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O MARCO CIVIL DA INTERNET VAI ACABAR COM A PUBLICIDADE DIRIGIDA?Confira a resposta no link abaixo. ,  ,
20/05/2014

O MARCO CIVIL DA INTERNET VAI ACABAR COM A PUBLICIDADE DIRIGIDA?

Confira a resposta no link abaixo.

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Aprovado pelo Senado no dia 22 de abril, o Marco Civil da Internet tem gerado dúvidas sobre diversos pontos. O principal deles é a respeito do fim do marketing dirigido. Na interpretação de alguns, de acordo com a nova lei, as aplicações de internet (sites, e-commerce etc.) ficam proibidas de exibir…

GATEWAY DE PAGAMENTOS COM BITCOINS COMEÇA A OPERAR NO BRASILAcaba de chegar ao mercado o PagCoin, um gateway de pagament...
19/05/2014

GATEWAY DE PAGAMENTOS COM BITCOINS COMEÇA A OPERAR NO BRASIL

Acaba de chegar ao mercado o PagCoin, um gateway de pagamentos online criado especificamente para o processamento de transações em Bitcoins. Desenvolvido pela startup PagCoin.com, o sistema permite que os lojistas aceitem a nova moeda virtual nas vendas pela Internet sem qualquer risco, pois as transações são convertidas, automaticamente, para o Real e o valor é depositado na respectiva conta bancária.

Com implantação gratuita disponível para sistemas de e-commerce, o PagCoin oferece ainda um baixo custo operacional por transação, fixado em 1% do valor convertido. Segundo João Paulo Oliveira, CEO da PagCoin.com, as operações feitas pelo novo gateway reduzem os gastos por transação em, no mínimo, 60% – se comparadas às realizadas com operadoras de cartões de crédito.

Dentre as vantagens para os lojistas, destaca-se a possibilidade de aderir à nova tecnologia sem precisar investir em infraestrutura, tampouco se preocupar como a alta variação da moeda virtual. “Nós assumimos o risco de ficar com as Bitcoins transferidas pelos consumidores, fazemos o acompanhamento das taxas de câmbio, convertemos a moeda e efetuamos o depósito bancário. Ou seja, nada muda para as lojas, que continuarão a receber suas vendas em Reais, de maneira rápida e transparente”, detalha Oliveira.

De acordo Emanuel Pessoa, diretor Jurídico da PagCoin.com, o gateway atende a todos os requisitos legais envolvidos em transações financeiras deste tipo. Isso porque as operações são simples, baseadas apenas na troca de moedas: do dinheiro virtual (usado mundialmente) para o dinheiro oficial (usado no Brasil).

Dessa forma, se um produto custa R$ 100, por exemplo, a PagCoin.com converte o valor de Reais para Bitcoins, no momento da compra, recebe a moeda virtual do cliente, aprova a transação e repassa o dinheiro para a conta bancária cadastrada. “Eliminamos todos riscos ligados à variação cambial para que os lojistas e gestores mantenham o foco em suas vendas, sem terem de se preocupar com a negociação dos Bitcoins nas bolsas”, completa Oliveira.

Outro ponto positivo com relação ao uso do PagCoin é que, ao ampliar a oferta de meios de pagamento, as lojas ainda têm a possibilidade de atrair novos clientes. “Mesmo porque, além de oferecer mais segurança ao consumidor no ato da transação, o novo meio de pagamento garante privacidade aos consumidores – um grande benefício em termos de pagamentos via Internet, pois não envolve cheques, boletos, extratos bancários etc”, explica.

Oliveira conta ainda que a tecnologia existente por trás do BitCoin promete revolucionar todo o sistema financeiro. Ele lembra que os meios de pagamento convencionais não foram concebidos para serem usados na Internet e, por isso, sempre oferecem algum risco de segurança e a possibilidade de vazamento das informações dos clientes.

Investimento e negócios

Com o objetivo de firmar parcerias com cerca de 500 sites de comércio eletrônico, até o fim deste ano, a Pagcoin.com está investindo em torno de R$ 200 mil no lançamento do gateway, incluindo o desenvolvimento da plataforma e a ativação dos primeiros clientes. “Queremos contribuir com a popularização da moeda virtual no Brasil e ajudar a construir um sistema financeiro mais justo e eficiente”, desafia o executivo. “Em geral, o custo com o processamento de pagamentos efetuados pela internet, consomem cerca de 5% do valor de um produto”, calcula o CEO.

