MNGN - Adele Grandis

MNGN - Adele Grandis assessoria de imprensa, conteúdo para mídias sociais e produção de moda. Quantas agências de comunicação você conhece? Provavelmente, diversas.

E por que decidimos fundar a hellpee press? Para ser diferente de todas as empresas do gênero que existem hoje em dia. Para assessorar e produzir alguém, não basta formação universitária e bons contatos. Visando apenas as questões burocráticas e comerciais, não há parceria que perdure. Acima de tudo, trabalhamos com marcas, pessoas e serviços que acreditamos e vemos potencial. E nosso relacionamento tem a veracidade e transparência como base.

É preciso ouvir as necessidades e anseios de nossos clientes - e sermos extremamente verdadeiros com cada um deles, para que o trabalho de ambos possa fluir. A garantia de nossa eficácia se dá pelo fato de que é necessário que nossos parceiros se sintam realizados e satisfeitos para que possamos desfrutar junto deles. Nossos orçamentos são realizados de acordo com situação atual de cada cliente. Quando acreditamos em quem estamos prospectando, damos a possibilidade de pessoas e marcas com pouca estrutura inicial poder ganhar espaço na mídia e no público considerando a quantia inicial que podem investir. E para que nossa parceria seja duradoura e gratificante, realizamos cada trabalho de forma personalizada, caminhando de acordo com os objetivos e missão de nossos clientes.

A mensagem que apareceu recentemente em celulares de brasileiros gerou surpresa, memes, dúvidas e discussões. Mas ela ta...
23/06/2026

A mensagem que apareceu recentemente em celulares de brasileiros gerou surpresa, memes, dúvidas e discussões. Mas ela também trouxe um alerta importante.

Vivemos uma era em que praticamente tudo depende de tecnologia: prontuários, agendas, exames, contratos, pagamentos, dados de pacientes e informações estratégicas do negócio.

E quando dependemos de tecnologia, existe uma verdade que precisamos aceitar: Não existe sistema 100% seguro.

O objetivo nunca foi eliminar completamente os riscos, mas reduzi-los ao máximo.

O problema é que muitas clínicas e empresas ainda tratam segurança digital como um assunto secundário. Algo para resolver “depois”.

Até que acontece um vazamento. Até que um computador é sequestrado. Até que uma conta é invadida. Até que dados confidenciais são expostos.

Na área da saúde, isso é ainda mais delicado.Porque um prontuário não é apenas um arquivo. É a história de uma pessoa. É informação sensível. É confiança.

Se você tem uma clínica, consultório ou empresa, talvez este seja um bom momento para revisar processos, acessos, senhas e rotinas de segurança.

A melhor hora para pensar em proteção é antes de precisar dela.

🔐 Como você protege hoje os dados dos seus pacientes e clientes? Compartilhe sua experiência nos comentários.

🔎 Dica de ouro: pra evitar que isso aconteça, conte com a Gheysi Souza - LGPD e Direito Médico

Meu filho acredita em sacis, fadas, corujas e pirilampos. Acho que foi por isso que, quando conheceu o Ney Matogrosso, n...
17/06/2026

Meu filho acredita em sacis, fadas, corujas e pirilampos. Acho que foi por isso que, quando conheceu o Ney Matogrosso, nunca o enxergou como um cantor. Enxergou como alguém que sempre existiu nesse mesmo universo.

Antes mesmo de assistir Homem com H, eu já cantava as músicas do Ney para ele. Eram canções de ninar diferentes. Canções de quem acreditava que, entre uma árvore e outra, alguma coisa mágica ainda podia acontecer.

Então veio o filme. Enquanto muitos adultos se perderiam tentando explicar o Ney, um menino de seis anos viu apenas o essencial. Se revoltou com o pai que não aceitava o filho. Dançou. Cantou. E, toda vez que o Ney aparecia sendo exatamente quem era, dizia, com um sorriso: — O Ney é demais.

Sem perguntas. Sem rótulos. Sem sustos. Depois fomos ao musical. E ele passou a sonhar com o show. O primeiro seria perto do aniversário dele, mas coincidia com uma viagem que faria com o pai. Não fomos.

Esperei outro. No dia do show, talvez fosse a única criança naquela multidão. Cantou todas as músicas, dançou sem a menor vergonha e viveu aquela noite como quem finalmente encontra um personagem das histórias que sempre ouviu.

A única tristeza foi acreditar que o Ney o veria. Na cabeça de uma criança, fazia sentido. “Se sou o único menino aqui, ele vai olhar para mim.” Não olhou. E foi a única magia que não aconteceu.

Mas talvez a maior tenha acontecido sem que ninguém percebesse. Meu filho conheceu Ney Matogrosso antes que o mundo lhe ensinasse a desconfiar das diferenças.

Para ele, o Ney nunca precisou ser explicado. Era apenas mais um ser iluminado habitando o mesmo lugar onde vivem os sacis, as fadas e os pirilampos. E, sinceramente, talvez seja exatamente esse o lugar onde artistas como ele deveriam morar.

