20/01/2025
O que você acha, não importa.
Sim, começo esses pensamentos com essa frase. Não porque opiniões não tenham valor, mas porque, sem estudos, análises, dados e fatos, elas não passam de achismos. E achismos, convenhamos, nunca levaram ninguém muito longe.
Lembro-me de 1999, no meu primeiro ano de universidade, quando tive o privilégio de aprender Photoshop. Naquela época, já era possível usar layers e plugins – recursos que revolucionaram nossa vida criativa, mas que eram inexistentes antes da versão 3.0. Enquanto mergulhava no universo da produção gráfica, encantava-me com cada etapa: os te**es, os ajustes, a paciência em alcançar o acabamento perfeito. Nada superava a satisfação de segurar em mãos um impresso impecável, resultado do seu próprio trabalho.
Mas, até nesse cenário apaixonante, já ouvia: “O impresso vai morrer.” Diziam que, se não aprendêssemos a trabalhar com web, estaríamos fora do mercado. Para quem via propósito e beleza em embalagens, capas de livros com texturas, mostruários criativos e aromáticos, e brindes personalizados, essa previsão soava como uma ameaça. Confesso: isso doía.
Na minha cabeça, era impossível que tudo isso simplesmente deixasse de existir. Eu sabia que a comunicação mudaria, que novas tecnologias surgiriam, mas acreditava – e ainda acredito – que o impacto visual e tátil sempre terá seu espaço.
Os anos passaram, e com as redes sociais, uma nova onda de mudanças tomou conta do mercado. O Instagram estava em alta, e lá surgiu outra profecia: “O Facebook morreu.” Será mesmo? Uma busca rápida no Google revela que, até hoje, o Facebook lidera o uso global, seguido por WhatsApp, YouTube e, só depois, Instagram e TikTok. Ué, o Facebook não tinha acabado? (continua...)
Texto completo em: https://acesse.one/artigo-lkd-01-cecilia-esteca
Link no Destaque - Artigos!