Atualmente, a PagCoin.com mantém parceria com algumas startups que instalarão o novo gateway, nas próximas semanas: Dewa (www.sedewa.com.br), Eventick (www.eventick.com.br) e Olha pra Ela (www.olhapraela.com.br).

Analisando o mercado mundial, Oliveira diz que diversas análises indicam um crescimento exponencial na adoção de Bitcoins. “Acredito que, dentro de um ano, as transações com Bitcoins serão bem comuns, o que será admirável, considerando que o assunto era desconhecido do grande público, há apenas seis meses o tópico”, aposta.

Como utilizar

Amirton Chagas, diretor de tecnologia da PagCoin.com, conta que a equipe de projeto e desenvolvimento da startup reuniu as principais funcionalidades e aplicações do Bitcoin para que os clientes tenham acesso a uma plataforma de navegação intuitiva, moderna e segura – que pode ser utilizada por lojas virtuais dos mais variados segmentos. “Investimos muito para assegurar que a tecnologia por trás do gateway possa garantir segurança total aos dados e transações dos usuários, incluindo lojistas e consumidores”, afirma.

Para os interessados em adotar a nova opção de pagamentos com o uso de Bitcoins, basta se cadastrar no site www.pagcoin.com e aguardar as orientações da companhia sobre os detalhes de integração da nova ferramenta ao sistema de comércio eletrônico.

De acordo com Rodrigo Garzi, diretor de Marketing da PagCoin.com, o novo serviço oferece diversos benefícios para comerciantes e gestores de e-commerce, tais como:

- Praticidade para começar a aceitar Bitcoins, pois a integração do PagCoin a lojas eletrônicas é muito simples;

- Agilidade no recebimento de valores na conta corrente, com créditos realizados em Reais, em até 48 horas;

- Segurança nas transações de vendas, sem a necessidade de contratar gestores de riscos;

- Pagamento de taxa de 1% sobre o valor da transação, sem custos adicionais; e

- Geração de negócios adicionais, junto ao público que já utiliza Bitcoins e aos “early adopters” – que exploram e se identificam com novas tecnologias.

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Conheça as 5 tendências do Marketing Digital.
14/05/2014

Conheça as 5 tendências do Marketing Digital.

As 5 tendências do Marketing Digital foram discutidas na palestra de Steve Rubel, vice-presidente e diretor de insights da Edelman Digital, no evento Digital Age 2.0. Steve Rubel falou sobre os nov...

Antigamente, o símbolo  # (também chamado por nós de “jogo-da-velha”) era usado apenas em algumas situações especiais, c...
13/05/2014

Antigamente, o símbolo # (também chamado por nós de “jogo-da-velha”) era usado apenas em algumas situações especiais, como nas artes gráficas. Mas então veio o Twitter e transformou este símbolo mundano em uma sensação online. Hoje, se você está no Twitter, Instagram, Pinterest,Google+, YouTube ou Facebook, você simplesmente não tem como evitar a presença das .
Para o iniciante nas redes sociais, as hashtags podem ser algo confuso e inútil à primeira vista. Mas se você entender o seu propósito e aprender a usá-las, as hashtags são uma ferramenta poderosa para ajudá-lo a envolver o seu público-alvo e aumentar o reconhecimento da sua marca.

O Que É Uma # Hashtag?
O hashtag é uma palavra-chave precedida pelo símbolo #, que as pessoas incluem em suas mensagens. Essencialmente, ela faz com que o conteúdo do seu post seja acessível a todas as pessoas com interesses semelhantes, mesmo que eles não sejam seus seguidores ou fãs. Por exemplo, digamos que você seja um fã da Apple e que você esteja pensando em comprar um iPhone 5. Ao pesquisar por “ ″ em qualquer rede social irá mostrar os posts e fotos de todos os usuários que usaram “ ″ em suas mensagens. As hashtags aparecem como links clicáveis quando usadas em mensagens, bastando clicar sobre elas para ver todos os resultados relevantes.

