28/05/2026
Comunicação quanta mais melhor… ou não?
Hoje, basta abrir a caixa de email ou as redes sociais para sermos inundados com promessas de todo o tipo. Desde a estratégia que o fará faturar o triplo em 3 meses até ao cosmético “revolucionário” que promete eliminar todas as rugas em 10 dias.
O problema é que as promessas são tantas, tão frequentes e muitas vezes tão irrealistas, que a atenção simplesmente desliga.
Uma marca passa rapidamente de interessante para ignorada.
Já ouvi o termo “marcas histéricas”. E, honestamente, começo a concordar.
Porque é isso que muitas marcas comunicam com
urgência constante, excesso de estímulos e uma necessidade permanente de atenção.
A IA veio facilitar a criação de conteúdos e comunicação em escala. Mas produzir mais, mais rápido e com mais gatilhos mentais não significa comunicar melhor.
Muitas vezes, o resultado é o contrário, leva à
saturação, desgaste e até repúdio pela marca.
Hoje, comunicar bem exige ainda mais estratégia, intenção e compreensão do cliente.
Porque, num mundo saturado de estímulos, a subtileza começa a destacar-se.
E talvez a comunicação mais eficaz comece a ser o silêncio estratégico…