Hamlet B2B

Hamlet B2B A Hamlet é especialista em comunicação de marketing business-to-business

01/06/2026

Quando desenham as suas marcas, muitas empresas cometem este engano. Pensam na identidade como o mero equivalente da que temos no BI.

Um nome, uma cara, uma assinatura, alguns traços distintivos – e pouco mais.

Mas identidade não é só isso. A uma marca não basta identif**ar-se: tem de levar a que outros se identifiquem com ela.

E isto é bem mais fácil quando a marca começa por ser idêntica a si mesma. Quando o que diz é igual à experiência que proporciona. Quando a imagem que projeta fora corresponde à cultura que se vive dentro de portas.

A palavra identidade tem todos esses sentidos. E a identidade da sua marca será tão mais forte quanto mais levar em conta todos eles.

Se precisar de ajuda, fale com a Hamlet. https://hamlet.com.pt/

28/05/2026

TORNAR AS EMPRESAS MAIS PRODUTIVAS - COM POESIA?!

As empresas andam preocupadas com as pessoas. Têm Departamentos de Felicidade, investem em Employer Branding e eventos de Team Building. Tudo certíssimo. Mas, para o Paulo Condessa, costuma faltar um ingrediente. O hemisfério direito do cérebro – que ele propõe mobilizar com uma ferramenta pouco habitual nos escritórios: a poesia.

O Paulo começou começou a sua vida profIssional no marketing e na publicidade, mas acabou atraído para explorações muito diferentes. Foi da poesia ao espetáculo e daí ao trabalho com grupos para o cultivo da inteligência emocional, e do team building. É esse trabalho que quer levar também às empresas, onde defende que faz falta mais criatividade, mais vulnerabilidade, mais disponibilidade para brincar e arriscar.

O que o Paulo propõe é toda uma outra forma de estar na vida profissional. Com que benefícios? É o que vai descobrir nesta conversa.

Oiça o episódio e descubra:
- O que faz com que, no mundo, cerca de 80% das pessoas não se sintam envolvidas com o seu trabalho.
- O que faz da vulnerabilidade a nossa maior força.
- Como ter um propósito empresarial claro melhora o bem-estar e a motivação dos colaboradores.
- O que levou à mudança de foco do posicionamento para o propósito, como princípio estratégico, e que benefícios vêm dessa mudança.
- De que forma a poesia pode ser uma ferramenta para criar coesão, motivação e envolvimento dentro da empresa.

👉 Ouça o episódio completo carregando em: https://hamlet.com.pt/tornar-as-empresas-mais-produtivas-com-poesia-com-paulo-condessa/

👉 Siga Marketing Business-to-Business: o podcast em: https://open.spotify.com/show/59zOqi4YxA4FuI5G6vUNEm?si=beb3f291917e46f3&nd=1&dlsi=042e6046942941c7

27/05/2026

Já pensou como seria se os seus pais, quando decidiram ter filhos, tivessem escrito uma Declaração de Valores para orientar a sua educação?

Provavelmente teria palavras como Civilidade, Respeito, Cortesia.

Mas aposto que não fizeram isso. Preferiram ensinar-lhe esses comportamentos na prática.

Muitas empresas fazem ao contrário. Começam pela Declaração de Valores, que f**a no site a juntar pó. E vão à sua vida.

Entre estas duas abordagens, alguma dúvida sobre qual é a melhor?

Dito isto, longe de mim pensar que é inútil refletir sobre os princípios que queremos para a nossa empresa. É um primeiro passo. Mas, para levar a algum lado, falta o mais difícil: transformá-los em hábitos.

O que implica decidir, em concreto, que hábitos serão esses, e como serão treinados e reforçados. Através de que práticas, processos e formas de comunicação interna?

É mais fácil dizer do que fazer, eu sei.

Mas, sem isso, os tais Valores serão, como na maior parte das empresas, letra morta.

26/05/2026

Um dos temas que mais me têm interessado nos últimos tempos é o da cultura empresarial.

