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O que faz um web designer?A principal função de um web designer, como o nome pode indicar, é criar o design de websites....
25/01/2021

O que faz um web designer?
A principal função de um web designer, como o nome pode indicar, é criar o design de websites. Há muito o que se considerar na criação de sites, e isso nem sempre f**a aparente à primeira vista.

O aspecto visual é fundamental: as cores, fontes, layouts e imagens devem compor harmoniosamente a personalidade do site. Tudo isso também deve atender aos princípios de usabilidade, que deve ser prioridade, e ser direcionado para o público-alvo correto.

Por exemplo, um site criado para um público infantil precisa usar cores vibrantes e prender a atenção das crianças, com layouts intuitivos e fontes fáceis de ler. A estrutura também deve ser fácil de seguir e contar com páginas que possam ser acessadas com poucos cliques.

Já um site voltado para profissionais do ramo da física deve conter uma grande quantidade de informação e imagens, mas ainda ser facilmente acessado e prender a atenção do visitante.

Assim, o web designer deve saber interpretar as informações que deverão ser transmitidas e ter total controle sobre o processo de criação de um website para garantir fácil acesso a essas informações.

Qual é a diferença entre web designer e designer gráfico?
Apesar da similaridade dos nomes e de ambos os profissionais acabarem se relacionando em alguns momentos, essas são duas profissões completamente diferentes.

O designer gráfico é o profissional que trabalha com designs visuais em geral, geralmente — mas não exclusivamente — na confecção de artes para materiais impressos, como revistas, banners, panfletos, brochuras, flyers, outdoors e afins.

Isso por si só é um ponto enorme de diferenciação entre as duas profissões. Afinal, os formatos e tamanhos de documentos costumam ser bastante diferentes em projetos para impressão e projetos para web.

Por exemplo, para impressão costuma-se usar o formato de cores CMYK com resolução de 300 dpi, enquanto em projetos para web o padrão de cores a ser usado deve ser RGB com resolução de 72 dpi.

A frase “o sonho de todo design é o pesadelo de todo programador” pode ser muito bem aplicada nessa relação também. Geralmente projetos criados por um designer gráfico costumam passar por várias revisões por conter elementos que, na visão do designer gráfico, fazem sentido, mas que apresentam complexidades impensáveis para quem precisa programar.

O web designer, por sua vez atua, na criação de designs específicos para plataformas digitais, levando em conta diversos aspectos com os quais um designer gráfico não precisa se preocupar. Fatores como conexões lentas, responsividade, interatividade e fluidez devem ser considerados pelo web designer.

Termos como front-end e back-end, que podem ser totalmente desconhecidos para um designer gráfico, são muito presentes no dia a dia de um web designer. Os termos classif**am diferentes profissionais dentro da mesma carreira, mais uma amostra do quão abrangente esse mercado está se tornando.

É melhor trabalhar como autônomo ou como funcionário?
Assim como a internet em si, a demanda para profissionais com conhecimento na área de web design não para de crescer. Isso cria oportunidades de emprego não só no mercado formal de trabalho, mas também no mercado informal, por meio de vagas para designers freelancers. Aliás, o mercado para freelas está em constante expansão!

Segundo uma pesquisa feita pela Associação de Designers Gráficos (ADG) em 2012, 15% dos designers em atuação no mercado trabalhavam como autônomos, 55% trabalhavam em empresas do setor e 30% atuavam em agências de publicidade, home office, gráf**as, editoras, entre outras.

Muitos profissionais autônomos trabalham em regime de home office e podem escolher seus horários e clientes, o que enche os olhos de muita gente. Porém, para embarcar nesse modelo de trabalho é preciso saber que será necessário manter uma rotina de trabalho e estar sempre preparado para fazer viagens de negócios e reuniões.

Ainda, o freelancer terá que se adaptar a diversos ambientes de trabalho, que podem variar muito de clientes para clientes. É preciso disciplina e empenho para manter a produtividade, mas o modelo oferece muita liberdade nas escolhas das horas e locais de trabalho.

