09/09/2026
A Blink Eye aderiu à trend… Já andamos por cá há muitos anos, mas desta vez decidimos recuar ainda mais no tempo.👀📼
Pegámos na equipa e imaginámos: como seria a Blink Eye nos anos 80?
O boss em 1986. 😎📞
Sem WhatsApp. Sem Teams. Sem emails no telemóvel.
Mas já havia projetos para aprovar, clientes para atender e ideias para transformar em realidade.
Só havia um pequeno problema: para falar com a equipa era preciso carregar um tijolo com antena.
Gestão e Contabilidade, versão 1986.
Um computador para duas, dossiers em papel, telefone fixo e uma agenda que não sincronizava automaticamente com absolutamente nada.
Os meios mudaram.
A organização, os projetos e o “isto tem de ficar pronto quando?” continuam muito atuais.
Photoshop? Ainda não.
Em 1986, uma fotografia não levava dois cliques, um preset e “manda-me isso por WeTransfer”.
Era máquina na mão, rolo carregado e confiança de que a fotografia tinha ficado boa.
As ferramentas mudaram.
O olho para a imagem ficou.
Pantones, revistas, referências e zero Pinterest.
Em 1986, procurar inspiração dava um bocadinho mais de trabalho.
Mas uma coisa não mudou: entre cores, tendências e muitas ideias, por aqui já se pensava sempre no próximo projeto.
Good ideas. Better results. Desde sempre.
Antes do Ctrl+Z, havia coragem.
Três homens, um computador e provavelmente uma disquete com o projeto mais importante da semana.
Na Blink Eye de 1986, as ideias já eram grandes.
Os ecrãs é que eram um bocadinho mais pequenos.
Em 1986 não havia LinkedIn, Meta Ads ou reuniões por Teams… mas já havia muita conversa, muitas ideias e, provavelmente, muitos quilómetros atrás de novos projetos. Na Blink Eye dos anos 80 já sabíamos que, quando se fala em produção, publicidade e stands, o conceito de “levar pouca coisa” simplesmente não existe.
TRANSPORTE EXCECIONAL — ontem, hoje e provavelmente amanhã.
Produção em 1986: menos tecnologia, a mesma vontade de fazer acontecer.
Entre máquinas, ferramentas e muita mão na massa, alguém tinha de transformar as ideias bonitas do escritório em coisas reais.
Spoiler: continua a ser assim.