Brand Boutique Comunicação & Estratégia

Brand Boutique Comunicação & Estratégia Somos uma empresa de comunicação, copywriting e estratégia.

With Mourway, your business will go a long wayQue privilégio tem sido trabalhar na elaboração da Estratégia de Comunicaç...
23/08/2024

With Mourway, your business will go a long way

Que privilégio tem sido trabalhar na elaboração da Estratégia de Comunicação da Mourway.
Este tipo de trabalho é realmente especial. Poder entrar na casa de uma equipa que não é a minha e merecer a confiança de cada um dos seus elementos é mágico.
Construir, a partir de fora, um caminho para orientar a comunicação deste negócio tem sido um prazer e um crescimento constante. Aprende-se muito, quando se escuta e observa.
É, também, incrível o processo de descobrir o potencial de, juntamente com a equipa da Mourway, não só descobrir o potencial escondido, mas pensar nas melhores formas de o dar a conhecer ao mundo.
O processo ainda vai a meio, mas já vejo um diamante a surgir, bem no fundo do túnel. Mal posso esperar pelas próximas etapas. Que bom trabalhar com tanta sensação de satisfação.
Obrigado à Emotion , na pessoa do Danial M. Valigy, pela confiança em mim depositada para conduzir este processo.
E obrigado ao Victor Mourana e à sua talentosa equipa por me abrirem as portas da maravilhosa construção da vossa empresa.
Posso, sem dúvidas, dizer aos parceiros e clientes (presentes e futuros) da Mourway que, quem trabalha com a Mourway se posiciona para ir a long way…

Carlos Osvaldo Mabutana

Perceberam agora? Comunicação é tudo!Joe Biden finalmente cedeu e anunciou que não vai recandidatar-se à Presidência dos...
22/07/2024

Perceberam agora? Comunicação é tudo!

Joe Biden finalmente cedeu e anunciou que não vai recandidatar-se à Presidência dos EUA. Era uma questão de tempo. Mas vale a pena tirarmos as devidas lições deste episódio.
De forma exageradamente simplista, Biden cai pela sua incapacidade de comunicar. E o momento mais forte da campanha do Trump até agora foi quando pousou para a multidão da Pensilvânia, após a tentativa de assassinato e, com o punho erguido, disse “Fight, Fight, Fight”.
Os rumores sobre a debilitação de Biden já começaram há anos, mas sempre foram rebatidos pelo staff da Casa Branca. São várias as gaffes e imagens embaraçosas que podemos encontrar, mas o debate mais recente foi a prova irrefutável. Naquele debate em directo não houve como disfarçar. Como podes ser líder de uma nação se não consegues comunicar de forma clara e coerente?
Não se trata de política. Não se trata de um governar melhor ou pior. Não se trata da equipa de um ser mais capaz que a equipa do outro ou de a visão que um tem para o país ser mais convincente que a do outro. Trata-se de um líder que, quando comunica, provocar incerteza e desconfiança e de outro que transmite força e determinação. Nem se trata de idade, já que ambos são idosos. Trata-se de comunicação.
Grande parte das empresas ainda olha para a comunicação como um departamento secundário. Comunicar é visto como “fofinho” mas não essencial. Erro crasso.
Comunicação é tudo.
Um líder com excelente conhecimento técnico mas que não consiga comunicar a sua visão ou transmitir instruções de forma clara jamais conseguirá criar uma grande equipa. No sentido oposto, um líder fraco tecnicamente mas que consiga comunicar, de forma clara e inspiradora, a sua visão, conseguirá criar uma grande equipa que, se for boa tecnicamente, complemente a sua debilidade.
Não se pede a um Presidente da República que seja bom técnico. O que é preciso é que seja um bom líder e se rodeie de bons técnicos. E, insisto, não há bons líderes sem capacidade de comunicar. Tanto a nível da presidência como da mais pequena das organizações.
Comunicação é tudo e espero que as empresas percebam o verdadeiro potencial que o departamento tem.
Uma empresa que produza os melhores sapatos do mundo mas que não os saiba dar a conhecer venderá sempre menos que uma empresa que produza sapatos medianos mas que os promova de forma hábil.
Comunicação gera mais dinheiro.
Por isso, se tens a consciência que precisas de melhorar a tua capacidade de comunicação ou de melhorar a capacidade institucional de comunicação da tua organização, contacta-nos pelo [email protected] para conversarmos e perceber de que forma te/vos podemos ajudar.
Não percas mais tempo. Descobre já a diferença que faz quando maximizas o potencial da tua comunicação pessoal ou organizacional.