Quais são as principais atividades do web designer?
Elaboração e adequação a briefings
O briefing um pacote de informações que precisam ser coletadas sobre o projeto, como o objetivo, o público-alvo, a finalidade, entre outras. O profissional que trabalha em agências ou sob a supervisão de um gerente de projetos provavelmente não passa por esse passo do processo de criação, já que os projetos já costumam chegar até eles prontos, mas todo profissional freelancer precisa saber como fazer um bom briefing.

Vale ressaltar aqui que a comunicação interpessoal é imprescindível para profissionais freelancers. Deixe a timidez de lado: interagir com o cliente e incluí-lo em cada estágio do processo é essencial para se obter o máximo de informações possíveis e produzir trabalhos sempre satisfatórios não somente para o cliente, mas para seu portfólio e claro, para o consumidor final.

Codif**ação
Listar quais conhecimentos são necessários para o web designer no campo da programação pode ser complicado, já que essa é uma área em constante evolução. A demanda pode abranger linguagens de programação de marcação (como HTML, XML e XHTML), ou de scripts como (Java, PHP ou ASP).

De modo geral, saber trabalhar com banco de dados, JQuerty, HTML5, CSS3 será um diferencial para o profissional.

Criação de layouts
Um web designer é o responsável pela criação de sites para web, sejam eles de instituições privadas, públicas, do comércio, blogs ou lojas virtuais, sempre seguindo princípios básicos para garantir a melhor experiência ao usuário.

É importante que esses layouts sejam responsivos, ou seja, se adaptem a diferentes dispositivos como smartphones, tablets, computadores, enfim, todo e qualquer dispositivo, e interativos. Isso faz do site o ambiente atrativo e acolhedor, o que aumenta o tempo de permanência do usuário.

Ainda, um bom web designer deve com que a navegação seja eficiente e fluida, de forma que as informações sejam sempre fáceis de serem encontradas e que um tópico leve a outro. Além disso, o layout deve transmitir a confiança de que as informações ali contidas são relevantes e de fontes confiáveis.

Manutenção de sites
Aqui se evidencia a necessidade de conhecimento e diferentes linguagens de programação e scripts. Muitas vezes, o profissional será contratado para fazer a manutenção de sites que não foram feitos por ele, e que podem ser antigos.

Projetos de design gráfico
Um web designer também deve ser capaz de criar projetos gráficos como banners, logos, artes em geral. Ele precisa exercitar a criatividade, estar sempre atualizado nas tendências e ter conhecimentos sobre tipografia, fotografia e esquemas de cores. Domínio de programas como Adobe Photoshop, Illustrator e Fireworks é fundamental.

Se você deseja ser um designer, deve saber opinar com propriedade e tomar decisões em diversas áreas que a princípio não parecem ter muito a ver com a profissão, mas que são fundamentais para formar um bom profissional. Dessa maneira, você estará preparado preparado para enfrentar o mercado de trabalho mesmo em tempos de crise e alcançar o sucesso.

Neste período de quarentena, a internet e as redes sociais vêm trazendo muitos benefícios para uma grande parte da popul...
24/01/2021

Neste período de quarentena, a internet e as redes sociais vêm trazendo muitos benefícios para uma grande parte da população. Enquanto as possibilidades do trabalho home office, aulas on-line, de adotar novas estratégias de comércio, manter relacionamentos afetivos e até desfrutar do lazer e da cultura já vinham ocorrendo nos últimos anos através das telas de smartphones e computadores, foi o isolamento social, devido ao surgimento do novo Coronavírus (Covid-19), que potencializou seu uso para conseguir manter certas rotinas durante a pandemia.
Hoje, através da hashtag , as pessoas podem desfrutar de treinamento físico, aulas de ioga, entrevistas com celebridades, shows, promoções de entregas em domicílio, cursos on-line, campanhas de solidariedade e até memes, o que faz das redes sociais ferramentas vitais nestes tempos, uma vez que, para o ser humano é vital se comunicar e manter o contato com o mundo.
No entanto, embora as redes sociais tenham se tornado aliadas fiéis para muitos durante o confinamento, inclusive até para se “desconectar” do que está acontecendo, também é verdade que, para outros, a grande rede pode ser uma fonte de ansiedade (pela grande carga de informações dessa crise sanitária e até pela saturação de tantas atividades oferecidas), de frustração (por não possuir o que outros aparentemente têm), podendo até ser um sério problema de dependência. Por tudo isso, a pesquisadora e professora do Programa de Pós-graduação em Saúde da Criança e da Mulher (PGSCM) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Suely Deslandes fala na entrevista abaixo, sobre o papel das redes sociais durante a pandemia:
Diante da quarentena pelo novo coronavírus, quais as vantagens e a utilidade da internet na adaptação à pandemia?