Como As Hashtags Ajudam A Promover Meu Negócio?
Assumindo que o seu perfil nas redes sociais seja público, usar hashtags faz com que as suas mensagens sejam visíveis para qualquer um que compartilhe o seu interesse. Isso faz com que os seus posts não fiquem mais limitados à apenas seus seguidores – o seu conteúdo será acessível a todos os interessados. Escolher a hashtag certa irá ampliar enormemente o alcance das suas mensagens para milhares de potenciais seguidores, fãs ou clientes.

Criando Uma Hashtag Eficaz
Para criar uma hashtag, tudo o que você precisa fazer é juntar um # e uma palavra-chave relevante. Você pode inserir hashtags em qualquer lugar em suas mensagens: frente, meio ou fim. Algumas pessoas gostam de colocar as suas hashtags no meio dos posts, enquanto outros preferem inseri-las no final – o resultado é o mesmo, desde que suas hashtags sejam relevante.
As hashtags são poderosas, quando usadas sabiamente. Nada afasta as pessoas mais do que um post confuso com e com hashtags em excesso ou muito longas, como . Como regra geral, no Twitter não se usa mais do que uma ou duas, mas no Instagram dá pra usar 4 ou 5 hashtags sem problemas.

As Hashtags São Todas Iguais?
No formato sim, mas elas variam de acordo com o conteúdo e o seu uso. Costuma-se dividir as hashtags em 3 tipos básicos:

Hashtags de Conteúdo: Se você é totalmente novo no mundo das hashtags, em primeiro lugar considere usar hashtags que se relacionam diretamente com a sua marca, produto ou serviço. Hashtags de conteúdo irão expor a sua marca para muitos clientes em potencial, que antes não eram familiarizados com a sua marca. Se você possui uma confecção de roupas, usar hashtags como ou irá expor o seu negócio para pessoas que ainda não o conhecem.

Trending Hashtags: Outra ótima maneira de aumentar a visibilidade da sua marca é usar as hashtags existentes e que estão na moda (isso é, que estão “trending”). Mas antes de usar uma dessas hashtags, tenha certeza de que a sua mensagens realmente está agregando valor à conversa existente. Se seu post não agrega valor, ele será ignorado e, até mesmo, poderá ser considerado spam. Se, contudo, o seu post é informativo, engraçado ou viral, ele será compartilhado por outros usuários e isso irá ampliar o alcance da sua marca.

Hashtags Originais: Às vezes, o problema com o uso de hashtags genéricas ou populares é que seus posts podem se perder no meio de centenas de mensagens que estão usando as mesmas hashtags. Por isso, é uma boa ideia criar suas próprias hashtags, específicas para o seu negócio ou sua marca. Elas poderão ser usadas em campanhas específicas (para uma promoção especial) ou então como forma de fortalecer as suas campanhas de marketing regulares (usadas em todos os seus canais sociais, sempre que relevante).

Então, o que você está esperando? Comece a aproveitar o poder das hashtags e amplie o seu alcance a milhões de seguidores e clientes em potencial!

Conheça algumas das soluções de Marketing Digital que podem ajudar a propagar o nome da sua empresa para o público e cli...
09/05/2014

Conheça algumas das soluções de Marketing Digital que podem ajudar a propagar o nome da sua empresa para o público e clientes em potencial.

Geomarketing é a integração entre marketing e inteligência geográfica, é uma poderosa ferramenta que permite identificar...
30/04/2014

Geomarketing é a integração entre marketing e inteligência geográfica, é uma poderosa ferramenta que permite identificar os locais de maior potencial de consumo dos produtos de cada empresa.
Ele permite um direcionamento mais efetivo da comunicação das empresas para o publico alvo.
Na prática é ter sua peça publicitária, seu "panfleto" dentro da casa do seu consumidor com um nível de dispersão quase zero.
Reduz custos e aumenta a eficiência de uma campanha publicitária através de publicidade direcionada e adaptada a uma dada zona/segmento.
Se você, empresário, está precisando de uma campanha direta e efetiva, essa é uma das ferramentas de marketing que a Publiwork oferece à sua empresa para alavancar os seus negócios.

