Hamlet B2B

Hamlet B2B A Hamlet é especialista em comunicação de marketing business-to-business

A adoção da IA em larga escala não implica apenas um tremendo desafio tecnológico e de gestão. É também um desafio ident...
03/09/2026

A adoção da IA em larga escala não implica apenas um tremendo desafio tecnológico e de gestão. É também um desafio identitário e cultural, que afeta o próprio sentido do trabalho e, com ele, a motivação e o envolvimento das organizações. Para a maior parte das empresas, pensar nisto ainda não é uma prioridade. Mas deveria.

Leia o artigo completo em: https://hamlet.com.pt/a-ia-entra-na-empresa-o-que-acontece-a-cultura/

01/09/2026

“Um vendedor é um ajudador.”

A formulação do José Carlos Pereira, neste episódio de Marketing Business-to-Business – o podcast, não se aplica só a quem tem a função de comercial no cartão de visitas.

Vale também para aquele membro da sua equipa de vendas que dá pelo nome de marketing.

Nesse campo, aliás, é até um critério simples para separar o bom do mau.

O seu marketing está a ajudar o potencial comprador lado a tomar uma decisão mais informada?

Se a resposta for sim, está a cumprir o seu papel. Mesmo que o resultado (imediato) não seja uma venda.

👉 Ouça o episódio completo com José Carlos Pereira em https://hamlet.com.pt/88-a-necessidade-de-compra-e-logica-mas-a-decisao-e-emocional-com-jose-carlos-pereira/, e descubra:
- De onde vem o divórcio entre marketing e vendas, que se verif**a em tantas empresas, e como evitá-lo.
- Como usar os conteúdos digitais para que os clientes venham bater à sua porta, em vez de ser você a bater às deles.
- Como é o típico processo de compra B2B na era digital e como fazer com que funcione a seu favor.
- Como construir um contexto de comunicação que permita aumentar a sua taxa de conversão, diminuir o tempo de fecho e ainda cobrar mais pelos seus produtos e serviços.
- O que são Customer Performance Indicators, e como usar este e outros indicadores para aumentar a integração e a eficácia dos departamentos de marketing e vendas.

Já reparou? De repente todas as empresas desataram a falar de cultura.  Diretores de RH agora são "People and Culture Of...
27/08/2026

Já reparou? De repente todas as empresas desataram a falar de cultura.

Diretores de RH agora são "People and Culture Officer". Os de marketing, "Brand Culture Director".

Mas será que todas estas organiza­ções têm, de facto, uma cultura que possam chamar de sua?

Feiquei a pensar nisso quando estava a preparar o episódio de Marketing Business-to-Business – o podcast com a Thais Guapyassu, da Revolut, que vai sair em breve.

Pesquisando sobre a empresa, fui parar à página da Cultura, onde estão listados os 5 valores da empresa.

Enquanto lia, ocorreram-me dois pensa­mentos. O primeiro:

"Uau! Esta declaração de valores é incrível. Nada de lugares comuns, como ‘Confiança’, ‘Dedicação no cliente’ ou que tais. São diretrizes con­cretas, que permitem de facto saber se um comportamen­to está ou não alinhado com a cultura.

Mas, ao mesmo tempo:

"Estes valores sugerem um ambiente muito competitivo, muito rápido. Não é toda a gente que se encaixa numa cultura assim."

Falar de cultura está na moda. Mas desconfio que, para muita gente nas empresas, “cultura” signif**a uma coisa fofinha: aquele ambiente acolhedor onde todos se sentem bem.

Acontece que de uma cultura se pode dizer o mesmo que de uma mar­ca. Se a sua agrada e atrai toda a gente, provavelmente não cria uma ligação visceral com ninguém.

Qualquer cultura a que pertençamos – seja a do país, a do clube do coração ou a da empresa – passa a fazer parte da nossa identidade. Define-se (e define-nos) não só pelos traços que inclui, mas pelos que rejeita.

Uma identidade genérica interessa a alguém? Nem pode: é uma contradição em termos.

Já agora: que tipo de pessoas a cultura da sua empresa deliberadamente exclui – não porque haja algo de errado com elas, mas simplesmente porque não encaixam (e não se sentiriam bem) no que a empresa quer ser?

Se a resposta for difícil, talvez a sua cultura esteja a precisar de uma refocagem.

25/08/2026

MILHARES DE VIEWS, INTERAÇÕES, FÃS. INTERESSA-LHE? O JOÃO ENSINA COMO SE FAZ.

Vivemos num mundo em que produzir e distribuir conteúdo nunca foi tão fácil: conseguir que esse conteúdo seja visto, gere interações e envolvimento é que são elas. Não admira que, para as marcas, quem consegue fazer isso de forma consistente se torne um ativo extremamente valioso. É o caso do convidado deste episódio.

