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Miligram Real Brands for Real People

Houve um detalhe impossível de ignorar desde que começou o Mundial 2026: o relvado pareceu ganhar uma nova cor. De repen...
19/06/2026

Houve um detalhe impossível de ignorar desde que começou o Mundial 2026: o relvado pareceu ganhar uma nova cor. De repente, jogadores de diferentes seleções e patrocinados por marcas concorrentes surgiram com chuteiras em tons de rosa néon!

À primeira vista, pode parecer uma coincidência, ou até uma estratégia entre as grandes marcas do setor para este momento. Mas após uma pesquisa, a explicação é mais interessante do que qualquer teoria!

A verdade é que nenhuma marca copiou a outra. Nike, Adidas, Puma, New Balance ou Skechers chegaram à mesma escolha porque estavam todas a ler os mesmos sinais.

Os dados de consumo, comportamento cultural, tendências de moda, visibilidade em campo, preferências das novas gerações fizeram com que o rosa não surgisse por acaso. Surgiu porque o mercado já estava a apontar nessa direção.

E esta é uma das reflexões mais interessantes no mundo do Branding!

Muitas vezes acreditamos que as grandes decisões de marca nascem de momentos de inspiração isolados. A realidade é menos romântica e muito mais estratégica! As marcas mais relevantes são aquelas que conseguem interpretar padrões antes de estes se tornarem evidentes para todos.

Quando várias empresas chegam à mesma conclusão em simultâneo, isso não signif**a falta de criatividade. Signif**a que existe uma leitura comum de uma mudança que já está a acontecer.

No Branding, a diferenciação não está apenas na escolha que fazemos. Está na forma como a justif**amos, na narrativa que construímos à sua volta e na consistência com que a sustentamos ao longo do tempo.

Será que as melhores decisões de branding acontecem quando deixamos de escolher entre dados e criatividade e começamos a fazê-los trabalhar em conjunto? Deixe a sua opinião nos comentários ⬇️

O Mundial começou ontem e, com ele, algo que acontece a cada quatro anos e que, do ponto de vista do marketing, é tão fa...
12/06/2026

O Mundial começou ontem e, com ele, algo que acontece a cada quatro anos e que, do ponto de vista do marketing, é tão fascinante quanto os próprios jogos: as marcas mostram do que são capazes.

Em Portugal, nas últimas semanas, assistimos a uma onda de campanhas que vai muito além da publicidade convencional. A MEO, patrocinadora da Seleção há mais de duas décadas, foi direta: “Só de estarmos juntos, já ganhamos“, uma frase que não fala de futebol, mas de pertença. A Generali Tranquilidade entrou com “Segura-te ao que importa“, lembrando-nos que, no meio de toda a euforia coletiva, o que realmente nos move são as pessoas e as coisas que não queremos perder. E depois há o Continente, que não fez uma campanha. Criou um ritual. O Bacalhau da Sorte coloca um produto culturalmente enraizado na identidade portuguesa no centro de um momento partilhado, ligado ao Mundial. A isto junta-se a caderneta de cromos, que está a reunir pessoas de gerações completamente diferentes em trocas, em conversas, em filas à porta das papelarias.

O que há de comum em tudo isto? Nenhuma destas campanhas vende o produto. Vendem o que a marca representa. E o que as pessoas estão claramente dispostas a comprar, numa época de tanta instabilidade, não é um cromo nem um bacalhau. É a sensação de pertencer a algo. De estar do mesmo lado. De se sentirem unidas.

E isso é, precisamente, o que torna o Mundial num laboratório tão valioso para quem é do mundo da comunicação. O evento é o mesmo para toda a gente. Mas as marcas que f**am na memória não são as que aproveitam o burburinho, são as que chegam antes dele, com uma ideia própria e com coragem para serem reconhecíveis.

Quer queiramos, quer não, o futebol unif**a. Mas no marketing, são as marcas que decidem o que fazem com essa janela de atenção e como querem ser lembradas quando terminar.
Deixe nos comentários: qual foi a campanha deste ano que mais o surpreendeu? E porquê?

