMW inicia as vendas do híbrido i8 em junho.

O esportivo híbrido BMW i8, apresentado em final de abril em Los Angeles, começa a ser vendido na Europa e nos Estados Unidos já a partir de junho. O Brasil também está na lista das regiões que receberão o modelo, porém ainda não há uma definição de data para sua chegada. Os preços também não foram divulgados.
O carro é capaz de fazer até 47 km/l de gasolina e também ir de zero a 100 km/h em 4,4 segundos. Para chegar a esses números, a BMW utilizou materiais levíssimos no i8 – o esportivo é construído com um composto de plástico e fibra de carbono – e conta com sistema de propulsão híbrido plug-in. O conjunto inclui um motor 1.5 de três cilindros turbo com injeção direta de gasolina de 231cv potência e 32,6 kgfm de torque e uma unidade elétrica que entrega 131 cv e torque instântaneo de 25,49 kgfm. A potência máxima total é de 362 cv e o torque passa dos 58 kgfm.

Fonte: http://www3.fenabrave.org.br:8082/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=3274&cdcategoria=1&layout=noticias

Depois dos cafés, Hard Rock planeja ter cinco hotéis no Brasil Grupo dos Estados Unidos tem como meta investir de R$ 400...
07/05/2014

Depois dos cafés, Hard Rock planeja ter cinco hotéis no Brasil

Grupo dos Estados Unidos tem como meta investir de R$ 400 milhões a R$ 600 milhões no País até 2020

O Hard Rock International anunciou que irá investir de R$ 400 a R$ 600 milhões para construir cinco hotéis da marca no Brasil de 2015 a 2020.

O anúncio oficial foi feito pelo diretor de Desenvolvimento para a América Latina, Nelson Parker, que participou do Brasil Hospitality Investment Conference (BHIC), realizado na segunda-feira em São Paulo. O número se refere a investimentos iniciais, que serão feitos pelo fundo de investimento do grupo americano.

Os hotéis serão construídos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, em duas capitais do Nordeste e uma outra localizada no Sul do País. As unidades devem seguir padrões internacionais, com serviços adaptados aos hábitos brasileiros. O grupo não revelou se irá contratar um operador local para viabilizar os empreendimentos.

O grupo norte-americano também irá inaugurar quatro cafés em formato de franquias até o final do ano no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Brasília. Os contratos já haviam sido negociados. Apenas a unidade carioca será aberta ainda no primeiro semestre do ano, antes do início da Copa do Mundo, em junho.

Parker lembrou, em conferência, que o grupo já realizou investimentos em cafés no país, e que acredita que é o momento de investir também no setor de hotelaria. Na sua visão, há muita demanda e pouca oferta de empreendimentos no Brasil.

Parker apontou, durante o evento, que o grupo não se contagiou com o "efeito manada" de marcas que chegaram ao país em 2008, e resolveu estudar as especificidades do mercado. "Não é fácil investir no Brasil", afirmou.

O Hard Rock já teve um café na Barra, no Rio, de 2000 a 2011, mas fechou a unidade por "falta de estudos adequados". Para Parker, não havia mercado no País para a rede. Agora, o grupo vai abrir a nova unidade na zona sul da capital carioca. Hoje, a rede tem apenas um café em funcionamento no País, em Belo Horizonte.

Fonte: http://brasileconomico.ig.com.br/negocios/2014-05-06/depois-dos-cafes-hard-rock-planeja-ter-cinco-hoteis-no-brasil.html

Renault e Hyundai melhoram vendas, apesar de mercado ruimRenault e Hyundai, mais as japonesas Toyota e Mitsubishi, são, ...
05/05/2014