O João Kopke já conversou comigo aqui no podcast, já lá vão 6 anos – mas o convite para repetir não vem só de termos o mesmo nome. Na verdade, é um disco pedido pelos nossos ouvintes. Dono de uma audiência de milhares de fãs, que vão de crianças e adolescentes aos seus pais e avós, e cada vez mais requisitado pelas marcas, o João tem muito a ensinar a quem tem o desafio diário de captar a atenção de consumidores, clientes ou qualquer outro público.

Neste episódio, o João revela-nos alguns dos seus segredos sobre como conciliar qualidade e volume na produção de conteúdos, como se entender com os algoritmos, como e para quê usar a inteligência artificial. E, porque o trabalho do João também tem um lado B2B importante, conta-nos também como faz para se tornar incontornável junto de quem paga o seu trabalho: as marcas.

Ouça o episódio e descubra:
-Como produzir conteúdo em quantidade sem ter de inventar a roda a cada vez
-Que métricas escolher para perceber se um conteúdo funcionou
-O valor das fórmulas: quando as usar e quando as descartar
-O segredo para prender a atenção mesmo em conteúdos longos
-Os erros que a sua marca deve evitar quando trabalha com influenciadores e criadores de conteúdos
-Como a IA pode ajudar na produção de conteúdos, e quando atrapalha

👉 Ouça o podcast aqui: https://hamlet.com.pt/122-milhares-de-views-interacoes-fas-interessa-lhe-o-joao-ensina-como-se-faz/

20/08/2026

Em que fase está a sua empresa: ainda na fase das pipocas, como diz o Hugo de Sousa? Ou já abraçou o novo paradigma criado pela IA?

Não é a primeira vez que uma nova tecnologia deixa alguns para trás. A diferença, desta vez, é que o jogo está a mudar depressa.

E f**ar para trás pode ser sinónimo de sair da corrida.

Neste episódio, Hugo de Sousa fala sobre inovação, inteligência artificial e sobre a importância de não f**ar apenas a assistir à mudança.

É uma conversa daquelas que vale a pena ouvir inteira. Se preferir, com pipocas a acompanhar.

👉 Oiça o podcast completo em: https://hamlet.com.pt/91-a-melhor-estrategia-para-a-inovacao-e-ter-coragem-com-hugo-de-sousa/

13/08/2026

“SE DER ERRADO, VOU EMBORA”. A ANTI-FÓRMULA DE SUCESSO DE UM MULTIEMPREENDEDOR SEM MEDO DE FAZER DIFERENTE.

O convidado deste episódio veio do Brasil para Portugal com 21 aninhos, zero experiência profissional, e a primeira coisa que fez foi criar a primeira agência de marketing de guerrilha do país. A partir daí, fez uma série de projetos incríveis para grandes marcas, competindo de frente com as agências estabelecidas do setor. E nunca mais parou.

Hoje, muitas campanhas, resultados e prémios depois, a única coisa que o André Rabanéa parece não ter conseguido é pentear o cabelo. E apesar de, no estilo, corresponder até hoje ao estereótipo do criativo rebelde, tornou-se um multiempreendedor, com empresas e projetos em vários países, consultor de diversas empresas e com muito para nos ensinar.

Eu, pelo menos, não só aprendi como me diverti ao longo de toda a conversa. É daquelas que vale a pena guardar e ouvir de novo de vez em quando.

Ouça o episódio e descubra:
- O que pode dizer a si próprio sempre que lhe surgir o medo de arriscar
- O truque para vender ao seu cliente (ou CEO) as ideias mais arriscadas e fora da caixa
- Como transformar a marca individual do líder em cultura de empresa (para que a empresa possa funcionar sem ele)
- Como saber se a sua empresa tem ou não uma cultura forte e distintiva
- Na implementação de uma ideia arriscada, como lidar com o que pode correr mal

👉 Ouça o podcast aqui: https://hamlet.com.pt/121-sem-medo-de-fazer-diferente-com-andre-rabanea/

A proposta, que chegou por WhatsApp, era mesmo essa.“Somos uma empresa de design. Estive a ver o site da vossa empresa, ...
11/08/2026

A proposta, que chegou por WhatsApp, era mesmo essa.

“Somos uma empresa de design. Estive a ver o site da vossa empresa, e acho que precisa de umas melhorias”. Eu, com os meus botões, concordei.

“Quer uma proposta de reformulação? É sem compromisso e sem custos. Entregamos amanhã”.

