MNGN - Adele Grandis

MNGN - Adele Grandis assessoria de imprensa, conteúdo para mídias sociais e produção de moda. Quantas agências de comunicação você conhece? Provavelmente, diversas.

E por que decidimos fundar a hellpee press? Para ser diferente de todas as empresas do gênero que existem hoje em dia. Para assessorar e produzir alguém, não basta formação universitária e bons contatos. Visando apenas as questões burocráticas e comerciais, não há parceria que perdure. Acima de tudo, trabalhamos com marcas, pessoas e serviços que acreditamos e vemos potencial. E nosso relacionamen

to tem a veracidade e transparência como base.

É preciso ouvir as necessidades e anseios de nossos clientes - e sermos extremamente verdadeiros com cada um deles, para que o trabalho de ambos possa fluir. A garantia de nossa eficácia se dá pelo fato de que é necessário que nossos parceiros se sintam realizados e satisfeitos para que possamos desfrutar junto deles. Nossos orçamentos são realizados de acordo com situação atual de cada cliente. Quando acreditamos em quem estamos prospectando, damos a possibilidade de pessoas e marcas com pouca estrutura inicial poder ganhar espaço na mídia e no público considerando a quantia inicial que podem investir. E para que nossa parceria seja duradoura e gratificante, realizamos cada trabalho de forma personalizada, caminhando de acordo com os objetivos e missão de nossos clientes.

10/06/2026

A história da Birkin costuma ser contada como a história de uma bolsa. Mas, pra mim, ela sempre pareceu mais a história de alguém que prestou atenção.

Uma mulher reclamou que não encontrava uma bolsa que fosse bonita, elegante e funcional ao mesmo tempo. Ela estava num avião, conversando. Não estava respondendo uma pesquisa de mercado, não estava participando de um grupo focal, não estava gerando métricas. Estava apenas vivendo a própria vida e compartilhando uma frustração real.

Décadas depois, essa conversa deu origem a um dos objetos mais desejados do mundo. Eu gosto dessa história porque ela desmonta uma fantasia que muita gente tem sobre negócios. A ideia de que as grandes sacadas surgem em salas de reunião, cercadas de gráficos, relatórios e apresentações em PowerPoint.

Às vezes, a resposta está numa conversa. Num incômodo. Numa reclamação que todo mundo escuta, mas ninguém leva a sério.

Vejo muita gente obcecada por algoritmo, concorrência, números, tendências e faturamento, mas sem prestar atenção no que realmente importa: comportamento humano.

As melhores ideias raramente nascem quando você está tentando ter uma ideia genial. Elas costumam nascer quando você está observando. Escutando. Prestando atenção nas necessidades, desejos e frustrações das pessoas.

Porque, no fim, toda grande marca que atravessa gerações entende uma coisa muito simples: produtos mudam. Tendências mudam. Tecnologias mudam.

Mas gente continua querendo ser vista, compreendida e atendida nas suas necessidades. E talvez a pergunta mais importante para qualquer negócio seja: Você está tão preocupado em vender que parou de observar?

Todo ciclo de Copa do Mundo traz a mesma dúvida: “mas todo mundo usa, então pode?” Nem sempre.A FIFA possui um dos siste...
09/06/2026

Todo ciclo de Copa do Mundo traz a mesma dúvida: “mas todo mundo usa, então pode?” Nem sempre.

A FIFA possui um dos sistemas de proteção de marca mais rigorosos do mundo. Além das marcas registradas, ela também monitora práticas conhecidas como ambush marketing (marketing de emboscada), quando uma empresa tenta se beneficiar da visibilidade do evento sem ser patrocinadora oficial.

Isso não significa que sua empresa não possa falar sobre futebol, torcida, jogos ou aproveitar o aumento do interesse do público. Pode sim.

O problema começa quando a comunicação utiliza elementos oficiais, expressões protegidas ou cria a impressão de que existe uma relação comercial, apoio, patrocínio ou parceria com a FIFA ou com a Copa do Mundo.

Em Copas anteriores, empresas de diversos tamanhos receberam notificações para retirar campanhas, alterar materiais gráficos e interromper ações promocionais.

A boa notícia é que existe uma enorme diferença entre fazer marketing criativo e infringir direitos de marca.

Por isso, antes de colocar sua campanha no ar, vale revisar nomes, artes, promoções, hashtags e chamadas comerciais.

Uma boa campanha aproveita o momento, mas uma campanha inteligente aproveita o momento sem gerar problemas jurídicos.

06/06/2026

Os italianos têm um ditado curioso: “Chi non ha talento insegna.” A tradução literal seria: “Quem não tem talento, ensina.” Mas o sentido não é desmerecer quem ensina. É reconhecer que executar e ensinar são habilidades diferentes.

Muitos grandes mestres conhecem profundamente os bastidores, os processos, os erros e os atalhos. Nem sempre são os maiores executores, mas conseguem transmitir conhecimento com excelência. E isso me fez pensar no caso da Natália Beauty.

Não pela resposta em si, mas pelo que veio depois. Estamos vivendo a era das mentorias. Antes vieram os e-books, depois os cursos online, as comunidades pagas e agora as mentorias. Como toda onda do mercado digital, essa também vai passar.

