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19/05/2026

Um convívio que foi impulsionado pela Joana Linhares e que só foi possível pela presença de cada um. Obrigada 🤍joanalinh...
17/04/2026

Um convívio que foi impulsionado pela Joana Linhares e que só foi possível pela presença de cada um. Obrigada 🤍
joanalinhares .pinheiro.advogada .solicitador

Se o cliente não consegue resumir o problema rapidamente, ele também não consegue ver valor suficiente para entrar em co...
17/04/2026

Se o cliente não consegue resumir o problema rapidamente, ele também não consegue ver valor suficiente para entrar em contacto.

Muitos profissionais jurídicos comunicam pela área de prática, pelo tipo de serviço ou pelo nome técnico do trabalho que fazem. O cliente pensa na situação concreta que está a viver: o conflito, a dúvida, o medo, a urgência, a perda, o bloqueio.

Se essa situação não estiver clara na tua comunicação, o cliente não se vai reconhecer nos teus posts.
E se não se reconhece nela, não sente que aquele serviço foi feito para ele.

As pessoas não contratam “direito”. Contratam alívio, orientação, proteção, resolução e segurança. Quando consegues traduzir o teu trabalho num problema real e numa consequência real de não o resolver, tornas-te muito mais compreensível e muito mais relevante.

É por isso que a clareza vende mais do que a complexidade.
Não porque simplifica demais, mas porque aproxima.

Quanto mais rapidamente o cliente entende:
• qual é o problema;
• por que razão esse problema importa;
• e como tu o ajudas a resolver;
mais fácil se torna confiar em ti.

No fundo, a pergunta não é “explico bem a minha área?”.
A pergunta certa é: o meu cliente percebe, em poucos segundos, que eu sou a resposta para o problema dele?

O maior erro na comunicação jurídica não é técnico, é estratégico.Quando começa com “o artigo X diz…”, não está a inform...
15/04/2026

O maior erro na comunicação jurídica não é técnico, é estratégico.

Quando começa com “o artigo X diz…”, não está a informar e sim, está a afastar.

O cliente não procura artigos, procura respostas para problemas reais.

A lei tem valor, muito valor mas só depois de existir um contexto.

Primeiro vem a situação, depois a consequência.
Só no fim se necessário, a fundamentação jurídica.

É isto que separa conteúdo que demonstra conhecimento, do conteúdo que gera confiança e é a confiança que converte.

Posicionamento não é o que se diz que se faz, é o que o mercado percebe que resolves.Muitos profissionais jurídicos que ...
13/04/2026

Posicionamento não é o que se diz que se faz, é o que o mercado percebe que resolves.

Muitos profissionais jurídicos que me chegam tentam comunicar para todos e acabam por não ser relevantes para ninguém.

Querer ser generalista na mensagem é ser invisível na realidade.

Posicionares-te é escolher:
– quem queres atrair
– que problemas queres resolver
– e, sobretudo, o que decide deixar de fora

E esta última parte é sempre a mais difícil. A de excluir.

Posicionamento é foco e não, querer fazer mais.
É sobre ser lembrado por algo muito específico.

Num mercado saturado, não vence quem fala mais, vence quem é mais claro e clareza é uma decisão estratégica.

Os profissionais jurídicos sofrem de uma versão à venda de serviços e criação de conteúdo que advém de crenças que foram...
11/04/2026

Os profissionais jurídicos sofrem de uma versão à venda de serviços e criação de conteúdo que advém de crenças que foram impostas por anos e anos de limitações.

Contudo, comunicar é necessário em todas as áreas e a área jurídica não é exceção.

Comunicar na área jurídica é tornar o trabalho compreensível, acessível e relevante para quem precisa dele.

Quem comunica com clareza está a criar confiança, a educar o mercado e a abrir espaço para decisões mais conscientes.

Concordas com esta visão?

É tanto quanto polémico falar de marketing, comunicação, publicidade e afins na área jurídica.Eu trago a minha visão sob...
10/04/2026

É tanto quanto polémico falar de marketing, comunicação, publicidade e afins na área jurídica.

Eu trago a minha visão sobre o tema na esperança de que finalmente se entenda que criar conteúdo é uma obrigação e não uma violação às normas deontológicas.

Acredito que comunicar no setor jurídico é torná-lo mais claro, mais humano e mais relevante para quem precisa dele.Trab...
09/04/2026

Acredito que comunicar no setor jurídico é torná-lo mais claro, mais humano e mais relevante para quem precisa dele.

Trabalho para ajudar profissionais jurídicos a posicionarem-se com estratégia, sem recorrer a linguagem excessivamente técnica e a criarem uma comunicação que gera confiança, diferenciação e procura qualificada.

No direito, como em qualquer outra área, as pessoas não compram ap***s conhecimento. Compram segurança, clareza e a sensação de que estão no sítio certo.

Se faz sentido falar sobre posicionamento, conteúdo e comunicação jurídica de forma mais estratégica, estás no lugar certo.

Quando os números não são suficientes para comunicar de forma eficaz - 1mêsNa noite em que a depressão Kristin atravesso...
28/02/2026

Quando os números não são suficientes para comunicar de forma eficaz - 1mês

Na noite em que a depressão Kristin atravessou Portugal, o vento chegou aos 208 km/h. Árvores tombaram como papel, telhados voaram como p***s, as estradas ficaram bloqueadas. O ruído foi intenso e constante, mas o mais perturbador foi o contraste com a mensagem recebida horas antes:

“Vento intenso até 140 km/h nas próximas horas na sua região.”

Nada naquele aviso preparou as pessoas para o que vinha aí. Quando o perigo é reduzido a um número, a comunicação é ineficaz. Para muitos, 140 km/h não significa nada e foi exatamente aqui que a comunicação falhou.

Um vento de 208 km/h não é ap***s forte; é destrutivo, capaz de mudar uma cidade em minutos. Contudo, o alerta soou rotineiro - “mais uma tempestade”.

O problema não foi falta de dados, mas falta de tradução em realidade humana. Falou-se numa linguagem técnica quando era preciso explicar consequências reais. O resultado foram casas devastadas, carros destruídos, empresas afetadas e vidas viradas do avesso, não só pela tempestade, mas pela sensação de não terem sido verdadeiramente preparadas.

Comunicar tem que ser mais do que informar. É fazer se entender e agir. Porque entre 140 e 208 km/h não está ap***s a diferença entre números, mas entre prevenir… e lamentar.

Endereço

Leiria
2400-186

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