Compartilhar Comunicação

Compartilhar Comunicação Comunicação, Web e Social Media Empresa focada em Web e Social Media

04/10/2018

Agradeço aos amigos de A Tribuna Jornal pela publicação de artigo de minha autoria sobre Fake News e o Dano Moral nesse período eleitoral na edição desta quinta-feira (4/10/18).

Horário de Fake News Gratuito
Aldo Neto II *

Quinta-feira (4), encerra-se o Horário Político no rádio e TV. Há três dias do pleito, o fim da propagação das opiniões, projetos e mesmo ofensas entre os candidatos a Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual merece reflexão. O Brasil melhorou após isso? Propostas foram apresentadas? A TV é mais importante que a Internet? Essa última é a principal discussão dos tempos atuais entre os que participam ativamente das disputas. A resposta é óbvia. É! A questão é outra, tem credibilidade?

Por mais que as redes sociais tenham aprimorado as ferramentas para evitar a propagação de mentiras eleitorais, elas ainda existem e atuam fortemente, e vão se fortalecer ainda mais entre 5 e 7 de outubro, período que vai ocorrer o que chamo de Horário de Fake News Gratuito. Pouca gente lembra, mas no pleito de 2016, correu uma fake news de “boca de urna”, alegando que um vereador foi preso por desacato após estar fazendo boca de urna. A notícia correu como um raio entre celulares chegando a todos os colégios eleitorais e ao bate-papo da porta dos mesmos. Sabe quem foi punido? Ninguém!

Neste ano, com a quantidade enorme de candidaturas, a tendência é isso aumentar. O único espaço para desmentir essas notícias, o horário na TV, é tirado e f**am os candidatos a mercê da própria sorte. E com isso, o povo também f**a à mercê desta ação sem escrúpulos.

É fácil culpar a internet. Mas o culpado é o povo, que não sabe usá-la. Vale lembrar que em pleitos sem internet, ações parecidas existiam, como distribuir informações desencontradas, roubar santinhos, depredar material eleitoral dos adversários, produzir material físico mentiroso. Enfim, as fake news sempre existiram, os meios eram diferentes. O Meio é a Mensagem! E a mensagem que essas ações passam é sempre que tudo vale para levar vantagem em tudo. Não foi a internet que criou o MR-8, nem o MR-8 que criou a internet. O povo é que sempre utiliza mal suas ferramentas.

Pela web, candidaturas fracas se fortaleceram, a saudosa vereadora Mariele casou-se com o traf**ante Fernandinho Beira-Mar, uma viatura da Secretaria de Saúde passeou em Campos do Jordão, um candidato a presidente batia em sua ex-mulher atriz, e a manifestação usou foto de outro encontro no mesmo lugar. Verdade e mentira correm a vida humana desde que a humanidade se consagrou como dominante no planeta. Com a internet, a mentira se espalha mais rápido, na velocidade da luz.

É chegado o momento de vermos a política como necessária e a discussão como salutar. Chega de gente apolítica. Os apolíticos, como diria Bertold brecht são os responsáveis por esse nefasto momento de extremos. A política não pode ser tornar a discussão do futebol onde prevalece o amor. Ela é a discussão de ideias, onde se fortalece a razão. Criminalizar a política, proibindo tudo, diminuindo tempos de campanha, e confundindo o eleitor só facilitar o sistema vigente, e não a democracia e o debate de ideias.

Quanto as Fake News, aconselho, como profissional de Comunicação especialista na área digital, não acreditar em nada além do que for veiculado na imprensa. A mídia e seus veículos de credibilidade, como A Tribuna Jornal, checam as informações com responsabilidade e ouvem sempre os lados envolvidos. Se não está na mídia, deve ser mentira. Dificilmente não será entre 5 e 7 de outubro. Fiquem atentos e não mudem de voto por informações desencontradas.

* Aldo Neto é jornalista, especialista em redes sociais e marketing político, diretor da Compartilhar Comunicação

03/02/2017
04/12/2016
27/11/2016

Mais uma pesquisa aponta o aumento do acesso à internet por meio de celular, ao mesmo tempo em que há redução no número de casas com computador no Brasil. A pesquisa mostra ainda que o celular já substitui o telefone fixo em 58% dos domicílios. Os dados refletem as transformações do setor de comunicações que está sempre se renovando. Acompanhar essas mudanças é um dos desafios do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações -MCTIC. http://glo.bo/2fwDeLW

23/10/2016

Muito mais que rede social
Aldo Neto/ Aldo Neto/ Aldo Neto II*

Passado quase um mês do processo eleitoral, em Santos ainda muito se debate o resultado do mesmo, em especial o da Câmara Municipal, quando se teve o fenômeno Professor Kenny, que bateu o recorde de votos da história do Legislativo obtendo 24.765 sufrágios. Muito se é dito por “pseudos” entendidos e especialistas políticos que creditam as redes sociais, em especial ao Facebook, a estupenda votação que deixou os recordes de Telma de Souza, em 2008, com 20.610 votos, e José Gonçalves, em 1976, com 11 822 votos, para trás. Como jornalista especialista em Redes Sociais que cobre o dia a dia da Câmara há 20 anos não poderia deixar de explicar o que de fato ocorreu aos que ainda estão em busca da razão da expressiva votação do legislador.

