02/06/2022
As redes sociais representam uma verdadeira revolução na forma de interação entre as
pessoas, inclusive de médicos e pacientes. Mas, levando em conta as regras relacionadas à
publicidade médica, os profissionais da Medicina precisam estar cientes sobre como se
comportar digitalmente.
Esse é um terreno desconhecido para muitos médicos que se aventuram na internet sem
saber o que pode e não pode ser publicado. De modo geral, existem algumas noções básicas e diretas quanto às proibições dentro da publicidade médica.
Litamos algumas abaixo:
• Usar expressões tais como “o melhor”, “o mais eficiente”, “o único capacitado”, “resultado garantido” ou outras com o mesmo sentido.
• Sugerir diagnósticos ou tratamentos de forma genérica, sem realizar consulta clínica individualizada e com base em parâmetros da ética médica e profissional.
• Utilizar fotos de pacientes fora de um contexto científico, como divulgar fotos de antes e depois de um tratamento ou procedimento nas redes sociais da empresa, TV ou folders, por exemplo, mesmo que haja alteração prévia do paciente.
• Divulgar preços de procedimentos ou tratamentos, assim como descontos, cupons, promoções, planos de fidelidade ou realizar sorteios.
• Não é permitido relacionar automaticamente um possível ganho (físico, intelectual, emocional ou sexual) ao serviço oferecido. Ex.: Com meu tratamento especial, você vai se ver livre de espinhas para sempre”.
• Não é permitido que o próprio médico poste resultados de tratamentos ou procedimentos oferecidos no seu consultório ou clínica e que realizou em si mesmo. Esta regra e a anterior buscam evitar passar para o paciente a ideia de que ele terá o mesmo resultado.
• Divulgar conteúdos com informações falsas ou tendenciosas, que possam causar confusão nos pacientes e/ou induzir ao autodiagnóstico e automedicação.
Segundo o manual, é considerado como anúncio “a comunicação ao público, por qualquer meio de divulgação, de atividade profissional de iniciativa, participação ou anuência do médico”.
👨🏻⚕️💛