10/06/2026

A história da Birkin costuma ser contada como a história de uma bolsa. Mas, pra mim, ela sempre pareceu mais a história de alguém que prestou atenção.

Uma mulher reclamou que não encontrava uma bolsa que fosse bonita, elegante e funcional ao mesmo tempo. Ela estava num avião, conversando. Não estava respondendo uma pesquisa de mercado, não estava participando de um grupo focal, não estava gerando métricas. Estava apenas vivendo a própria vida e compartilhando uma frustração real.

Décadas depois, essa conversa deu origem a um dos objetos mais desejados do mundo. Eu gosto dessa história porque ela desmonta uma fantasia que muita gente tem sobre negócios. A ideia de que as grandes sacadas surgem em salas de reunião, cercadas de gráficos, relatórios e apresentações em PowerPoint.

Às vezes, a resposta está numa conversa. Num incômodo. Numa reclamação que todo mundo escuta, mas ninguém leva a sério.

Vejo muita gente obcecada por algoritmo, concorrência, números, tendências e faturamento, mas sem prestar atenção no que realmente importa: comportamento humano.

As melhores ideias raramente nascem quando você está tentando ter uma ideia genial. Elas costumam nascer quando você está observando. Escutando. Prestando atenção nas necessidades, desejos e frustrações das pessoas.

Porque, no fim, toda grande marca que atravessa gerações entende uma coisa muito simples: produtos mudam. Tendências mudam. Tecnologias mudam.

Mas gente continua querendo ser vista, compreendida e atendida nas suas necessidades. E talvez a pergunta mais importante para qualquer negócio seja: Você está tão preocupado em vender que parou de observar?

Todo ciclo de Copa do Mundo traz a mesma dúvida: “mas todo mundo usa, então pode?” Nem sempre.A FIFA possui um dos siste...
09/06/2026

Todo ciclo de Copa do Mundo traz a mesma dúvida: “mas todo mundo usa, então pode?” Nem sempre.

A FIFA possui um dos sistemas de proteção de marca mais rigorosos do mundo. Além das marcas registradas, ela também monitora práticas conhecidas como ambush marketing (marketing de emboscada), quando uma empresa tenta se beneficiar da visibilidade do evento sem ser patrocinadora oficial.

Isso não significa que sua empresa não possa falar sobre futebol, torcida, jogos ou aproveitar o aumento do interesse do público. Pode sim.

O problema começa quando a comunicação utiliza elementos oficiais, expressões protegidas ou cria a impressão de que existe uma relação comercial, apoio, patrocínio ou parceria com a FIFA ou com a Copa do Mundo.

Em Copas anteriores, empresas de diversos tamanhos receberam notificações para retirar campanhas, alterar materiais gráficos e interromper ações promocionais.

A boa notícia é que existe uma enorme diferença entre fazer marketing criativo e infringir direitos de marca.

Por isso, antes de colocar sua campanha no ar, vale revisar nomes, artes, promoções, hashtags e chamadas comerciais.

Uma boa campanha aproveita o momento, mas uma campanha inteligente aproveita o momento sem gerar problemas jurídicos.

06/06/2026

Os italianos têm um ditado curioso: “Chi non ha talento insegna.” A tradução literal seria: “Quem não tem talento, ensina.” Mas o sentido não é desmerecer quem ensina. É reconhecer que executar e ensinar são habilidades diferentes.

Muitos grandes mestres conhecem profundamente os bastidores, os processos, os erros e os atalhos. Nem sempre são os maiores executores, mas conseguem transmitir conhecimento com excelência. E isso me fez pensar no caso da Natália Beauty.

Não pela resposta em si, mas pelo que veio depois. Estamos vivendo a era das mentorias. Antes vieram os e-books, depois os cursos online, as comunidades pagas e agora as mentorias. Como toda onda do mercado digital, essa também vai passar.

Desde a popularização da Fórmula de Lançamento, criou-se uma indústria baseada na promessa de acelerar resultados financeiros. E isso gerou dois grupos: quem entra buscando uma oportunidade legítima de crescimento e quem enxerga uma oportunidade de vender esse sonho.

O que mais me chamou atenção nessa história foi a gestão da crise. O silêncio inicial já era um posicionamento. As tentativas de justificativa nos stories também.

E o pedido de desculpas tardio completou uma sequência de decisões que demonstraram falta de preparo justamente em alguém que vende conhecimento para empresários e profissionais.

Porque existe uma pergunta que considero fundamental: Você consegue aplicar em si mesmo aquilo que ensina aos outros?

Desde que esse episódio viralizou, surgiram dezenas de relatos de pessoas compartilhando experiências com mentorias, cursos e atendimentos. Não porque alguém pediu, mas porque se sentiram à vontade para falar.