Porquê? Porque cada vez mais me parece claro o quanto a cultura é, para muitas empresas, um ponto cego.

Um ponto entre o que são e o que o que declaram ser.

Entre o que prometem a clientes ou colaboradores e o que de facto entregam. Não por falta de recursos ou de estratégia, mas porque, no dia a dia, tropeçam nos seus próprios hábitos.

Uma segunda razão é que a cultura, se já era uma pedra no caminho para tantas lideranças, com a revolução da IA tenderá a sê-lo ainda mais.

Por conta disso, quase não tem havido episódio de Marketing Business-to-Business – o podcast em que não procure ouvir os meus incríveis convidados sobre temas de cultura empresarial.

Neste caso foi o Luís Paulo Salvado – que, com os anos que leva à frente da e da , certamente tem algo a dizer sobre o assunto.

Como, aliás, sobre muitos outros assuntos. Ouça a conversa completa aqui: https://hamlet.com.pt/116-a-transformacao-da-inteligencia-artificial-humana-com-luis-paulo-salvado/

25/05/2026

Dizem que a cultura de uma empresa é composta pelos seus valores. E quem sou eu para dizer que não?

Só que, em torno da palavra “valores” sempre me pareceu haver um mal-entendido.

Quando ouço falar de valores, parece-me sempre que estão a falar de grandes princípios morais – daqueles tão altissonantes que parecem mesmo feitos para não cumprir.

E, olhando para a cultura real das empresas, não me parecem que sejam esses excelsos valores os que de facto as guiam.

Ainda bem que “valor” também quer dizer, simplesmente, algo que se valoriza.

Por exemplo, há empresas que valorizam chegar a horas, cumprir regulamentos, fazer by the book. Enquanto há outras, igualmente boas (ou más), que valorizam bem mais a informalidade, a velocidade, a capacidade de adaptação.

Esses são os valores que compõem de facto a cultura de uma empresa. E convém conhecê-los, se queremos que essa cultura, com os pontos fortes que tiver, esteja na base de uma verdadeira identidade.

Este é um tema que se tornará cada vez mais importante nos próximos tempos, à medida que vá f**ando claro que o maior gargalo à transformação pela IA não está na tecnologia – mas na cultura.

Por isso, se a sua empresa ainda não parou para analisar com cuidado que cultura é a sua, e quais são os valores reais que a sustentam, o melhor é não estar muito mais tempo à espera.

22/05/2026

O melhor resultado de um trabalho de branding bem feito nem sempre é o óbvio: um logótipo, uma identidade visual, uma linguagem, uma linha de comunicação.

É que, para chegar a uma verdadeira identidade de marca, é preciso fazer muitas perguntas.

E, no processo, a empresa às vezes descobre que faltam respostas para algumas. Às vezes, para as mais essenciais.

Por exemplo: para onde exatamente queremos ir – e porquê?

Há vezes em que essas respostas não faltam, pelo contrário: são demasiadas. Cada sócio, ou área da empresa, tem a sua. E não apontam para o mesmo sítio.

É caso para falar em conflito de identidade. O que, bem aproveitado, transforma a reflexão sobre a marca numa espécie de terapia.

O que começa como um problema de marketing e comunicação desagua numa reflexão muito mais profunda – e bem-vinda – sobre a cultura da empresa. E sobre o próprio negócio.

O que só é surpreendente para quem nunca pensou a sério no que realmente signif**a uma marca.

Será altura de falarmos sobre a sua?

21/05/2026

Nas empresas B2B, gostamos de medir tudo.

Margens, tempos de ciclo, custo por lead.

Mas há coisas que importam e que não aparecem em nenhum dashboard.

A cultura não se mede e o custo real de perder um colaborador também não — e por isso raramente são levados a sério até ser tarde demais.

Tony Ventura, CEO da Somengil, fala neste episódio sobre como atrair e reter talento num setor altamente competitivo. Mas também sobre como o próprio produto se pode tornar num canal de comunicação contínuo com o utilizador final — e sobre o papel do marketing quando se trata de abrir mercado para um produto que é quase uma categoria à parte.