Desde a popularização da Fórmula de Lançamento, criou-se uma indústria baseada na promessa de acelerar resultados financeiros. E isso gerou dois grupos: quem entra buscando uma oportunidade legítima de crescimento e quem enxerga uma oportunidade de vender esse sonho.

O que mais me chamou atenção nessa história foi a gestão da crise. O silêncio inicial já era um posicionamento. As tentativas de justificativa nos stories também.

E o pedido de desculpas tardio completou uma sequência de decisões que demonstraram falta de preparo justamente em alguém que vende conhecimento para empresários e profissionais.

Porque existe uma pergunta que considero fundamental: Você consegue aplicar em si mesmo aquilo que ensina aos outros?

Desde que esse episódio viralizou, surgiram dezenas de relatos de pessoas compartilhando experiências com mentorias, cursos e atendimentos. Não porque alguém pediu, mas porque se sentiram à vontade para falar.

E quando um caso isolado gera uma enxurrada de depoimentos espontâneos, talvez ele deixe de ser apenas uma polêmica e passe a revelar algo maior.

No fim, faturamento impressiona. Mas coerência continua sendo a credencial mais valiosa de qualquer mentor.

14/05/2026

Sabia que a marca de detergente mais usada no Brasil tem 39% do mercado? 🧴

Parece um dado aleatório, mas ele esconde uma lição poderosa de marketing…

Quando uma marca domina a mente do consumidor, ela não precisa brigar por preço. Ela simplesmente é a escolha óbvia.

E é exatamente isso que ajudo profissionais da saúde a construir: uma presença tão forte que o paciente nem cogita ir em outro lugar.

Assiste o vídeo e me conta o que achou! 👇

08/04/2026

“My Kind of Woman” não foi só a última música do show do Mac DeMarco. Foi um fechamento quase simbólico de tudo que já vinha acontecendo antes mesmo da gente entrar ali.

Um show sold out. Cheio. Mas não só de gente.
Cheio de identificação.

Era curioso olhar em volta e perceber quase uma estética compartilhada (como se existisse uma espécie de comunidade silenciosa ali). Vários “mini Mac DeMarcos”. Mesma vibe, mesma energia, mesma forma de existir no mundo.

E talvez seja exatamente isso que a música dele faz. Ele, com toda aquela timidez quase despretensiosa, liderando sozinho um coletivo inteiro de pessoas que cantavam junto; músicas que falam sobre amor, mas não só sobre o outro… sobre si. Sobre acreditar, sobre se questionar, sobre falhar, sobre se enxergar.

E isso atravessa. Porque, no fundo, não é só sobre música, mas sobre pertencimento. Sobre perceber que a gente não está tão sozinho quanto parece, se reconhecer no outro (mesmo quando ele parece completamente diferente de você).

E talvez tenha sido isso que mais fez sentido pra mim naquela noite. “My Kind of Woman” não fala só sobre uma mulher, fala sobre o olhar.

Sobre quem você escolhe ver e como você escolhe ver. E isso muda tudo. Porque quando você muda o olhar…
você muda a relação. E, às vezes, muda até a história que você contou durante anos na sua cabeça.

Esse encontro rendeu e ainda vai render muito mais. Vocês estão preparados?

08/04/2026
🌊 As águas de março estão fechando o verão… e eu ainda sinto que estou virando o ano. Mas quando eu paro (e nem sempre é...
31/03/2026

🌊 As águas de março estão fechando o verão… e eu ainda sinto que estou virando o ano. Mas quando eu paro (e nem sempre é fácil parar) e olho pra esses três meses, parece que eu já vivi muito mais do que um começo de ano. Foi intenso. Daqueles períodos que passam rápido, mas deixam marca.

👩‍💻 Profissionalmente, foi um crescimento bonito de ver. Projetos acontecendo, equipe se fortalecendo, gente chegando, novas trocas, convites que me colocaram em outros lugares, outras conversas. Palestras, consultorias, parcerias que fazem sentido. Não foi sobre volume, foi sobre consistência. Sobre sentir que o caminho está se desenhando com mais clareza.

✈️ Viajei bastante também. E isso, pra mim, nunca é só deslocamento. É mudança de perspectiva. É misturar trabalho com vida, é sair do automático, é olhar de novo pra coisas que já estavam ali. Eu gosto disso. Eu preciso disso.

🪞 Mas o que mais me atravessou nesses meses não foi o que aconteceu fora. Foi o que aconteceu em mim. Eu me redescobri como mulher. De um jeito mais cru, mais honesto, mais instintivo. Menos preocupada em caber, em agradar, em performar qualquer coisa que não seja verdade.

🐺 Existe uma força que vem com o tempo e que ninguém te conta direito. Uma segurança que não é estética, não é externa. É quase animal. Eu me senti mais loba. Mais inteira. Mais viva.

👠 E isso muda tudo. Muda como você se posiciona, como você se relaciona, o que você aceita, o que você recusa. Muda o seu corpo, a sua presença, a sua forma de ocupar espaço.

