FZ3 Empresa de Desenvolvimento e Comunicação que usa recursos lúdicos e inovadores Já impactou mais de 7000 pessoas desde 2009.

A FZ3 realiza desenvolvimento e comunicação, de forma personalizada, usando recursos lúdicos e inovadores, solucionando problemas de vendas, motivação, atendimento, liderança, comunicação e trabalho em equipe. Tem como clientes Audi, XP Investimentos, Chilli Beans, Grupo Amaral, Certus Retail, Trendfoods, Telefonica, MHA, Billabong, Agência TAM, All Quest , Konistore, MHA, Vivenda do Camarão, Zac Imóveis, 4 Act, entre outros. A empresa é criadora dos inovadores treinamentos “Le Chef: Team Building”, "Em Cena: Team Building", "Como Fazer uma Apresentação de Sucesso?" e “Amor de Bandeja: Atendimento e Motivação”

06/07/2026

⚽ Ontem o Brasil perdeu um pênalti. Mas a maior lição, para mim, não foi sobre futebol.

Ela foi sobre como tomamos decisões.

No vídeo comento sobre a escolha do cobrador do pênalti. Pela lógica e pelos números, a decisão fazia sentido. Mas, em alguns momentos, os dados sozinhos não contam toda a história. É preciso ler também o contexto, o ambiente e as circunstâncias.

Nos investimentos acontece exatamente a mesma coisa.

Os números são fundamentais. Eles mostram histórico, fundamentos e probabilidades. Mas quem olha apenas para a planilha pode deixar passar sinais importantes do cenário.

Lembro de uma entrevista de um executivo que contou que, pouco antes da crise de 2008, participou de uma apresentação repleta de dados mostrando um mercado extremamente promissor. Em seguida, um economista apresentou uma visão diferente, alertando que o ambiente já dava sinais de deterioração. Poucos acreditaram. Os números ainda apontavam para um lado, mas as circunstâncias já começavam a contar outra história.

Por isso, sempre procuro combinar as duas coisas: análise racional e leitura de contexto.

Porque, no fim, os números mostram onde você esteve. Mas as circunstâncias ajudam a enxergar para onde você está indo.

Abraço,

Felipe Zacharias

02/07/2026

O que realmente gera valor para o seu negócio?

Essa foi a principal reflexão que ficou para mim após a ABF Summit.

Falamos muito sobre inteligência artificial, produtividade e inovação. Tudo isso é importante. Mas nenhuma tecnologia substitui a clareza sobre aquilo que realmente torna uma empresa valiosa.

Como ensina Michael Porter, a vantagem competitiva nasce de fazer escolhas claras sobre onde e como gerar valor. A tecnologia potencializa. Ela não substitui a estratégia.

Um dos momentos mais inspiradores foi ouvir Leon Glatzer contar como uma equipe sem tradição no surfe conseguiu chegar entre os finalistas olímpicos. O resultado não foi obra do acaso. Foi consequência de preparação, confiança, segurança psicológica e um ambiente que permitiu que todos performassem no seu melhor.

Na mesma linha, Pedro Calabrez apresentou a teoria COM-B, um modelo bastante didático para entender a mudança de comportamento. Segundo essa teoria, não basta querer mudar. Para que um novo comportamento aconteça, três elementos precisam estar presentes:

• Capacidade: desenvolver conhecimentos e habilidades para agir.
• Oportunidade: criar um ambiente que favoreça o comportamento desejado.
• Motivação: despertar as razões que fazem a pessoa querer colocar aquilo em prática.

Quando esses três fatores se encontram, o comportamento muda de forma consistente.

Essa visão reforça muito do que acreditamos há anos. Foi assim que nasceram nossas metodologias vivenciais e lúdicas, utilizando o psicodrama para promover autopercepção, reflexão e mudança de comportamento. Foi assim com o Amor de Bandeja, impactando mais de mil pessoas, e é esse o princípio que agora levamos para a Franquiarte: ajudar franqueadores e franqueados a se enxergarem, compreenderem como suas atitudes afetam o negócio e desenvolverem comportamentos que realmente gerem valor.

No fim, tecnologia acelera. Estratégia direciona. Mas são as pessoas, inseridas no ambiente certo, que transformam negócios.

E, na sua empresa, o que realmente gera valor?

17/06/2026

Visita à Universidade Corporativa do Einstein durante a Expedição de Universidades Corporativas organizada por Marisa Eboli (Marisa Eboli), uma das maiores referências do Brasil e do mundo em Educação Corporativa e orientadora de mestrado de Felipe Zacharias (Felipe Zacharias), sócio-fundador da FZ3.