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Uma das vantagens de ser subdesenvolvido é pular etapas da evolução, pelo menos segundo o diretor sênior do Adobe Market...
25/04/2014

Uma das vantagens de ser subdesenvolvido é pular etapas da evolução, pelo menos segundo o diretor sênior do Adobe Marketing Cloud, Matt Langie. De acordo com o executivo, o Brasil em geral ainda é imaturo com relação às possibilidades do marketing digital, mas pode crescer rápido, tendo como modelo experiências já resolvidas nos Estados Unidos ou Europa.
"O tempo para a maturidade está diminuindo a cada ano. Os países emergentes adotam a última tecnologia, ou seja, tablets já vendem mais que notebook, smartphones mais que linhas fixas. Estão pulando ciclos que os EUA passaram e chegando ao futuro mais rápido", afirmou Langie durante o Adobe Summit, em Salt Lake City (EUA).
Com menos de metade da população com acesso a internet, o Brasil tem um grande potencial para as empresas que abraçam o mundo digital. Segundo Langie, "é possível que já existam empresas no Brasil que são mais maduras do que muitas nos EUA, depende do que elas esperam do digital e o quanto investem". É o caso de três companhias que apresentaram seus cases nesta semana no Adobe Summit: Terra, Nova Pontocom e Fiat (por meio da AgênciaClick Isobar).
De acordo com pesquisa da IDG Connect em parceria com a Adobe, 100% dos principais departamentos de marketingo do Brasil usam análise de dados, mas apenas 24% integram dados offline e online. O planejamento de marketing das 100 empresas que participaram da pesquisa prevê ampliação da automação no marketing por meio de ferramentas digitais - atualmente 38% usa o serviço, mas o índice deve dobrar em 12 meses. Outras prioridades serão a segmentação das campanhas e veiculação em dispositivos móveis.

Novo mundo

"Alguns setores estão começando a ver o potencial das experiências digitais agora, têm mais dificuldades em conectar os pontos do que está acontecendo. Quanto mais as empresas percebem que o consumidor está tendo experiências digitais, mais elas investem", afirmou Langie. Segundo ele, as empresas que estão entrando agora no mundo digital devem focar os aparelhos móveis (smartphones e tablets), que já superaram os acessos a partir de computadores pessoais.
Além de desbravar um mundo novo, as companhias precisam lidar com um consumidor mais exigente, que quer o produto em tempo real, ao clique de um botão. "O cliente não tolera mais um site fora do ar ou ferramenta de busca que não funciona." A mesma visão sobre o consumidor moderno é compartilhada pelo CEO da Adobe, Shantanu Narayen.
"Não queremos ser tratados como um número anônimo. Esperamos experiências diferentes no PC, no tablet, no smartphone. Nossa tolerância a experiências ruins está cada vez menor e a exigência cada vez maior. A empresa em tempo real é impulsionada por dados de consumidores, todos os sistemas precisam estar conectados", afirmou o executivo.

Mudança estrutural

Essa mudança para o digital implica em alterações de processos e estruturas dentro da empresa inteira, com o departamento de marketing ganhando influência sob o comando do Chief Marketing Officer (CMO). Conforme Langie, os profissionais de martketing têm que lidar agora com análise de dados, números e conhecer como funcionam as tecnologias. "É engraçado, porque quando entrei em marketing, muitas pessoas entraram porque não queriam lidar com números, ciências, e agora você precisa de todas essas habilidades", brincou.
Para Brad Rencher, vice-presidente sênior e gerente da unidade de Marketing Digital da Adobe, é o novo comportamento do consumo que força as empresas a mudarem também. "As mudanças no consumo estão revolucionando as empresas. Por isso, o marketing está se tornando o centro. Elas precisam se reinventar sempre. Por exemplo, se eu quero dividir a conta apenas batendo os smartphones com os amigos, ou fazer check-in no hotel e abrir a porta com meu celular, estas novidades podem ser pequenas para startups, mas são um problema gigante para a indústria já estabelecida."
Além disso, o consumo tem escala global agora, conforme explicou a CMO da Sephora, Julie Bornstein. "A internet era uma rua de mão unica, de informação, agora é uma rede social. É muito mais que apenas e-commerce. Um popstar sul-coreano pode criar um vídeo e depois de semanas jovens na Califórnia estão dançando o hit. É preciso pensar o consumidor globalmente, as barreiras comerciais e impostos não são mais problemas para eles."

