18/05/2026
🇧🇷 O maior problema dos chatbots de inteligência artificial não é a tecnologia. É a falta de contexto.
Foi essa lacuna que a Birdie, startup brasileira fundada em 2019 entre São Paulo e Palo Alto, decidiu resolver. A empresa usa inteligência artificial para organizar dados não estruturados, como ligações, chats, avaliações e mensagens de clientes, transformando essas informações em dados acionáveis para áreas de produto, atendimento e operações.
O modelo funcionou. A Birdie cresceu sete vezes em 2025 e agora quer triplicar de tamanho em 2026, com foco principal nos Estados Unidos. Entre seus clientes estão Nubank, iFood, Stone e XP.
Para acelerar esse movimento, a startup contratou Ronaldo Amá como CPTO. Formado pela Unicamp e mestre por Stanford, Amá passou por Google Cloud, SAP e Snorkel AI, e participou da venda da Looker para o Google por US$ 2,6 bilhões.
A integração com modelos como ChatGPT e Claude tem ampliado o uso da plataforma pelos clientes.
Para Amá, o desafio central do setor segue o mesmo: “Transformar sinais fragmentados em decisões confiáveis continua sendo o problema mais difícil.”
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