Uma agência é feita das referências que escolhe. Das influências que cultiva, das perguntas que faz e da forma como proc...
11/06/2026

Uma agência é feita das referências que escolhe. Das influências que cultiva, das perguntas que faz e da forma como procura as respostas.
Por isso a nossa biblioteca não serve apenas de decoração. Aqui os problemas ganham contexto, as ideias encontram fundamento e o conhecimento é transformado em algo útil para quem nos confia uma marca.

Acreditamos que um bom trabalho criativo raramente nasce do nada. Nasce de quem leu, de quem questionou, de quem teve a curiosidade de ir mais longe do que o necessário. A próxima grande ideia para a sua marca pode estar numa página que ainda não leu. Nós ajudamos a encontrá-la.

Num curto período de tempo, a Nike e a Adidas lembraram-nos de uma verdade simples: os anúncios mais memoráveis rarament...
05/06/2026

Num curto período de tempo, a Nike e a Adidas lembraram-nos de uma verdade simples: os anúncios mais memoráveis raramente são aqueles que tentam vender alguma coisa. São aqueles que nos fazem sentir parte de algo maior.

Por um lado, a Nike reúne Cristiano Ronaldo, LeBron James, Kim Kardashian, Travis Scott e até Ted Lasso numa narrativa que mistura desporto, entretenimento e cultura popular. Por outro, a Adidas atravessa gerações e geografias com Timothée Chalamet, Messi, Zidane, Beckham, Bad Bunny, Lamine Yamal e Trinity Rodman numa campanha que habita vários universos culturais em simultâneo.

Durante anos, a publicidade foi-se tornando mais eficiente e menos memorável. Otimizou-se para métricas, para cliques, para conversões. E pelo caminho, muitas marcas deixaram de criar momentos capazes de gerar conversa, expectativa ou envolvimento emocional. Desta vez, as duas fizeram o contrário.

Criaram anúncios como se faziam antes: peças que obrigam a parar, a prestar atenção, a procurar signif**ado. Que não explicam tudo e que deixam espaço para interpretação. Que juntam personalidades de mundos diferentes não apenas pela sua fama, mas pelo que cada uma representa culturalmente.

Não falam de roupa de desporto. Falam de ambição, identidade, criatividade e impacto. Falam da capacidade que algumas marcas ainda têm de ocupar um lugar na cultura e não apenas no mercado.

Num mundo onde a atenção é cada vez mais escassa, talvez esta seja a maior lição: as pessoas não se lembram dos anúncios que as interrompem. Lembram-se daqueles que merecem ser vistos.

E é precisamente isso que distingue uma marca conhecida de uma marca culturalmente relevante. Qual foi o último anúncio que o fez parar para ver até ao fim?

It was all going to plan until footballer's instincts took over…T...

Na noite de 25 de maio, em Roma, a Ferrari revelou o Luce, o seu primeiro automóvel totalmente elétrico. O lançamento ti...
29/05/2026

Na noite de 25 de maio, em Roma, a Ferrari revelou o Luce, o seu primeiro automóvel totalmente elétrico. O lançamento tinha tudo para ser histórico: tecnologia de ponta, mais de 1.000 cv, design assinado por Jony Ive e cinco anos de desenvolvimento. Mas a reação do mercado mostrou que, no branding, a inovação nem sempre é suficiente.

As críticas surgiram quase de imediato. Não por causa da performance, mas por causa da perceção.
Muitos fãs sentiram que o carro se afastava demasiado daquilo que entendem ser “Ferrari”. O som, a emoção, a mecânica, o imaginário construído ao longo de décadas… Em poucas horas, a discussão deixou de ser sobre um automóvel elétrico e passou a ser sobre identidade.

Quando uma marca tem um equity emocional tão denso como a Ferrari, construído em décadas de F1, de Maranello, de Enzo Ferrari, de sons que entram na memória muscular, qualquer inovação radical precisa de ser comunicada com uma narrativa de continuidade, não de ruptura.