DILMA SANCIONA O MARCO CIVIL DA INTERNET NA ABERTURA DA NETMUNDIALA presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Civil da...
24/04/2014

DILMA SANCIONA O MARCO CIVIL DA INTERNET NA ABERTURA DA NETMUNDIAL

A presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Civil da Internet durante a NETMundial, encontro realizado em São Paulo que reúne representantes de mais de 90 países, entre eles 27 ministros. "A internet que queremos só é possível em um cenário de respeito aos direitos humanos, em particular à privacidade e a liberdade de expressão. Os direitos que as pessoas têm off-line também devem ser protegidos on-line", declarou Dilma.
O projeto de lei que institui o Marco Civil da Internet, considerado uma espécie de Constituição para uso da rede no país, foi aprovado na terça-feira (22) pelo Senado. O texto, aprovado no mês passado pela Câmara dos Deputados, não sofreu alteração de conteúdo pelos senadores. O governo barrou as mudanças propostas para acelerar a aprovação. A sanção da presidente nesta quarta-feira foi simbólica, já que o projeto não chegou ao Palácio do Planalto. Pela Constituição, a Presidência tem até 15 dias úteis para sancionar o projeto e, geralmente, Dilma espera o fim desse prazo se aproximar.
"A NETMundial vem impulsionar esse esforço. E essa reunião responde a um anseio global por mudanças da situação vigente e pelo fortalecimento sistemático da liberdade de expressão na internet e a proteção a direitos humanos básicos, como é o caso do direito a privacidade. E, sem sombra de dúvida, também ao tratamento das discussões na internet de forma respeitosa, garantindo seu caráter democrático e aberto", disse Dilma.

"Para além da sua contribuição ao crescimento econômico, a internet tem permitido a reinvenção permanente no modo como as pessoas e as instituições interagem, inclusive politicamente", disse a presidente. "O Brasil defende que a governança da internet seja multissetorial, multilateral, democrática e transparente. Nós consideramos esse modelo a melhor forma de exercício", completou.

O evento, que existe para debater a chamada "governança de rede", começou nesta quarta-feira (23) - com um agradecimento a Edward Snowden, ex-consultor da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos EUA, que vazou informações confidenciais sobre espionagem no país.
Exilado na Rússia desde 1º de agosto de 2013, após receber asilo do governo russo, Snowden é acusado de espionagem por vazar informações sigilosas de segurança dos Estados Unidos e revelar em detalhes alguns dos programas de vigilância que o país usa para espionar a população americana – utilizando servidores de empresas como Google, Apple e Facebook – e vários países da Europa e da América Latina, entre eles o Brasil, inclusive fazendo o monitoramento de conversas da presidente Dilma Rousseff com seus principais assessores.
Documentos vazados por ele continuam repercutindo na imprensa, e novas informações sobre a espionagem de presidentes e chanceleres de países da Europa foram reveladas. Snowden teve acesso às informações que vazou para a imprensa quando prestava serviços terceirizados para a NSA no Havaí.
No início da NETMundial, Nnenna Nwakanma, representante da sociedade civil, defendeu a liberdade na rede e agradeceu a revelação feita por Snowden dos casos de espionagem comandados pelos Eua. "E para todos nós que amamos a internet, e todos nós que estamos aqui, e a alguém chamado Edward, Edward Snowden, obrigado". "Nos 49 países menos desenvolvidos, mais de 90% da população não está on-line", comentou.

O Brasil sedia o encontro entre países, empresas, grupos técnicos e acadêmicos para discutir quem "manda" na internet e qual deve ser a extensão desse poder. Representantes debatem no NETMundial para propor uma carta de princípios sobre questões técnicas, como domínios de rede (".com" e ".br"), e sócioculturais, como privacidade e liberdade de expressão.

