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Na LIVE da próxima terça-feira, 24 de janeiro às 20h, Ação Clima Popular recebe, mais uma vez, Diego Gazola.Nesta edição...
23/01/2023

Na LIVE da próxima terça-feira, 24 de janeiro às 20h, Ação Clima Popular recebe, mais uma vez, Diego Gazola.
Nesta edição, abordaremos a sétima etapa do "Nascentes da Crise" – Tailândia.
O pesquisador do projeto vai realizar uma série de nove LIVE conosco. A cada edição será abordada uma das etapas dos videodocumentários do projeto.

A sétima etapa do Reality Nascentes da Crise foi embasada na pesquisa de cientistas americanos e chineses em estudo divulgado no início de 2020 pelo Portal BioRxiv, operado pelo Cold Spring Harbor Laboratory. O jornalista e neonaturalista Diego Gazola percorreu durante trinta dias cerca de cinco mil quilômetros do norte ao sul da Tailândia.

A nova expedição expõe curiosidades e a busca por indícios que correlacione a descoberta de 33 tipos de vírus, destes 28 até então desconhecidos pela ciência, a partir do degelo acelerado pelas mudanças climáticas no planalto do Tibete. Potencialmente, segundo essa linha de pesquisa, um deles pode estar associado à emergência do novo coronavírus (SARS-CoV-2), que paralisa a humanidade desde dezembro de 2019.

A viagem à Ásia teve início em 11 março de 2020, data em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia global de COVID-19. Durante a escala na Alemanha, com as mudanças nas regras de trânsito, a outra escala de Gazola que seria em Pequim na China foi cancelada. Assim o pesquisador teve que aguardar 24 horas até ser remanejado para um voo direto desde Frankfurt até Bangkok, a capital da Tailândia.

A pesquisa teve com norteadores geográficos, os cursos dos rios Yangtsé, Salween e o Mekong. Os três nascem em território chinês, no planalto do Tibete, porém fluem para diferentes direções.

O primeiro se direciona para o leste, passando pelo núcleo urbano de Wuhan, epicentro do novo coronavírus e deságua na Baía de Hangzhou em Xangai. O rio Yangtsé é o terceiro mais extenso do mundo, atrás do Amazonas e o Nilo. Como as fronteiras estavam fechadas, não foi possível chegar até o rio na China.

Já o rio Salween, desde a nascente também no Tibete, segue para o sul formando parte da fronteira entre o Myanmar e a Tailândia. Após um trajeto de moto de 700 quilômetros e muita negociação com a guarda de fronteira, o pesquisador obteve autorização para a coleta da amostra da água próximo à cidade Mae Ho.

O terceiro rio abordado no documentário é o maior do Sudeste Asiático. O Mekong flui no sentido sudeste, cruzando após a China, outros cinco países: Myanmar, Tailândia, Laos, Camboja e deságua no Mar da China no extremo sul do Vietnã. A amostra da água foi coletada em uma região conhecida como Triângulo Dourado, na cidade de Chiang Saen.

Gazola compactua de que em estado líquido, as moléculas da água em si não transmita vírus, porém pondera que o fato de Wuhan estar localizada às margens do rio Yangtsé seja um fator relevante a ser considerado nas pesquisas sobre as origens da COVID-19. “Em geral, as cidades se desenvolvem ao longo de corpos hídricos. Os humanos, assim como a fauna transita entre territórios e os cursos d’água são propícios para deslocamentos. Na linha de pesquisa que compactuo, a emergência do novo coronavírus pode estar relacionada ao aquecimento global e à consequente aceleração do degelo nas nascentes destes importantes rios asiáticos”, salienta o pesquisador.

Agora, o desafio é a busca por parceiros para a realização da análise das provas para mapearem eventuais resquícios de patógenos presentes nas amostras.

O filme (12'07”) está disponível abaixo ou diretamente pelo link: https://youtu.be/ngTUwdevxWo

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Na LIVE da próxima terça-feira, 13 de dezembro às 19h, Ação Clima Popular recebe, mais uma vez, Diego Gazola.Nesta ediçã...
12/12/2022

Na LIVE da próxima terça-feira, 13 de dezembro às 19h, Ação Clima Popular recebe, mais uma vez, Diego Gazola.

Nesta edição, abordaremos a sexta etapa do "Nascentes da Crise" – Mato Grosso e Pará.

