A Propósito de Quase Tudo

A Propósito de Quase Tudo Apontamentos, comentários e OPINIÕES sobre política, economia, educação, sociedade e cultura.Reflexões e contradições sobre o modelo social.

Ser contra o turismo desregrado não é xenofobia é estarmos fartos delesA afluência massiva e descontrolada de visitantes...
08/06/2026

Ser contra o turismo desregrado não é xenofobia é estarmos fartos deles

A afluência massiva e descontrolada de visitantes gera impactos profundos e prejudiciais para as comunidades residentes. É o turismo desregrado. É como um polvo que abraça as cidades. Há temas que, quando abordados sem cuidado e utilizam palavras menos acauteladas podemos, de imediato, ser conotados como difusores de discursos de ódio. Cai-se no exagero. Não podermos estar contra algo sem que sejamos logo declarados como racistas, xenófobos, entre outros. Ser pelo controle de imigração, ou contra o turismo excessivo, por exemplo, vêm logo alguns com acusações de racismo, xenofobia, e outros impropérios....

A afluência massiva e descontrolada de visitantes gera impactos profundos e prejudiciais para as comunidades residentes. É o turismo desregrado. É como um polvo que abraça as cidades. Há temas que,…

Apelo de Passos Coelho sobre o mercado laboral. “Todos não serão demais para pôr em cima da mesa propostas de solução qu...
04/06/2026

Apelo de Passos Coelho sobre o mercado laboral. “Todos não serão demais para pôr em cima da mesa propostas de solução que tornem realmente a nossa economia (…) numa economia mais produtiva, mais competitiva”.
Digo eu: será que a produtividade e a competitividade da nossa economia está exclusivamente no mercado laboral e que nada há mais a mudar?
Pode ser que a iliteracia política e económica do povo português seja fraca, mas que não é estúpido, lá isso não é!

31/05/2026

Medvedev avisa Europa de que "sonhos de paz acabaram" após ataque de drone na Roménia. Querem saber mais perguntem a Trump que ele responde conforme o interesse do seu amigo Putin.

17/05/2026

O último texto que publiquei foi sobre o “Elogio da Loucura” de Erasmo, discurso satírico onde estabeleci uma comparação entre a personagem Loucura com o Presidente Donald Trump. Lembrei-me, entret…

Calígula versão século XXIO último texto que publiquei foi sobre o “Elogio da Loucura” de Erasmo, discurso satírico onde...
17/05/2026

Calígula versão século XXI

O último texto que publiquei foi sobre o “Elogio da Loucura” de Erasmo, discurso satírico onde estabeleci uma comparação entre a personagem Loucura com o Presidente Donald Trump. Lembrei-me, entretanto, de fazer um texto idêntico, mas de comparação com Calígula imperador romano entre os anos de 37 a 41 DC. Há também quem o compare a Nero. Vamos ficar por Calígula e mergulhemos numa comparação entusiasmada entre Donald Trump e uma das figuras mais notórias da história: e o Imperador Calígula! Escrever várias vezes sobre Trump parece uma obsessão, mas não....

O último texto que publiquei foi sobre o “Elogio da Loucura” de Erasmo, discurso satírico onde estabeleci uma comparação entre a personagem Loucura com o Presidente Donald Trump. Lembrei-me, entret…

A retórica do excesso ou a Loucura em TrumpO lema de Trump é se “não tens quem te elogie elogia-te a ti mesmo”. Pergunto...
09/05/2026

A retórica do excesso ou a Loucura em Trump

O lema de Trump é se “não tens quem te elogie elogia-te a ti mesmo”. Pergunto a quem resolveu parar aqui por curiosidade do texto conhecerá e terá lido a obra de Erasmo de Roterdão o “Elogio da Loucura” escrita em 1509? Não? Não se preocupe. Terão sido poucos os que já o leram! O “Elogio da Loucura” é um discurso satírico em que a própria Loucura é personificada e fala na primeira pessoa para mostrar, com ironia, que grande parte da vida humana, da amizade à política, da religião ao amor, depende dela mais do que da razão....