"Nós estamos comprometidos com a aliança para uma internet que possa ter um baixo custo. Meu objetivo é estabelecer a web aberta como um bem global público e um direito básico", disse Nwakanma. "Quase dois terços da população mundial não está conectada à internet. A penetração nos países desenvolvidos é de cerca de 31%, mas na África é de 16%", completou.
Vint Cerf, vice-presidente do Google e representante do setor privado, lembrou o 40º aniversário da revelação pública da internet e o 31º ano de operação. "Robert Kahn e eu acreditávamos fortemente que o design e os protocolos de internet precisavam ser disponíveis livremente e abertamente a qualquer interessado, sem nenhuma barreira de adoção e uso. A abertura da internet tem sido a chave de seu crescimento e valor. Inovação sem permissão é a principal fonte do poder econômico da internet. Nós precisamos achar formas de proteger os valores da internet, incluindo os direitos dos seus usuários", afirmou.
Durante sua fala na abertura do NETMundial, Wu Hongbo, representante das Organização das Nações Unidas (ONU), destacou que apenas de maneira inclusiva, “de baixo para cima, será possível fomentar uma internet acessível, aberta, segura e confiável”.
Tim Berners-Lee, inventor da World Wide Web, destacou a importância da neutralidade da rede para continuar sua evolução. “A explosão de inovação na internet nos últimos 25 anos aconteceu apenas porque a rede era neutra. Conforme a rede dá mais poder às pessoas, individualmente e coletivamente, muitas forças estão abusando ou ameaçando abusar da internet e de seus cidadãos. A rede que teremos em 25 anos de forma alguma é clara, mas cabe completamente a nós decidir o que nós queremos dela”.

Facebook quer oferecer serviços financeiros para concorrer com PayPalNão é só no mundo do hardware e da realidade virtua...
15/04/2014

Facebook quer oferecer serviços financeiros para concorrer com PayPal

Não é só no mundo do hardware e da realidade virtual que o Facebook quer entrar: de acordo com o Financial Times, a rede social busca aprovação de órgãos regulatórios para oferecer serviços financeiros. Mark Zuckerberg quer competir diretamente com o PayPal.

Aparentemente, a Irlanda está bem próxima de conceder a autorização para o Facebook operar serviços financeiros, e a confirmação pode vir nas próximas semanas. Assim, ao menos na Europa, o Facebook poderá operar como uma instituição financeira e permitir que você envie dinheiro real para seus amigos, além de poder armazenar um pouco do que você tem.

O Facebook também estaria conversando com start-ups internacionais de transferência de dinheiro para fechar parcerias, mas não está muito claro como isso poderia funcionar.

Se conseguir a autorização, o Facebook deve enfrentar ainda um grande obstáculo: a confiança dos usuários. Afinal, não é de hoje que grandes ações do Facebook são recebidas com cautela por seus usuários – vide casos como a mudança de termos de uso do Instagram, a compra do WhatsApp e da OculusVR. Você confiaria seu dinheiro ao Facebook, como muitos confiam ao PayPal?

Este é um projeto realizado pela Publiwork para a Primeira Rede Social do Varejo Alimentar, o MERKADOBOOK.Acesse o site ...
11/04/2014

Este é um projeto realizado pela Publiwork para a Primeira Rede Social do Varejo Alimentar, o MERKADOBOOK.

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Hoje a Internet é um meio de comunicação de massa, e ter um site não é só sinônimo de empresa dinâmica, antenada com o f...
11/04/2014

Hoje a Internet é um meio de comunicação de massa, e ter um site não é só sinônimo de empresa dinâmica, antenada com o futuro ou preocupada com a divulgação de seus produtos e com o seu marketing. O site é essencial como cartão de visitas online, é uma forma simples e eficaz de divulgar seus produtos e serviços.
É como oferecer atendimento 24 horas sem ter um atendente na empresa.

É na Internet que as pessoas encontram nomes, endereços, produtos, serviços e informações. É através da Internet que seu cliente pode ver a empresa por dentro, ter conhecimento de seu potencial e de sua estrutura.

O site é a apresentação da empresa, é quase um selo de qualidade. Todos estão com os olhos voltados para a internet!
E o que acontece se o cliente procura o produto ou serviço que a sua empresa oferece e não te encontra?

Ele fecha negócio com o seu concorrente!

A missão da Publiwork é oferecer uma campanha competitiva na internet, e o primeiro passo para que isso aconteça é a criação de um site que apresente todas as características, produtos e serviços do seu negócio.

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08/04/2014

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