Renault e Hyundai melhoram vendas, apesar de mercado ruim

Renault e Hyundai, mais as japonesas Toyota e Mitsubishi, são, pelo menos até o momento, as únicas montadoras instaladas no país que conseguem "remar" contra a queda no consumo de carros.
Desse quarteto, a francesa Renault e a coreana Hyundai são as marcas que mais ganham mercado neste ano (veja gráfico ao lado). A primeira se recupera do desempenho negativo nos primeiros meses de 2013, quando parou a produção por dois meses para concluir a expansão de sua fábrica no Paraná, o que provocou desabastecimento da rede de concessionárias na época. Já a Hyundai, assim como a Toyota, segue colhendo os frutos da investida no mercado de automóveis compactos com a produção local do HB20. No último ano, a montadora conseguiu avançar ainda mais no segmento ao lançar uma versão sedã do modelo.
Entre janeiro e abril deste ano, quando o consumo de carros no Brasil caiu 4,5%, a Renault vendeu quase 7 mil automóveis a mais do que nos quatro primeiros meses de 2013. Em igual período, a evolução da Hyundai, em valores absolutos, chegou perto das 6 mil unidades, incluindo na conta modelos importados e os utilitários montados pela parceira Caoa em Goiás. Só as vendas do HB20 - único modelo produzido na fábrica do grupo coreano em Piracicaba (SP) - crescem 16,7% neste ano.
A Mitsubishi, por sua vez, cresce 4%, na esteira da ampliação de capacidade e nacionalização de modelos, como o utilitário esportivo ASX, na fábrica de Catalão, no sul goiano.
O bom desempenho, contudo, não significa que essas marcas estão imunes à conjuntura negativa da indústria. A Renault cortou metade da produção do terceiro turno e tem feito paradas de linha por conta da queda nas exportações para a Argentina.
Já a Hyundai segue operando a plena capacidade, mas vai aproveitar a Copa do Mundo, quando espera-se uma retração no fluxo de consumidores nas concessionárias, para interromper a produção na fábrica de Piracicaba em dias de jogos da seleção brasileira, marcando também 12 dias de férias coletivas para a primeira quinzena de julho.
Números divulgados na sexta-feira pela Fenabrave, a entidade que representa as concessionárias de veículos, confirmam que o setor emitiu sinais de reação em abril, mas segue bem abaixo dos volumes do ano passado.
Entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, as vendas do mês passado somaram 293,3 mil unidades, o que representa uma alta de 21,8% ante o fraco desempenho de março, quando o resultado foi prejudicado pelo feriado de Carnaval.

Fonte: Valor Econômico – Empresas – 05/05/2014 – Pág. B3

Brasil terá em 2014 uma televisão por habitante, diz FGVSÃO PAULO - A Copa do Mundo representará o impulso que faltava p...
30/04/2014

Brasil terá em 2014 uma televisão por habitante, diz FGV

SÃO PAULO - A Copa do Mundo representará o impulso que faltava para o mercado de televisão no Brasil atingir a média de um aparelho por habitante. Atualmente, 97% da população tem uma TV, média acima da mundial, de 72%, de acordo com dados da 25ª Pesquisa Anual Sobre o Uso de Tecnologia da Informação (TI), divulgada nesta quinta-feira, 24, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). "O Brasil vai chegar a uma televisão por habitante neste ano. Estamos muito perto do ''um pra um'' e vamos ter um impulso nas vendas neste ano por causa da Copa do Mundo", afirmou o professor Fernando Meirelles, coordenador da pesquisa.

O levantamento também mostrou que o Brasil superou os Estados Unidos no quesito de quantidade de telefones (fixos e celulares) por habitante. No Brasil, o índice é de 158% (mais de 3 a cada 2 habitantes), ante 156% nos Estados Unidos e 115% na média mundial. Segundo Meirelles, a explicação para isso estaria na popularização dos aparelhos entre a população mais pobre que ganhou poder de compra nos últimos anos, associado à preferência de boa parte dos consumidores em deter mais de um aparelho com planos de operadores diferentes para combinar tarifas mais baixas nas chamadas.

"A política de não tarifação entre as mesmas operadoras provocou uma proliferação de celulares entre as camadas mais pobres", explicou. Já nos Estados Unidos as tarifas são mais baixas, em média, diminuindo a necessidade de aquisição de diferentes chips.

No caso dos computadores (segmento que inclui desktops, notebooks e tablets) a perspectiva é de um aparelho por habitante no Brasil em 2016. Atualmente, 67% da população brasileira detém um computador, porcentual abaixo da média mundial de 72%. Em 2014, as vendas devem crescer 10%, ante 19% em 2013.

Segundo Meirelles, essa desaceleração é natural tendo em vista o grande número de vendas e de aparelhos que entraram em uso nos anos anteriores. "Crescimento de 10% é bastante grande considerando o número alto de 2013 e a situação macroeconômica nebulosa que temos pela frente", disse. O destaque serão as vendas de tablets, crescendo em ritmo acima de notebooks e desktops. Em 2012, as vendas de tablets foram de 3 milhões, e em 2013, de 8 milhões.

Fonte:

Endereço

Rua Arizona, 1349/13° Andar
São Paulo, SP
04567-003

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Escopo Geomarketing + Pesquisa de Mercado posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Escopo Geomarketing + Pesquisa de Mercado:

Compartilhar