💝 Também revi muita coisa. Pessoas, vínculos, histórias. Reforcei quem soma, quem sustenta, quem caminha junto. Amizade, pra mim, é base. E esse trimestre me lembrou disso com muita clareza.

🧘 Teve fé também. Mas não essa fé de lugar, de regra, de forma. Uma fé mais silenciosa, mais interna, que organiza sem precisar explicar. E teve perdão. Pedir, aceitar, entender… e seguir mais leve.

👀 Quando eu olho pra tudo isso, dá um certo choque. Porque passou voando… mas foi profundo demais pra caber só em três meses.

🤔 Agora eu fico pensando: será que a vida sempre foi assim… ou eu que finalmente comecei a viver diferente?

29/03/2026

👀 A gente passa tanto tempo admirando outras pessoas que, às vezes, esquece de olhar para a própria trajetória com o mesmo respeito. Fulano virou referência, ciclano parece ter a carreira perfeita, e lá vamos nós tentando entender como chegar naquele lugar. Só que, na maioria das vezes, tudo isso é baseado no que a gente vê pelas redes sociais. Recortes muito bem escolhidos de uma vida que a gente não conhece de verdade.

👣 Enquanto isso, o nosso próprio caminho vai sendo tratado como algo menor. A gente compara o bastidor da nossa vida com o palco dos outros e começa a achar que está sempre atrasado, sempre devendo alguma coisa. Soma-se a isso a expectativa de validação de amigos, de família, de pessoas próximas. E quando essa validação não vem do jeito que a gente imaginava, a frustração cresce e a sensação de insuficiência também.

⚠️ Só que tem um detalhe importante: ninguém conhece o seu bastidor como você. Ninguém viu de perto as decisões difíceis, os recomeços, os erros que viraram aprendizado, as vezes em que você continuou mesmo sem aplauso nenhum. Quando você começa a desmerecer tudo isso, acaba entregando para os outros o poder de definir o valor da sua própria história.

💡 Por isso a ideia é simples, mas poderosa: seja o seu maior fã. Não no sentido de arrogância, mas no sentido de reconhecimento. Se você mesmo não acredita no que está construindo, dificilmente alguém vai sentir verdade naquilo que você apresenta. E aí o resultado quase sempre é frustração.

💝 A admiração que você procura nos outros começa quando você aprende a respeitar a sua própria jornada.

28/03/2026

😢 Tem dia que a gente acorda achando que nada dá certo. Que o esforço não valeu, que o projeto não andou, que o algoritmo não ajudou, que o cliente sumiu, que a vida resolveu testar nossa paciência profissional.

💭 Nessas horas, eu gosto de lembrar de uma coisa muito simples: em algum lugar do mundo existe alguém absolutamente convencido de que você deveria ter um OnlyFans.

⚠️ Isso não é sobre desmerecer quem tem, nem sobre carreira alternativa. É só um lembrete curioso de que, mesmo quando a nossa autoestima está de férias, tem sempre alguém por aí vendo valor em coisas que a gente nem imagina.

🧘‍♀️ Então antes de achar que nada está funcionando, respira. Nem todo dia é dia de resultado, mas isso não muda o fato de que você continua sendo capaz, interessante e (vamos ser sinceras) gostosa também.

❌ Não deixa a peteca cair, não.

👉🏻 Marca ou envia esse vídeo pra aquela empreendedora que está precisando ouvir isso hoje.

27/03/2026

🧠 Tem muito empresário que vive repetindo que o mercado está saturado, que está difícil vender, que o público mudou, que as pessoas não compram mais como antes. Só que, ao mesmo tempo, passa o dia inteiro olhando planilha, meta, tráfego e concorrente… e quase nenhum tempo olhando comportamento humano.

🍸 Mudanças como essa do consumo de álcool são um bom exemplo. As pessoas não deixaram de sair, de se encontrar ou de celebrar. Elas só passaram a querer fazer isso de outra forma. E quem percebe essas mudanças primeiro cria novas soluções, novos produtos, novas experiências. Quem não percebe… continua tentando vender a mesma coisa, do mesmo jeito, para um público que já mudou.

🌍 Empreender hoje exige algo que muita gente ainda ignora: repertório de mundo. Olhar o que está acontecendo em outras cidades, em outros países, em outras gerações. Entender hábitos culturais, mudanças sociais, novas formas de viver e consumir. Porque, em um cenário globalizado, essas transformações chegam rápido — e quem não acompanha acaba ficando para trás.

🧭 É justamente aí que entra o papel de um estrategista. Nem todo empreendedor tem tempo, fonte ou repertório para acompanhar tudo que está acontecendo. O estrategista tem a obrigação de estar atento a esses movimentos, filtrar o que é relevante e ajudar a traduzir isso em direção para o negócio. Mais do que executar, ele observa, interpreta e guia.

🚀 Quem trabalha sozinho muitas vezes reage ao mercado. Quem tem estratégia trabalha antes da mudança acontecer.

❓E no seu negócio: você está só olhando para números… ou também está prestando atenção em como as pessoas estão mudando a forma de viver, consumir e se relacionar?

🍸 Aproveite e vá conhecer: &

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São Paulo, SP
01305000

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