A ironia é que o carro pode ser extraordinário. Os números de performance são reais e os clientes que o viram em Roma fizeram transferências bancárias na hora. Mas a percepção pública foi definida antes de alguém andar nele, e em marketing, percepção é realidade.

A Ferrari tem agora um trabalho de reposicionamento narrativo urgente: de reconectar o Luce ao mito, não ao mercado elétrico. O símbolo do cavalinho não pode apenas estar no capô… tem de estar em cada segundo da experiência, em cada detalhe da comunicação.
Se o conseguirem, o Luce pode ser transformador, senão, o ex-presidente da marca, Luca di Montezemolo, pode ter razão.

Conte-nos a sua opinião: Uma marca deve proteger a sua herança a todo o custo ou arriscar reinventar-se para continuar relevante?

27/05/2026

𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗠𝗮𝗿𝗸𝗲𝘁𝗶𝗻𝗴: 𝗖𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮𝗿 𝗮 𝗽𝗿𝗼𝗳𝗶𝘀𝘀ã𝗼 𝗲 𝗵𝗼𝗺𝗲𝗻𝗮𝗴𝗲𝗮𝗿 𝗖𝗮𝗲𝘁𝗮𝗻𝗼 𝗔𝗹𝘃𝗲𝘀

Acreditamos que o marketing é também estratégia, porque nasce para servir um propósito claro. Mas existem histórias que se aproximam de algo mais... Pelo rigor, pela memória, pelo peso de quarenta anos condensados numa só obra.

No , partilhamos uma dessas histórias.

Neste episódio de 𝗠𝗮𝗸𝗶𝗻𝗴 𝗶𝘁 𝗥𝗲𝗮𝗹, mostramos o processo de paginação do livro que retrata os 40 anos do IPAM da autoria do Prof. Dr. Gonçalo Caetano Alves. Quarenta anos de marketing em Portugal, vistos pelos olhos de quem os viveu por dentro.

Quando o Prof. Dr. Gonçalo Caetano Alves nos confiou a paginação do seu livro, percebemos rapidamente que estávamos perante algo mais do que um mero projeto editorial. Estávamos a dar forma a uma memória construída ao longo de décadas, filtrada por uma perspetiva única e insubstituível.

Convidamo-lo a descobrir o caminho percorrido até ao resultado final. As decisões de composição, o ritmo de cada capítulo, o cuidado colocado em cada detalhe para que o Livro viva à altura do seu Conteúdo.

Esta semana a sexta-feira chega com o eco de terça-feira ainda bem presente.Estivemos no TALKS: Design + Business - A Gr...
22/05/2026

Esta semana a sexta-feira chega com o eco de terça-feira ainda bem presente.
Estivemos no TALKS: Design + Business - A Grande Dupla, e voltámos com algumas convicções reforçadas e, acima de tudo, com a satisfação de compreender que não estamos sozinhos nelas.

Antes de mais, parabéns à , e pela iniciativa. Numa altura em que o acesso facilitado a certas ferramentas cria a ilusão de que o design está ao alcance de todos, falar seriamente sobre o valor desta disciplina é, em si mesmo, um ato de responsabilidade.

Das três duplas que partilharam o palco, o que mais retivemos foi a consistência das ideias. Vozes diferentes, percursos diferentes, contextos distintos e ainda assim, os mesmos pontos de chegada.

O primeiro: o design não é decoração. É uma decisão estratégica com impacto direto na performance de uma marca. Quando é tratado como tal, os resultados falam e quando não é, eles gritam.

O segundo: a identidade de uma marca é um sistema e o design é uma das suas peças mais visíveis. Mas apenas uma delas. Para que funcione, tudo o resto tem de estar igualmente definido: o posicionamento, os valores, o tom, a estratégia, etc... O design não substitui essa base. Amplif**a-a. E quando essa base não existe, nenhuma solução visual a conseguirá compensar.