O pesquisador do projeto vai realizar uma série de nove LIVE conosco. A cada edição será abordada uma das etapas dos videodocumentários do projeto.

A sexta etapa do Reality percorreu o epicentro das polêmicas queimadas na Amazônia. A pesquisa foi realizada em setembro de 2019, ao longo da BR-163 entre Cuiabá-MT e Itaituba no Pará. A região onde teria sido articulado o “Dia do Fogo” na fronteira da expansão do agronegócio.

O primeiro destino foi o município de Nobres, a 120 quilômetros de distância da capital matogrossense. Além de um paraíso natural com rios de águas cristalinas, a região abriga a nascente do rio Paraguai que está no divisor entre as Bacias do rio da Prata e do rio Amazonas. Em seguida o ambientalista seguiu para Sorriso, cidade reconhecida por Lei Federal como a Capital Nacional do Agronegócio. Ali registrou araras comendo milho potencialmente transgênico e trouxe reflexões sobre a exportação de água virtual por meio de grãos (milho e soja) cujo destino é prioritariamente para produção de ração animal.

Sinop, outra potência do agronegócio localizada ao longo da BR-163 também foi documentada. Durante a passagem pela cidade aconteceu a primeira chuva após mais de cem dias de estiagem. A tempestade originou desde o sentido nordeste, onde está localizado o Parque Indígena do Xingu e embasou a percepção de influência da Floresta na regulação do regime de chuvas na região.
Mais ao norte, ainda em Mato Grosso, em Peixoto de Azevedo é apresentado o modo de funcionamento de um garimpo legalizado. O empreendimento é associado à COOGAVEPE - Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto a qual contempla mais de 500 sócios e rompe paradigmas referentes à mineração na Amazônia.
Já no Pará, o principal registro foi em Novo Progresso, cidade em que está sediada o jornal Folha do Progresso que no dia 10 de agosto denunciou os planos para o o que ficou conhecido como o “Dia do Fogo”, uma ação que teria sido orquestrada para a realização de incêndios em áreas de floresta.

A última localidade visitada foi Itaituba, localizada a 1.500 quilômetros de Cuiabá no entroncamento entre a BR-163 e a rodovia Transamazônica (BR-230). Às margens do rio Tapajós, o porto na cidade é utilizado com principal modal para o escoamento fluvial dos grãos exportados para todo o planeta.

“Acredito na linha de pesquisa de alguns cientistas que abordam a influência da Amazônia na regulação do clima da América do Sul. Também compactuo com a linha de pensamento que associa um gradativo e acelerado processo de desertificação em partes da região centro-oeste e sudeste do Brasil em função do desmatamento e do avanço da em grande escala da fronteira agropecuária sobre a Amazônia”, explica Diego Gazola.
O filme (19'45”) está disponível abaixo ou diretamente pelo link: https://youtu.be/c8QG_ed2HOI

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Na LIVE da próxima terça-feira, 12/jul, a partir das 19h, a Ação Clima Popular vai receber, mais uma vez, Diego Gazola.O...
11/07/2022

Na LIVE da próxima terça-feira, 12/jul, a partir das 19h, a Ação Clima Popular vai receber, mais uma vez, Diego Gazola.

O pesquisador do projeto NascentesdaCrise.com.br vai realizar uma série de nove LIVE conosco. A cada edição vai ser abordado uma das etapas dos videodocumentários do projeto.

Nesta edição, vamos abordar a segunda etapa – Uruguai e Argentina.

Nascentes da Crise é um formato inovador de Reality sobre clima.

A segunda etapa abordou a foz do rio da Prata na fronteira entre o Uruguai e a Argentina e foi produzida em dezembro de 2016.

Ali encontra a segunda maior desembocadura de água doce da América do Sul. A região recebe praticamente a totalidade das águas “exportadas” pela Amazônia por meio dos “rios voadores” e são drenadas através de centenas de rios do centro-sul da América do Sul.

O documentário apresenta duas das dezenas de comunidades que vivem na ilhas no meio do rio da Prata, assim como registra a visita do pesquisador a Dolores, cidade que foi devastada pelo mais impactante tornado já registrado no continente.