As redes sociais são um veículo de Comunicação. E nenhum veiculo de Comunicação elege alguém. O que elege é um trabalho bem feito e corretamente divulgado, e isso Kenny soube fazer. O diferencial de Kenny foi usar a vantagem primordial das redes sociais para divulgar suas ações: a democracia. Utilizando a construção de uma ampla rede própria de 10 perfis e uma página no Facebook ele divulgou seu trabalho durante quatro anos usando inteligência artificial e conhecimentos dos mecanismos presentes no Facebook, como o patrocínio de posts, repostagens e engajamento para fazer a informação dos seus trabalhos circular entre a população de forma convincente e intensa.

Importante destacar que Kenny desenvolveu ao longo de seu primeiro mandato como vereador um atuação diferente de seus pares de Câmara. Acostumados a propor leis, os vereadores viram Kenny ser um parceiro do Executivo da Cidade. Vários projetos feitos pela Prefeitura foram oriundos de proposituras ou ideias de Kenny como o Cidade Sem Lixo, a Biblioteca na Praia, a Passarela para Cadeirantes na Praia, o Bike Santos, as reformas das Academias da Praia, a Ouvidoria Digital, entre outras ações. Quando a Prefeitura não tinha orçamento para tocar as ideias de Kenny adiante, ele buscava recursos com deputados estaduais e federais, de Santos e de fora da Baixada, para fazer acontecer. E soube divulgar bem essas ações, que não fez sozinho, mas com apoio do Executivo e de deputados diversos, em suas redes sociais. Outra ação sua de muita aceitação é substituir funcionários públicos por um dia em suas funções para ver de perto as necessidades deles e da população. Uma ação simples que caiu no gosto popular.

Outro ponto do mandato de Kenny que merece ser visto com outros olhos é que seu discurso não difere da ação. Por diversas vezes ele foi avistado nas ciclovias da Cidade usando o Bike Santos, mostrando que como vereador e defensor do Meio Ambiente ele estava na prática fazendo a parte dele. Vários políticos levantam bandeiras, mas não a praticam em seu dia-a-dia. Kenny faz diferente. Defensor do Meio Ambiente, por diversas vezes colaborou com ações do Instituto Ecofaxina limpando manguezais poluídos da Baixada. Não colaborou apenas com recursos ou mesmo com logística. Por diversas vezes mergulho no mangue e catou o lixo que é jogado nos canais e que poluem nossos mares e praias.

O que pouca gente lembra é que o pleito de 2016 foi o quarto de Kenny. Antes, ele disputou pelo PRP os pleitos de 2004 (919 votos), 2008 (1.582) e venceu em 2012 com pelo DEM com 3.376 votos. A experiência nas derrotas talvez o tenha preparado melhor para saber o que fazer nas vitórias.

A equação que talvez Kenny tenha descoberto é o que o povo espera de seus legisladores: Mais ação e menos parlamento. Mais concretização e menos disputa de poder. Menos comemoração de datas e mais aproximação da população. Esses sim são diferenciais do trabalho de Kenny que não podem e nem dever ser creditados ao Facebook. Rede Social e nenhuma outra mídia criam figuras sem conteúdo. É preciso ter substância pra ser digerido pelo povo, senão desbota e desgasta ano a ano, pleito a pleito como vimos acontecer agora em 2016 com muitas figuras conhecidas da Baixada Santista.

É importante frisar que diversos legisladores utilizaram e bem o Facebook neste pleito e antes dele, divulgando suas ações. A pergunta que devem fazer é se a divulgação foi bem feita? Se a linguagem foi realmente a correta? Se as ações que tomou no Legislativo e divulgou na rede vinham de encontro da maioria da população? Essas reflexões deveriam ser rotina para todos os políticos, nas vitórias e derrotas.

Se não tivesse trabalho pra mostrar, dificilmente apenas com sua rede de amigos no Facebook, Kenny seria eleito vereador. Seu mérito foi trabalhar e saber usar as redes sociais como megafone de suas ações. A diferença é que o megafone atinge as pessoas próximas de onde ele está sendo usado. As redes sociais, bem programadas, pode atingir todo mundo, até mesmo toda uma cidade ou região.

* Aldo Neto é jornalista, especialista em Redes Sociais, com 20 anos de experiência de cobertura na Câmara Municipal de Santos e Diretor da Compartilhar Comunicação.

06/10/2016

Lucas Rogério teve julgamento realizado nesta quarta-feira em Santos.

14/07/2016

A Versy, uma nova rede social de nicho focada em millennials, busca conectar pessoas desconhecidas por meio de interesses em comum. No total, são...

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