Carlos Osvaldo Mabutana

As organizações que vivem para sempre são as que percebem que são as pessoas que fazem as organizações e que é no desenv...
10/07/2024

As organizações que vivem para sempre são as que percebem que são as pessoas que fazem as organizações e que é no desenvolvimento de uma visão comum, partilhada e abraçada pelos colaboradores e na criação de um ambiente onde as diferenças culturais não são apenas aceites, mas estimuladas como fonte da criação de uma identidade colectiva que reside o verdadeiro segredo para impactar a sociedade positivamente e criar um legado que transforme vidas.

Carlos Osvaldo Mabutana

O que a contratação do JJ Redick pelos Lakers nos pode ensinar sobre como conseguir o nosso próximo empregoFoi ontem con...
21/06/2024

O que a contratação do JJ Redick pelos Lakers nos pode ensinar sobre como conseguir o nosso próximo emprego

Foi ontem confirmado um segredo que já todos sabíamos; JJ Redick será o novo treinador dos Los Angeles Lakers.
Tenho vindo a acompanhar as reações dos programas e podcasts de referência, no que diz respeito à NBA e, como seria de esperar, prevalece uma espécie de protesto generalizado pela falta de justif**ação para esta contratação.
Não me interessa tanto discutir se foi ou não uma boa contratação. A mim intriga-me a lição que podemos tirar com o percurso do JJ Redick desde que parou de jogar.
O último jogo do JJ na NBA foi em Setembro de 2021 e, menos de três anos depois, vai assumir a liderança de um dos maiores clubes da NBA. Como é isto possível? O que é que o JJ tem feito neste período e o que podemos aprender com ele?
A verdade é que, ainda no activo, como jogador, JJ lançou o podcast The Old Man and the Three, em 2020.
Após encerrar a sua carreira de 15 anos, em Setembro, foi contratado pela ESPN e estreou-se como comentador e analista em Novembro desse ano. Em Fevereiro deste ano (2024), foi anunciado como parte da equipa que iria comentar as finais da NBA, após um conturbado processo de despedimentos da ESPN, em que a equipa de comentadores anterior foi desfeita. Ao abrigo desta contratação pela ESPN, JJ torna-se um analista regular em alguns dos programas de referência, como o First Take, por exemplo. Em Março desde ano, ou seja, há três meses, arrancou com um novo podcast: Mind the Game, com o lendário Lebron James. Neste podcast a dupla analisa, detalhadamente, o jogo sob uma perspectiva táctica.
E agora, em Junho, é anunciado como treinador de uma das maiores franquias da NBA.
O que podemos aprender sobre o percurso do JJ que nos pode ajudar nas nossas próprias carreiras?
Acho que a primeira lição é de não deixar de tentar evoluir. Com o aproximar do final da carreira como jogador, em vez de f**ar deprimido e entrar em negação, JJ começou logo um podcast, preparando o próximo desafio.
Outra lição importante é mostrar ao mundo o seu talento e qualidades. JJ expôs-se, mostrou outras habilidades para além de ser um excelente lançador de triplos, como era conhecido como jogador. E fê-lo de forma impactante, no Youtube e na televisão. Lembrem-se que, quem não é visto não é recordado.
Por fim, a importância de saber utilizar a sua network. JJ lançou um projecto com o maior jogador pós Michael Jordan- Lebron James e, seis meses depois, é contratado para treinar o mesmo Lebron James. Coincidência?
Estes princípios são válidos para qualquer que seja a nossa área profissional; não pares de evoluir, mostra o teu talento ao mundo sem receios e cria relações com pessoas de valor, junto das quais possas desenvolver projectos interessantes.
Já dominas estas habilidades? Em qual delas és melhor? Em que área precisas de melhorar?

