28/01/2026
Na comunicação política, dois perfis de assessores podem comprometer, e muito, a estratégia e o resultado de qualquer campanha: os lagartixas e os dependentes absolutos da inteligência artificial.
Os “lagartixas” são aqueles profissionais que só dizem “sim” para tudo. Eles não questionam, não analisam, não ponderam e não defendem o que acreditam, pois só concordam com o chefe em tudo, mesmo quando sabem que aquilo vai prejudicar a campanha.
Do outro lado, existem os que entram em pânico quando a IA não funciona. São profissionais que terceirizaram completamente o pensamento, a criatividade e o feeling político. Não criam, não interpretam cenários, não entendem crises e não conseguem resolver problemas de campanha quando é necessário agir rápido. Vivem presos ao digital, mas sem entender a política real — a do olho no olho, da rua, dos bastidores e das urgências que acontecem fora da tela.
A verdade é simples: comunicação política exige inteligência humana, sensibilidade, estratégia e presença.
Identificar e evitar esses dois perfis é o primeiro passo para construir uma comunicação sólida, eficaz e capaz de gerar resultado de verdade em uma campanha política.
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