Como indicam várias cartilhas e orientações de instituições de saúde, a internet nesse momento de isolamento social possibilita manter as interações com amigos, familiares e vizinhos. Mesmo aqueles que não estão podendo fazer o isolamento social, com a suspensão das aulas e de muitas frentes de trabalho, também estão mais tempo em casa e acessando mais a internet. O acesso à internet possibilita que muitos continuem a ter aulas, a manter atividades de trabalho, a participar de atividades culturais e artísticas e acessar suas redes de apoio. É através das redes digitais que se tem acesso a informações sobre a pandemia e as formas de proteção. A internet tem o papel fundamental de manter uma certa rotina e parâmetros de "normalidade" nesse momento de suspensão das atividades presenciais. Como cito em artigo de minha autoria com o professor Tiago Coutinho (“O uso intensivo da internet por crianças e adolescentes no contexto da Covid-19 e os riscos para violências autoinflingidas”), publicado recentemente na Ciência e Saúde Coletiva, vemos que pela primeira vez o contato com o mundo “real” só é possível via conexão digital.
As redes sociais podem ser uma faca de dois gumes durante o isolamento social? Por quê?

Em primeiro lugar, o uso intensivo da internet pode gerar uma adição, um uso compulsivo, definindo uma dependência e centralidade do uso da internet em relação a qualquer outra ação cotidiana. A participação intensiva nas redes sociais também pode gerar um "excesso" de informação ou, em muitos casos, desinformação sobre a pandemia. O excesso de informação pode gerar ansiedade e a difusão da noção de um "medo global", com ênfase no número de mortes e previsões das curvas de contágio. Por outro lado, a depender das redes a que se está vinculado, as redes sociais podem prover um conjunto de fake news, que descredibilizam a ciência, o conhecimento epidemiológico e as orientações sanitárias.
No caso de crianças e adolescentes, o uso intensivo também pode aumentar as chances de sofrer e praticar violências na ambiência digital.
Como uma pessoa pode manejar o excesso de informações nas redes sociais sobre a crise da saúde, sem deixar de se manter informado?

Alguns autores sugerem que se busque definir um tempo determinado dentro da rotina para buscar informações, evitando assim estar "conectado o tempo todo". A lógica é de qualidade e não quantidade de informação. Assim, é melhor ter acesso a sites confiáveis (sites de órgãos oficiais de saúde) ao invés de f**ar navegando em muitos sites que se contradizem e espalham notícias sem qualquer respaldo científico.
Antes da pandemia, falava-se da relação entre o uso das redes sociais com níveis mais altos de depressão, sensação de solidão e isolamento social. Hoje, por necessidade, a orientação é permanecer em confinamento. Que recomendações você poderia dar para que as redes sociais não dominem a vidas dos usuários e eles possam ter uma quarentena digital “saudável”?

A "rotina saudável" não é possível ser definida a priore, pois cada faixa etária/geração tem uma relação diferente e faz usos diversos das redes sociais. Para os jovens, por exemplo, a sociabilidade digital é essencial. Assim, a navegação on-line percorrerá caminhos diferentes entre games, busca de informação, interações com familiares/amigos/conhecidos, compra e contratação de serviços/mercadorias, entretenimento, aprendizagem escolar ou diversa, hobbies, etc. O que "faz bem" ou é "saudável" pode variar de acordo com a cultura , com os parâmetros de saúde mental e com a idade desse usuário. Os manuais da Organização Mundial da Saúde e do Unicef sugerem que os pais pactuem com seus filhos um tempo de uso da internet por dia, evitando que deixem de realizar outras atividades.
Tendo se tornado um hábito mais recorrente do que antes da pandemia, para você quais são as expectativas do que vai acontecer com o uso das redes sociais quando a quarentena terminar?