Não comeces um negócio se fazer dinheiro é a tua principal motivação Calma, não estou louco! Dá-me três minutos e acredi...
29/03/2024

Não comeces um negócio se fazer dinheiro é a tua principal motivação

Calma, não estou louco!
Dá-me três minutos e acredito que, no final deste texto, vais perceber o que quero dizer. Se concordas ou não é outro assunto. O meu objectivo não é convencer-te, mas sim dar-te algo em que pensar.
Hoje tenho uma sessão de mentoria e, com esta mentee, temos como objectivo prepará-la para começar um negócio próprio e definir as bases desse mesmo negócio.
E uma das coisas que lhe quero dizer, no início da sessão de hoje é justamente “não comeces um negócio se fazer dinheiro é a tua principal motivação”. Por que digo isto, afinal, quando ganhar dinheiro faz parte do kit de sonhos que nos motiva a querer abrir um negócio?
Não estou a dizer que não deves querer ganhar dinheiro. Querer ganhar dinheiro é positivo e uma excelente motivação, claro, mas não deve ser a principal. Por um motivo muito simples: porque há 99% de probabilidades de não ganhares dinheiro com o teu negócio, pelo menos nos primeiros tempos.
São várias as emoções que predominam nas diferentes etapas do mapa emocional do processo de abertura de um negócio.
No lado positivo, tudo começa com um desejo que, em alguns casos, evolui para um sonho. Gostava mesmo de abrir isto… ou quero mesmo construir aquilo. No lado das emoções negativas, aqui entram as dúvidas, do estilo “serei capaz?” ou “falta isto” ou “ainda não estou pronto, talvez mais tarde”.
Depois vem a adrenalina de começar a construir. Se tiveres uma boa equipa contigo, essa energia também ajuda muito. Mas aqui é onde muitos negócios morrem, quando temos de lidar com o esforço que não se traduz em nada palpável de imediato. É quando há reuniões longas, números que nos assustam, projecções financeiras negativas, processos burocráticos, planos de negócio chatos, falta de dinheiro, etc. Muitos negócios não passam desta fase de boas ideias iniciais.
Para quem consegue abrir, vem a fase do orgulho e da sensação de possibilidades que o novo negócio traz consigo. É nesta fase que tudo parece possível. Raramente há sentimentos negativos nesta fase de abertura.
Depois vêm os primeiros dois a cinco anos. Aqui é a outra fase onde grande parte dos negócios morre. Porque não se faz dinheiro, porque não há reconhecimento, porque parecemos invisíveis e sentimos que ninguém percebe ou apoia o que estamos a oferecer. O dinheiro é, quase sempre, insuficiente e, por vezes, esgotamos as nossas poupanças ou chegamos a contrair dívidas para manter o negócio aberto, nem que seja mais um pouco. Aqui as energias negativas são de frustração e, por vezes, desespero. Os que sobrevivem a esta fase muito difícil precisam de se agarrar a algo muito mais forte.
É por isso que dizia, no início, que o dinheiro não pode ser a principal motivação. Porque, se for, o teu negócio não passa desta fase. Esta é a fase em que o Jeff Bezos dormiu nos escritórios da Amazon. Quem passa desta fase tem que se agarrar a um forte propósito, a uma missão inabalável ou a uma poderosa visão. É a força destas causas que faz alguns negócios triunfarem. Esta é a grande peneira em que os que queriam ganhar dinheiro desistem, porque o dinheiro demora a vir e o negócio suga todo o dinheiro que tinhas (e mesmo o que não tinhas).
Os grandes negócios e as marcas que vivem para sempre não foram criadas por uma vontade de ganhar dinheiro, mas por uma visão de mudar o mundo ou um propósito de melhorar a vida das pessoas.
Peço-te agora para voltares a ler o título deste texto e a pensares se faz mais sentido do que quando leste a primeira vez.