Além de conhecer as práticas da instituição, um ponto chamou minha atenção durante a apresentação da diretora de desenvolvimento: mesmo nos momentos em que a organização precisou revisar custos e aumentar sua eficiência, os investimentos em educação nunca foram reduzidos. Pelo contrário, ela relatou que, em muitos desses períodos, os investimentos em desenvolvimento foram ampliados.

Uma visão que reforça um princípio fundamental: organizações que enxergam pessoas como diferencial competitivo não cortam educação nos momentos difíceis; investem ainda mais para preparar o futuro.

No vídeo, gestores de educação corporativa de algumas das principais empresas do Brasil, reunidos para aprender, compartilhar e evoluir juntos.

AprendizagemCorporativa GestãoDePessoas FZ3

02/05/2026

UMA HISTÓRIA REAL DE UM ALUNO BRILHANTE. DESCUBRA.

01/05/2026
23/04/2026

Na noite de 22 de abril, foi transmitida uma entrevista de David Rubenstein com Nik Storonsky, cofundador e CEO da Revolut. Rubenstein é cofundador e cochairman do The Carlyle Group, uma das maiores gestoras de private equity do mundo, além de apresentador do programa The David Rubenstein Show: Peer-to-Peer Conversations, da Bloomberg. (The Library of Congress)

Pelo programa de Rubenstein já passaram grandes nomes do cenário global, como Jeff Bezos, Tim Cook, Ray Dalio, Christine Lagarde e Jerome Powell. (Bloomberg)

E foi justamente nesse contexto que o sócio-fundador da FZ3, Felipe Zacharias, captou um momento que chama muito a atenção de quem estuda liderança e gestão.

Ao ser perguntado sobre o que faria com toda a sua fortuna, Nik Storonsky — hoje com patrimônio estimado pela Forbes em cerca de US$ 18,8 bilhões — não direcionou a resposta para luxo, arte ou ostentação. O centro da fala foi outro: sua paixão continua sendo fazer a Revolut crescer globalmente. A empresa, por sua vez, fechou 2025 com 68,3 milhões de clientes de varejo, 767 mil clientes empresariais, US$ 6 bilhões em receita e US$ 2,3 bilhões de lucro antes dos impostos. (Forbes)

Esse trecho diz muito sobre uma característica comum em líderes e empreendedores de alta performance:
eles não são movidos apenas pela recompensa; são movidos pela construção.

Na prática, isso aparece em traços como visão de longo prazo, disciplina, foco extremo, capacidade de execução, ambição de escala e conexão profunda com a missão que lideram.

Na FZ3, acreditamos que liderança não é apenas ocupar uma posição.
É sustentar visão, formar cultura, mobilizar pessoas e construir algo relevante, consistente e duradouro.

Porque, no fim, gestão de verdade não nasce só do desejo de ganhar dinheiro.
Nasce da vontade de construir algo grande.

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04/03/2026

Para direcionar cada solução de treinamento e desenvolvimento FZ3 de maneira eficaz para sua equipe.

15/02/2026

Você manter alguém no time por “pena” pode parecer bondade.

Mas, na prática, pode ser injustiça.

Jack Welch defendia que tolerar baixa performance contínua é prejudicar três pessoas ao mesmo tempo:

• Os A-players, que carregam o peso do time
• Os B-players, que veem mediocridade sendo aceita
• O próprio C-player, que talvez esteja no lugar errado

A grande reflexão não é sobre demitir.
É sobre clareza de padrão.

Times extraordinários não são construídos na média.
São construídos na coragem de definir expectativas, desenvolver pessoas e tomar decisões difíceis quando necessário.

No mundo das franquias e empresas em crescimento, cultura forte não nasce por acaso.
Ela é protegida.

E protegida todos os dias.

Na FZ3, trabalhamos liderança com responsabilidade, desenvolvimento real e alinhamento de cultura — porque performance sem cultura implode.
E cultura sem padrão enfraquece.

Qual padrão você está tolerando no seu time hoje?

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21/01/2026

James Hunter define liderança assim:
liderar é a arte de executar tarefas enquanto se constroem relacionamentos.

Isso exige dualidade.

👉 De um lado, domínio técnico:
conhecer profundamente sua área, a empresa, o mercado, o ambiente de negócios e buscar aperfeiçoamento constante.
Isso gera credibilidade e confiança.

👉 Do outro, inteligência relacional:
entender pessoas, reconhecer diferentes perfis, saber se comunicar com cada um, ouvir, dar feedback, ajustar o tom, lidar com conflitos e criar conexão real.

Liderança não é só resultado.
Nem só empatia.

É competência + relacionamento.
É entregar performance sem perder pessoas no caminho.

Quem domina só a técnica vira chefe.
Quem domina só a relação vira “bonzinho”.
Quem domina os dois… lidera de verdade.















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