E quando um caso isolado gera uma enxurrada de depoimentos espontâneos, talvez ele deixe de ser apenas uma polêmica e passe a revelar algo maior.

No fim, faturamento impressiona. Mas coerência continua sendo a credencial mais valiosa de qualquer mentor.

14/05/2026

Sabia que a marca de detergente mais usada no Brasil tem 39% do mercado? 🧴

Parece um dado aleatório, mas ele esconde uma lição poderosa de marketing…

Quando uma marca domina a mente do consumidor, ela não precisa brigar por preço. Ela simplesmente é a escolha óbvia.

E é exatamente isso que ajudo profissionais da saúde a construir: uma presença tão forte que o paciente nem cogita ir em outro lugar.

Assiste o vídeo e me conta o que achou! 👇

08/04/2026

“My Kind of Woman” não foi só a última música do show do Mac DeMarco. Foi um fechamento quase simbólico de tudo que já vinha acontecendo antes mesmo da gente entrar ali.

Um show sold out. Cheio. Mas não só de gente.
Cheio de identificação.

Era curioso olhar em volta e perceber quase uma estética compartilhada (como se existisse uma espécie de comunidade silenciosa ali). Vários “mini Mac DeMarcos”. Mesma vibe, mesma energia, mesma forma de existir no mundo.

E talvez seja exatamente isso que a música dele faz. Ele, com toda aquela timidez quase despretensiosa, liderando sozinho um coletivo inteiro de pessoas que cantavam junto; músicas que falam sobre amor, mas não só sobre o outro… sobre si. Sobre acreditar, sobre se questionar, sobre falhar, sobre se enxergar.

E isso atravessa. Porque, no fundo, não é só sobre música, mas sobre pertencimento. Sobre perceber que a gente não está tão sozinho quanto parece, se reconhecer no outro (mesmo quando ele parece completamente diferente de você).

E talvez tenha sido isso que mais fez sentido pra mim naquela noite. “My Kind of Woman” não fala só sobre uma mulher, fala sobre o olhar.

Sobre quem você escolhe ver e como você escolhe ver. E isso muda tudo. Porque quando você muda o olhar…
você muda a relação. E, às vezes, muda até a história que você contou durante anos na sua cabeça.

Esse encontro rendeu e ainda vai render muito mais. Vocês estão preparados?

08/04/2026
🌊 As águas de março estão fechando o verão… e eu ainda sinto que estou virando o ano. Mas quando eu paro (e nem sempre é...
31/03/2026

🌊 As águas de março estão fechando o verão… e eu ainda sinto que estou virando o ano. Mas quando eu paro (e nem sempre é fácil parar) e olho pra esses três meses, parece que eu já vivi muito mais do que um começo de ano. Foi intenso. Daqueles períodos que passam rápido, mas deixam marca.

👩‍💻 Profissionalmente, foi um crescimento bonito de ver. Projetos acontecendo, equipe se fortalecendo, gente chegando, novas trocas, convites que me colocaram em outros lugares, outras conversas. Palestras, consultorias, parcerias que fazem sentido. Não foi sobre volume, foi sobre consistência. Sobre sentir que o caminho está se desenhando com mais clareza.

✈️ Viajei bastante também. E isso, pra mim, nunca é só deslocamento. É mudança de perspectiva. É misturar trabalho com vida, é sair do automático, é olhar de novo pra coisas que já estavam ali. Eu gosto disso. Eu preciso disso.

🪞 Mas o que mais me atravessou nesses meses não foi o que aconteceu fora. Foi o que aconteceu em mim. Eu me redescobri como mulher. De um jeito mais cru, mais honesto, mais instintivo. Menos preocupada em caber, em agradar, em performar qualquer coisa que não seja verdade.

🐺 Existe uma força que vem com o tempo e que ninguém te conta direito. Uma segurança que não é estética, não é externa. É quase animal. Eu me senti mais loba. Mais inteira. Mais viva.

👠 E isso muda tudo. Muda como você se posiciona, como você se relaciona, o que você aceita, o que você recusa. Muda o seu corpo, a sua presença, a sua forma de ocupar espaço.

💝 Também revi muita coisa. Pessoas, vínculos, histórias. Reforcei quem soma, quem sustenta, quem caminha junto. Amizade, pra mim, é base. E esse trimestre me lembrou disso com muita clareza.

🧘 Teve fé também. Mas não essa fé de lugar, de regra, de forma. Uma fé mais silenciosa, mais interna, que organiza sem precisar explicar. E teve perdão. Pedir, aceitar, entender… e seguir mais leve.

👀 Quando eu olho pra tudo isso, dá um certo choque. Porque passou voando… mas foi profundo demais pra caber só em três meses.

🤔 Agora eu fico pensando: será que a vida sempre foi assim… ou eu que finalmente comecei a viver diferente?

Endereço

São Paulo, SP
01305000

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando MNGN - Adele Grandis publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para MNGN - Adele Grandis:

Atalhos

Compartilhar