Carlos Osvaldo Mabutana

Let´s talk about The Dream Gap
19/03/2024

Let´s talk about The Dream Gap

Starting at age 5, many girls begin to develop limiting self-beliefs. They stop believing their gender can do or be anything. This is the Dream Gap, and this...

O tipo de anúncios que gosto de ver.A legenda a acompanhar o vídeo também vale a pena ler "As nossas suposições negativa...
18/03/2024

O tipo de anúncios que gosto de ver.

A legenda a acompanhar o vídeo também vale a pena ler "As nossas suposições negativas sobre as pessoas com síndrome de Down podem levar-nos a tratá-las de tal forma que essas suposições se tornam realidade. Em sociologia, chama-se a isto uma "profecia auto-realizável". Porque não inverter as nossas perspectivas? Se tivermos ideias positivas sobre as pessoas com síndrome de Down, elas terão oportunidades na escola, no trabalho, nas relações e noutras actividades. E talvez essas suposições positivas se tornem realidade."

Our negative assumptions about people with Down syndrome can lead us to treat them in such a way that these assumptions become reality. In sociology, this is...

No mais recente vídeo do programa MySpot falamos do anúncio do Kanye West (Ye) para o Super Bowl deste ano. Um anúncio q...
07/03/2024

No mais recente vídeo do programa MySpot falamos do anúncio do Kanye West (Ye) para o Super Bowl deste ano. Um anúncio que deu muito que falar e sobre o qual vale a pena reflectir. Vê o vídeo em https://www.youtube.com/watch?v=o1yylRk9Trc e diz-nos o que achas desta ousada abordagem.

Rick Rubin- The Creative Way: A Way of BeingOs melhores livros da nossa vida são aqueles que nos encontram ao acaso e no...
04/03/2024

Rick Rubin- The Creative Way: A Way of Being

Os melhores livros da nossa vida são aqueles que nos encontram ao acaso e nos conquistam, sem sabermos bem porquê.
Foi assim que conheci este mágico livro- The Creative Way. Passeava por uma loja de livros em Joanesburgo, quando, ao apreciar a montra dos livros mais vendidos, sou atraído por um livro diferente, que estava na secção “Recomendações do staff”. Algo me puxou, de imediato, para o livro. Peguei nele, senti-o e soube que havia ali algo especial. É assim com alguns livros; sabemos que vamos gostar deles antes mesmo de os ler. A simplicidade artística da capa demonstrava o seu carácter. Tinha nas mãos um livro diferente. Um livro sobre arte. Um livro que é arte.
Acabei, na semana passada, a minha primeira excursão por esta obra, na certeza de que muitas mais se seguiram. O livro repousa, agora, na prateleira sagrada da minha biblioteca caseira, onde foi bem recebido por outros livros eternos em mim, como O Livro do Desassossego, ou O Retrato de Dorian Gray, entre outros.
The Creative Way é um livro filosófico sobre a criatividade. É um manifesto obrigatório para qualquer artista. Nele redescobrimos a essência da arte, na sua mais pura expressão.
Volumoso, mas de leitura leve, este livro é um guião para nos tornarmos artistas, ou alcançarmos dimensões mais profundas, se já somos artistas. o livro não está estruturado por capítulos, mas por etapas, mais emocionais do que lógicas, que nos guiam pelo processo de criação.
Mais do que regras, que geralmente são limitantes, traz-nos princípios, que nos expandem, como criadores. Mais do que ensinamentos, deixa-nos com sentimentos. Mais do que nos moldar, ajuda-nos a libertarmo-nos.
Um verdadeiro apanágio do sentimento que precisa existir para poder fazer existir, esta obra devolve-nos ao momento em que nos apaixonámos pela arte, seja qual for a sua forma.
Repleto de frases geniais, tentadoras demais para não serem partilhadas, o que f**a é a absoluta simplicidade do mais importante, quando se fala em criação artística. A arte deve ser criada porque tu, artista, a sentes e o teu dever é encontrar a melhor forma de expressão possível nela. A arte cria-se, defende Rick Rubin, de dentro para dentro. Como se nela encontrássemos o propósito de certos momentos da vida. Em certos casos, em certas obras, quiçá da vida inteira.
A arte não se interpreta, acrescenta. Sente-se. Tudo o que for mais complexo que isso é superficial e, logo, desnecessário.
Acredito ser impossível ler esta obra e não se sentir inspirado a criar ou, pelo menos, re-apaixonado pela vida e pelas possibilidades invisíveis que ela encerra.
Arte é uma reverberação de uma vida impermanente, diz-nos Rubin, numa curta frase com a profundidade da eternidade.
Numa outra parte do livro, de forma mais extensa, mas igualmente bela, Rubin desafia-nos a imaginar que vamos viver para uma casa isolada no topo de uma montanha. Uma casa onde ninguém nos visitará. Um refúgio nosso, apenas nosso. E instiga-nos a pensar em cada detalhe que queremos lá colocar, nesse refúgio absoluto, onde estaremos sós e seremos nós. Apesar de não ser um espaço aberto a visitas, Rubin intui que iremos colocar a nossa alma em cada detalhe dessa casa. E, conclui, essa é, afinal a essência da verdadeira arte.
Existe um audiobook disponível no Youtube, para quem prefere este formato. Mas, digo-vos, este livro, na sua versão física, é, em sim, um autêntico estímulo aos sentimentos.
Espero que se permitam o deleite desta bela leitura, que tenham a coragem para se conectarem aos vossos próprios sentimentos e, no fim, tenham a humildade de permitir que nasça, dentro de vós, a arte que esta obra inspira.

