03/04/2026
Durante uma call da mentoria Subido PRO, escrevi uma pergunta simples: como organizar os processos internos para crescer no tráfego pago sem comprometer a qualidade da entrega?
Porque, para mim, isso não é detalhe. É regra. Se tem algo que eu não negocio é resultado para quem confiou no meu trabalho. Se for preciso, eu deixo de pegar mais cliente. Mas não entrego menos do que prometi.
Para minha surpresa, a pergunta virou a mais votada da call. E o Pedro Sobral me chamou para conversar ali, ao vivo.
Sem cenário bonito, sem luz de estúdio, sem nada preparado. Só eu contando como tem sido esse período em que resolvi levar o tráfego pago a sério. Dupla jornada, pouco tempo livre, muito estudo e execução. Quando decidi fazer isso, não deixei espaço para plano B.
No meio da conversa veio o ponto alto. Ele disse que eu ainda precisava ajustar algumas coisas no processo de crescimento. Mas completou com algo que ficou martelando na cabeça: ele via potencial e apostava que, mantendo essa pegada, eu posso chegar a patamares muito maiores.
Vindo de quem sabe exatamente o que está falando, isso pesa.
No final ainda aproveitei a brecha e fiz três pedidos. Uma foto com meu filho no Subido ao Vivo 2026, uma selfie feita por ele mesmo porque meu celular estava ocupado na call, e uma ajuda para convocar o meu clã para a próxima reunião. Fui eleito capitão, então a responsabilidade bateu.
No fim, ficou uma sensação curiosa. Às vezes a gente entra numa call para falar de tráfego pago e sai lembrando de algo mais simples:
Objetivos grandes demais para caber dentro de desculpas pequenas.