👉 Oiça o episodio completo aqui: https://hamlet.com.pt/inovacao-portuguesa-sucesso-global-com-tony-ventura/

20/05/2026

Há empresas de comunicação que conseguem fazer isso.

Recebem um pedido do cliente. E, dias depois, entregam a encomenda prontinha: identidade, plano de comunicação, campanhas, tudo.

E o que é melhor: sem chatear o cliente com perguntas.

Se têm resultados? Claro.

Marcas que prometem o que não consegue entregar. Marcas que não se percebe bem o que prometem. Marcas iguais a 30 concorrentes.

A fórmula para resultados tão rápidos? Tratar a identidade como cosmética. Como fachada.

Não é a receita que seguimos na Hamlet. Sabemos que, para chegar a uma identidade, é preciso cavar um bocado. Conhecer as forças, as fraquezas, a cultura, a diferença real.

Isso implica, claro, fazer muitas perguntas. Ouvir clientes, parceiros, colaboradores. Só depois comunicar.

Porque uma identidade de marca não se constrói. Revela-se.

(Já passou por uma situação destas? Eu adoraria saber.)

O livro foi escrito em 1986, por um empresário que já morreu. É sobre uma empresa que perdeu a importância que tinha. E ...
19/05/2026

O livro foi escrito em 1986, por um empresário que já morreu. É sobre uma empresa que perdeu a importância que tinha. E sobre um país que, desde então, estagnou.

Com tantas transformações importantes e urgentes a acontecer no mundo hoje, porque é que alguém se interessaria por um livro assim? No caso de Made in Japan, de Akio Morita, é simples: as questões que levanta nunca foram tão atuais.

Veja o artigo completo em: https://hamlet.com.pt/made-in-japan-porque-ler-um-livro-de-negocios-dos-anos-80-hoje/

14/05/2026

A EXPERIÊNCIA DO CLIENTE: O DIFERENCIAL DECISIVO PARA AFASTAR-SE DA CONCORRÊNCIA

É difícil encontrar uma empresa que não declare pôr o cliente no centro – mas, como clientes, sabemos que raramente é o caso. Ainda bem que há pessoas empenhadas em que essa promessa comece de facto a ser cumprida. Neste episódio, João Filipe

Torneiro, Diretor Executivo da Associação DEC Portugal, ensina-nos o que realmente implica focarmo-nos na experiência do cliente: uma transformação que envolve processos, cultura, tecnologia e, sobretudo, as pessoas.

Autor do livro Rota de Valor, o João Filipe combina uma formação em engenharia com uma carreira muito destacada em marketing e gestão, o que lhe dá uma perspetiva particularmente interessante sobre como ligar estratégia, execução e criação de valor real para o cliente.

Nesta conversa, exploramos o que signif**a, na prática, trabalhar a experiência do cliente tanto em contextos B2C como B2B. Descobrimos onde falham muitas iniciativas que f**am pela superfície. E discutimos o papel da cultura, da comunicação e da tecnologia, incluindo a inteligência artificial, na construção de experiências que fazem a diferença.

Ouça o episódio e descubra:
- Como distinguir as empresas que trabalham a experiência do cliente das que apenas falam nisso
- Como usar as métricas para passar das intenções aos resultados
- Como a experiência do colaborador determina a experiência do cliente
- O que é, de facto, a cultura de uma empresa – e qual é o seu impacto na experiência do cliente
- Como aplicar a lógica Account-Based Marketing à experiência do cliente em contextos de venda complexa
- Como garantir que iniciativas de melhoria da experiência não morrem antes de criar impacto real

👉 Oiça o podcast completo aqui: https://hamlet.com.pt/119-experiencia-do-cliente-com-joao-filipe-torneiro/

👉 Siga o Marketing Business-to-Business o podcast aqui: https://open.spotify.com/show/59zOqi4YxA4FuI5G6vUNEm

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