“O objectivo não é criar arte,
Mas sim estar naquele maravilhoso estado
Que faz da arte inevitável.”
Robert Henri

Carlos Osvaldo Mabutana

Esta semana, abrimos o programa MySpot com a análise ao épico anúncio da Volvo com o Jean-Claude Van Damme. Um dos anúnc...
04/03/2024

Esta semana, abrimos o programa MySpot com a análise ao épico anúncio da Volvo com o Jean-Claude Van Damme.
Um dos anúncios mais marcantes dos últimos anos, sobre o qual há muito a dizer e com o qual há muito a aprender. Já conhecias? Gostas? Detestas?
https://www.youtube.com/watch?v=zyFzq82p1OA

Desta vez trago-vos, no Programa MySpot, um trabalho do qual fiz parte. Mário Coluna, antiga lenda do futebol português ...
01/03/2024

Desta vez trago-vos, no Programa MySpot, um trabalho do qual fiz parte. Mário Coluna, antiga lenda do futebol português e moçambicano, com uma carreira notável no Sport Lisboa e Benf**a, faleceu em 2014 e o Standard Bank, cliente da agência onde trabalhava, pediu-nos para fazermos uma homenagem ao Monstro Sagrado. Neste vídeo, conto-vos como foi o processo criativo deste trabalho do qual muito me orgulho. Espero que gostem. Fico à espera dos vossos comentários.

Desta vez trago-vos um trabalho do qual fiz parte. Mário Coluna, antiga lenda do futebol português e moçambicano, com uma carreira notável no Sport Lisboa e ...

No segundo programa MySpot, o meu novo programa na plataforma Freestyle Talkz, em que falamos de publicidade e comunicaç...
29/02/2024

No segundo programa MySpot, o meu novo programa na plataforma Freestyle Talkz, em que falamos de publicidade e comunicação, trago-vos a minha análise ao anúncio da Oreo-Twist on It, que foi emitido no Super Bowl deste ano. Para mim este foi o melhor anúncio deste ano. Vê o vídeo para perceberes porquê e depois diz-me se concordas ou não. Aqui f**a o link:

No programa de hoje vamos falar sobre o anúncio das bolachas Oreo para o Super Bowl de 2024, em que a Oreo nos apresenta uma versão alternativa e divertida d...

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