O terceiro, talvez o mais revelador: os melhores resultados surgem sempre das melhores relações. E o que ficou claro é que essa responsabilidade é partilhada. Quando uma marca entra num projeto à espera que a agência chegue com tudo resolvido, ou trata essa relação como puramente comercial, algo se perde no caminho. Mas o mesmo acontece quando a agência não ouve, não questiona, não se envolve verdadeiramente na marca do cliente. O trabalho realmente transformador só acontece quando ambos os lados estão comprometidos com o mesmo objetivo e dispostos a construir esse caminho juntos.

Três duplas, três histórias diferentes. Uma só conclusão.

Deixamos ainda um agradecimento especial à nossa convidada, , em representação do Grupo Cruz & Reis - Farmácias, não só por aceitar este desafio, mas por nos ver como parte da sua equipa!

Há um momento no processo criativo em que o trabalho está feito. A análise foi conduzida, o mercado foi estudado, as ten...
15/05/2026

Há um momento no processo criativo em que o trabalho está feito. A análise foi conduzida, o mercado foi estudado, as tendências foram consideradas. A marca foi construída com argumentos, não com preferências. O cliente viu, reconheceu, aprovou.

E depois, inevitavelmente, o projeto saiu da sala e começou a circular por outras mesas, outros contextos, outros olhares. Tudo o que é novo convida à opinião: o design, a estratégia, o tom. E ouvir faz parte do processo.

O que se torna mais difícil é saber ouvir sem se perder. Uma nova perspetiva pode iluminar. Pode também, sem intenção, desfocar o que estava em foco.

Há uma responsabilidade silenciosa em quem constrói marcas: a de proteger o trabalho sem fechar a porta ao diálogo. É um equilíbrio difícil de atingir, mas signif**a explicar antes de ceder, distinguir o que é gosto do que é fundamento, e ter a paciência (e a coragem) de conduzir conversas que nem sempre são simples.

A questão f**a no ar, para nós e para quem partilha este ofício: onde termina o ouvir e onde começa a o trabalho a ruir?

No próximo dia 19 de maio, a partir das 16h, a nossa diretora criativa, Rita Patarata, participará no painel do TALKS: D...
14/05/2026

No próximo dia 19 de maio, a partir das 16h, a nossa diretora criativa, Rita Patarata, participará no painel do TALKS: Design+Business, a Grande Dupla, acompanhada pela nossa convidada Dra. Maria Amélia Borges, em representação do Grupo Cruz & Reis - Farmácias, para uma conversa centrada na criatividade orientada para a performance.

O evento decorrerá na Fábrica Vasco da Gama, em Matosinhos, e reunirá profissionais das áreas do design, marketing, gestão e comunicação, com o objetivo de debater o papel estratégico da criatividade no crescimento, diferenciação e impacto das marcas.

Agradecemos à MOJOBRANDS - Brand Lifestyle, à Chambre de Commerce et d'Industrie Algéro-Française - CCIAF e à Câmara Municipal de Matosinhos pelo convite e pela promoção de iniciativas que incentivam a reflexão sobre a relação entre criatividade e negócio.

Se é profissional ou tem interesse em branding, design, marketing, gestão e comunicação, pode realizar a sua inscrição através do link: https://www.ccilf.pt/pt/eventos/agenda-2026/e/event/talks-design-business-le-duo-de-choc.html

No dia 19 de Maio, a Fábrica Vasco da Gama, em Matosinhos, recebe o evento TALKS: Design+Business, a Grande Dupla.

Uma iniciativa da Mojobrands e da CCILF, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, que propõe uma reflexão sobre o papel do design como ferramenta estratégica para o crescimento, diferenciação e impacto nos resultados das marcas.

O evento reúne profissionais de design, marketing, gestão e comunicação para debater a relação entre criatividade, estratégia e decisão empresarial.

Data: 19 de Maio de 2026
Hora: 16h00 às 19h00
Local: Fábrica Vasco da Gama, Matosinhos
Participação: Gratuita, mediante inscrição obrigatória

Inscrições:
https://www.ccilf.pt/pt/eventos/agenda-2026/e/event/talks-design-business-le-duo-de-choc.html

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