A moça que mandava a mensagem certamente não tinha reparado que a Hamlet é uma empresa de comunicação de marketing. E que, entre outras coisas, fazemos sites para os nossos clientes.

Mas, se é sem compromisso e sem custos, tudo bem. Mandem lá essa proposta.

A moça, não pediu um briefing, não quis saber sobre objetivos nem desafios de negócio.

No dia seguinte, às 7 da noite, nova mensagem. “Surgiu-nos muito trabalho e não tenho ainda a proposta pronta. Posso enviá-la até às 23h?”

Uau. Isso é que é. Mas não, eu não tinha tanta pressa. Disse-lhe para ir descansar e que entregasse a proposta quando conseguisse.

E a proposta lá chegou, uns dias depois. Era um site com boa cara, e com mensagens perfeitamente legítimas para uma empresa de comunicação. Só não tinha nada a ver connosco, mas pronto.

O exemplo é caricatural – ainda que tenha acontecido exatamente assim. Mas ilustra bem o que vai acontecer cada vez mais, à medida que mais gente vai descobrindo as possibilidades da IA.

Será que essa empresa de design, obviamente sem grande know-how, consegue vender algum site dessa forma?

Acredito que sim. E acredito que, para quem não tem motivos ou meios para exigir mais, até seja uma ótima notícia. É melhor ter uma presença digital genérica, mas com ar profissional, do que nenhuma, certo?

O receio é a moda pegar mesmo junto de empresas e marcas que têm os recursos, e certamente têm motivos, para exigir mais.

Para que gastar tempo com briefings, reflexões, revisões, quando basta estalar os dedos e o site está pronto? E quem diz o site diz o artigo, o plano editorial, a campanha, a estratégia de negócio, o que se quiser.

E é para amanhã. Quer que lhe mande uma proposta?

Aqui na Hamlet já nos tem aconte­cido algumas vezes. E, se a sua empresa presta algum tipo de aconselhamento, aposto que...
06/08/2026

Aqui na Hamlet já nos tem aconte­cido algumas vezes. E, se a sua empresa presta algum tipo de aconselhamento, aposto que já lhe aconteceu também.

O cliente liga porque tem um problema complexo para resolver. E, após muitas reuniões, comissões, discussões internas, finalmente decidem pedir ajuda de fora.

Na primeira reunião você chega com o tablet a postos, pronto para tomar muitas notas. Mas, mal ouve a descrição do desafio, uma frase lhe vem à cabeça:

"Estão a tentar resolver o problema errado".

O que acontece depois tem algo de ritual, e algo de desencargo de consci­ência: “vamos lá seguir o processo”.

Fazem-se entrevistas, compilam-se informações, analisam-se dados. Mas, no fim, a sua primeira impres­são prevalece. Estavam a resolver o problema errado.

Muda-se a pergunta, e a solução, que era tão complicada, f**a óbvia.

Signif**a que o cliente era estúpi­do, e nós superiormente perspicazes?

Não. Signif**a apenas que, quando estamos dentro de um problema, é muito fácil perdermos a perspectiva.

Se não houvesse nenhuma outra razão para, de vez em quando, convocar um olhar externo sobre algum problema bicudo da sua empresa, esta bastaria.

Um olhar externo quase sempre ajuda, só por ser isso mesmo: externo.

Se algum dos problemas bicudos da sua empresa passar pela comunicação (especialmente se for B2B), a Hamlet terá o maior gosto em trazer esse olhar.

Os nossos clientes têm dito que ajuda. Veja o que alguns deles comentam sobre nós em https://hamlet.com.pt/o-que-dizem-de-nos/

04/08/2026

Das muitas competências que fazem falta a um profissional de marketing, haverá alguma mais importante que perceber o comportamento humano?

É por isso que este episódio de Marketing Business-to-Business – o podcast é tão interessante.

O convidado é o Paulo Finuras: sociólogo, consultor, autor de vários livros e especialista em cruzar as ciências sociais com a biologia evolutiva para entender tudo o que diz respeito ao ser humano.
Incluindo o que nos faz comprar ou não comprar, reagir ou f**ar indiferente às provocações de uma marca.

Ouça o episódio e descubra também:
- Como a biologia evolutiva explica algumas decisões aparentemente irracionais dos clientes B2B.
- O segredo para construir confiança num ambiente de negócios instável.
- A estratégia para contornar a resistência natural do cérebro e acelerar a adoção de mudanças na sua organização.
- Como usar os instintos biológicos para reter o melhor talento.
- Como criar uma predisposição favorável antes mesmo de o cliente racionalizar a compra.
- Como compreender a biologia do cliente permite rever para cima a sua tabela de preços.

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Lisbon

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