A sociabilidade digital é essencial à contemporaneidade, veio "para f**ar" ainda que continue a sofrer constante mutação, de acordo com a incorporação de novas tecnologias. Quando a quarentena terminar continuará a ser essencial. Talvez leve um tempo para o "desmame" gradual dos que f**aram mais aficionados, já para outros que não faziam uso das redes sociais provavelmente passarão a incorporar tais práticas em suas rotinas. Contudo, a sociabilidade presencial, que permite a vinculação das corporalidades que demarcam nossa existência, a força dos sentidos, do toque, do abraço continuará a essencial da vida em comum. Continuaremos nos desdobrando entre as fronteiras cada vez mais borradas entre os mundos online e offline. O que nos parece ainda um desafio imediato é o investimento numa educação digital, para que o uso do internet seja ético, para que as informações ali veiculadas sejam absorvidas de forma crítica e reflexiva e assim possamos usufruir das muitas possibilidades de comunicação, produção e disseminação de conhecimento, afeto, de lutas por direitos e mesmo de serviços e negócios.

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Falta de tempo ou de dinheiro não são mais desculpas para o pequeno empresário não investir em redes sociais. Quem quer ...
22/01/2021

Falta de tempo ou de dinheiro não são mais desculpas para o pequeno empresário não investir em redes sociais. Quem quer divulgar seu produto tem que entrar no mundo digital.

“Em 2018, se o seu negócio não está no meio digital, você tem que estar preocupado. Porque todo mundo hoje está de olho no celular, todo mundo está de olho na internet. A internet faz parte do dia a dia da maioria das pessoas, não só no Brasil, como no mundo”, alerta a consultora em marketing de influência, Patricia Brazil.

Uma pequena empresa que faz peças de decoração em impressoras 3D é um exemplo de como conseguir resultados positivos usando as redes sociais na divulgação. O negócio foi criado em 2016 pela publicitária Joana Cariello, que é publicitária, junto com o namorado, que é engenheiro.

Joanna explica que eles f**aram quatro meses testando e conhecendo como o equipamento funcionava. Hoje, a empresa tem 17 impressoras. Uma funcionária faz acabamento e ajuda na embalagem e um modelista freelancer desenha os produtos no computador.

A empresa vende, em média, 400 peças por mês. O preço varia de R$ 59 a R$ 389. Joana não revela o faturamento e nem faz estoque. Assim que o cliente faz o pedido pelo site, o produto entra na linha de impressão. Cada peça leva de quatro a 48 horas, dependendo do tamanho da peça.

O segredo do sucesso da empresária é estar com conteúdo atualizado diariamente na rede social, que virou a grande vitrine do negócio dela. “Para fazer daquilo um negócio, tinha que usar rede social. A gente optou em não depender do boca a boca para iniciar o negócio, então não adiantava ter site e depender do boca a boca. Já pensamos em rede social para ter público maior e visibilidade para ter clientes”, explica Joana.

Para a consultora Patrícia Brazil, Joana está no caminho certo. Segundo pesquisa do SPC, 92% usam o Facebook e 50% Instagram.

Alguns pontos importantes:

- Atualizar o conteúdo com frequência dá credibilidade à marca.

- As fotos têm que ser caprichadas, para explorar todos os detalhes do produto.

- Captar email ou celular dos clientes em potencial para mandar a eles conteúdo exclusivo.

- Contar com apoio de influenciadores digitais para divulgar negócio.

“Se você tiver um negócio que está em outro patamar e tiver verba de marketing, considere sim investir com influenciador digital, porque eles falam diretamente com quem tem poder de compra e está nas redes sociais”, orienta Patrícia.

Outra dica é retribuir o carinho dos clientes. É por isso que Joana coloca na embalagem um cartão com dicas de cuidados com a peça e o tempo que levou para imprimir.

Fonte: G1

Endereço

Votorantim, SP

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