O filme (14’40”) está disponível abaixo ou diretamente pelo link: https://youtu.be/Em0H13MAdtQ

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Será hoje, terça-feira, a partir das 19h30, a Live sobre Rios Voadores e as Mudanças Climáticas em que o Observatório So...
17/05/2022

Será hoje, terça-feira, a partir das 19h30, a Live sobre Rios Voadores e as Mudanças Climáticas em que o Observatório Social Poços Sustentável vai receber o pesquisador Diego Gazola do projeto Nascentes da Crise.

Durante os últimos 14 anos, ele viajou para todos os Estados brasileiros e cerca de 35 países realizando pesquisas de conteúdo para guias de viagem.

A primeira etapa do Nascentes da Crise, produzida entre o Acre e o Peru em setembro de 2014, é balizada pelo conteúdo do relatório 'O Futuro Climático da Amazônia' do cientista Antônio Donato Nobre (INPE). Segundo o estudo, a umidade amazônica “faz uma curva” ao se chocar com a Cordilheira dos Andes naquela região e desce influenciando o regimes de chuvas na parte centro-sul da América do Sul, principalmente durante o verão hemisférico.

O documentário apresenta três rotas que conectam os Andes à Amazônia: a estrada de terra pelo Parque Nacional del Manu, a rodovia asfaltada Interoceânica e o rio Urubamba que conecta Machu Picchu à Floresta Amazônica.

O filme (15’44”) está disponível abaixo ou diretamente por meio do link: https://youtu.be/l3dSeqklEZY

Na segunda etapa entre Uruguai e Argentina, ele visitou a foz do rio da Prata na fronteira entre o Uruguai e a Argentina e foi produzida em dezembro de 2016. Ali encontra a segunda maior desembocadura de água doce da América do Sul. A região recebe praticamente a totalidade das águas “exportadas” pela Amazônia por meio dos “rios voadores” e são drenadas através de centenas de rios do centro-sul da América do Sul.

O documentário apresenta duas das dezenas de comunidades que vivem na ilhas no meio do rio da Prata, assim como registra a visita do pesquisador a Dolores, cidade que foi devastada pelo mais impactante tornado já registrado no continente.

O filme (14’40”) está disponível abaixo ou diretamente por meio do link: https://youtu.be/Em0H13MAdtQ.

Neste ano, o Observatório Social Poços Sustentável aborda esse tema no ODS 14 e o artigo completo se vai ser disponibilizado após a Live, no site da APS. Cientes que a bacia dos afluentes mineiros dos rios Mogi-Guaçu/Pardo pertencem ao rio Grande, e por conseguinte suas águas integram a bacia do rio Paraná até sua foz no Oceano Atlântico, a sua importância estratégica vai além de Minas Gerais, e beneficia também São Paulo e inclusive a Argentina e Uruguai.

Agende a data e o horário para prestigiar mais esta Live, com transmissão pelo nosso canal no You Tube: https://www.youtube.com/channel/UCrIcKE7ArK2Dnz_zrGW-09g

A Heinz lançou uma promoção que dará 300 embalagens de seu ketchup com rótulos "plantáveis". O objetivo é convidar o con...
25/09/2021

A Heinz lançou uma promoção que dará 300 embalagens de seu ketchup com rótulos "plantáveis". O objetivo é convidar o consumidor a plantar e cultivar tomates da marca em casa.

A Heinz vai lançar uma promoção que dará 300 embalagens de seu ketchup com rótulos "plantáveis". O objetivo é convidar o consumidor a plantar e cultivar tomates da marc

Feita com babaçu e produzida artesanalmente por comunidades do Pará, a bebida tem preço variável de acordo com os índice...
15/09/2020

Feita com babaçu e produzida artesanalmente por comunidades do Pará, a bebida tem preço variável de acordo com os índices de desmatamento na região.
Na prática, quando o desmatamento cai, o preço do produto cai junto.

https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/09/10/colorado-amazonica-acompanha-desmatamento-e-tem-alta-de-459.html?adtagid=5762710B96C4B3418016AB7493A256A2

Iniciativa lançada pela Cervejaria Colorado e David registra primeira alteração de preço e o valor da bebida vai de R$ 5,49 para R$ 8,01

05/06/2020

Te**es rápidos para COVID-19 têm se tornado um nicho de mercado em tempos de pandemia.
Vislumbrando a impossibilidade de te**es gratuitos em massa para toda a sociedade, a Meta Manipulação tem realizado por R$250,00.
O resultado é informado em 15 minutos e o laudo enviado pela internet em até 24 horas.







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