06/06/2026
Não é sorte. Você é realmente boa.
Durante muito tempo, eu vivi entre a síndrome do impostor que me intimidava e a autossuficiência perigosa que tentava me fazer acreditar que eu dava conta de tudo sozinha.
A ficha caiu, na dor, mas caiu. E foi aí que entendi de onde vem a minha segurança. Confiança não tem nada a ver com autoestima. Tem a ver com CRISTO. Eu não sou segura porque acertei tudo hoje; eu sou segura porque Ele é fiel.
O meu dom, a minha capacidade de gerenciar, de criar, de liderar, não é uma vitrine para massagear o meu ego. É ferramenta de trabalho.
Como diz em 1 Pedro 4:10: “Cada um de vocês recebeu um dom; usem-no para servir uns aos outros, como bons administradores da multiforme graça de Deus.”
Meu talento serve para edificar a minha família, as minhas empresas, os meus clientes e as pessoas a minha volta. É o meu trabalho, ou melhor a minha vida honrando a Deus no dia a dia.
A gente só entende a profundidade da nossa fé quando para de separar as caixas da vida. Eu não sou una empresária que, por acaso, também é cristã. Eu sou uma cristã que trabalha, que lidera equipes, que é mãe, esposa e filha.
Quando você muda o peso dessa frase, quando você olha para suas qualidades como dom de Deus, não tem outro caminho a não ser HONRAR.
Você não deu sorte. Você recebeu dons legítimos. Use-os com coragem. Honre aquilo que Deus te deu!