O lema de Trump é se “não tens quem te elogie elogia-te a ti mesmo”. Pergunto a quem resolveu parar aqui por curiosidade do texto conhecerá e terá lido a obra de Erasmo de Roterdão o “Elogio da Lou…

Israel e Gaza resposta desproporcionadaUma comissão de inquérito das Nações Unidas concluiu que Israel e o Hamas cometer...
04/05/2026

Israel e Gaza resposta desproporcionada

Uma comissão de inquérito das Nações Unidas concluiu que Israel e o Hamas cometeram crimes de guerra. Os investigadores do Conselho de Direitos Humanos da ONU dizem que não há inocentes neste conflito e responsabilizam quer o Hamas, quer Israel, pela violação do Direito Internacional. Ver video em: Mosaico de Temas sobre Quase Tudo: Israel e Gaza resposta desproporcionada Tal vem a propósito de no dia 29 de abril, o colunista do Observador, João Marques de Almeida, ter publicado um artigo intitulado “Sim, sou pró-Israel”, cujo lead…...

Uma comissão de inquérito das Nações Unidas concluiu que Israel e o Hamas cometeram crimes de guerra. Os investigadores do Conselho de Direitos Humanos da ONU dizem que não há inocentes neste confl…

“Entre sorrisos e evasivas” a entrevista a Paulo RangelNa grande entrevista concedida à RTP1, a 29 de abril, Paulo Range...
04/05/2026

“Entre sorrisos e evasivas” a entrevista a Paulo Rangel

Na grande entrevista concedida à RTP1, a 29 de abril, Paulo Rangel voltou a demonstrar aquilo que muitos identificam como a subserviência de Portugal perante determinados poderes externos — uma postura lamentável, embora recorrente nas suas intervenções públicas, e não apenas no que diz respeito ao dossiê das Lajes. A diplomacia não se constrói com evasivas nem com o receio de enfrentar questões difíceis; constrói‑se com clareza, frontalidade e sentido de responsabilidade política. O senhor ministro fala com desenvoltura e aparente eloquência, mas o conteúdo das suas palavras revela‑se escasso. Como se costuma dizer em contexto jurídico, “quanto aos factos, nada disse”....

Na grande entrevista concedida à RTP1, a 29 de abril, Paulo Rangel voltou a demonstrar aquilo que muitos identificam como a subserviência de Portugal perante determinados poderes externos — uma pos…

Na grande entrevista concedida à RTP1, a 29 de abril, Paulo Rangel voltou a demonstrar aquilo que muitos identificam com...
04/05/2026

Na grande entrevista concedida à RTP1, a 29 de abril, Paulo Rangel voltou a demonstrar aquilo que muitos identificam como a subserviência de Portugal perante determinados poderes externos — uma postura lamentável, embora recorrente nas suas intervenções públicas, e não apenas no que diz respeito ao dossiê das Lajes. A diplomacia não se constrói com evasivas nem com o receio de enfrentar questões difíceis; constrói se com clareza, frontalidade e sentido de responsabilidade política.
O senhor ministro fala com desenvoltura e aparente eloquência, mas o conteúdo das suas palavras revela se escasso. Como se costuma dizer em contexto jurídico, “quanto aos factos, nada disse”. Nem o sorriso persistente nem o momento do olhar direto para as câmaras conseguiram disfarçar a ausência de respostas concretas ou de posições claramente assumidas.
É verdade que esta atitude de subordinação não é recente, vem de longe. Mas, no momento presente, assume contornos particularmente penosos, para não dizer inquietantes. Importa, por isso, colocar a questão essencial: com quem queremos nós comparar nos enquanto país? Com Estados enfraquecidos, resignados à tutela de uma potência dominante, ou com países que, mesmo sob pressão, souberam adotar uma posição autónoma, coerente com as suas convicções, relativamente ao ataque ao Irão levado a cabo por um líder movido pelo fanatismo do poder e da riqueza?
Serão esses países, que recusaram alinhar nas estratégias do presidente Trump em torno da invasão do Irão, defensores do regime iraniano ou cúmplices do terrorismo que esse regime tem promovido? A pergunta é tão legítima quanto esclarecedora. Confundir planos distintos sejam eles ideológicos, políticos e diplomáticos é um erro frequente e conveniente, mas profundamente enganador. Explicações ambíguas ou deslocadas apenas servem para fugir à questão central.
Não nos admiraríamos que, caso Portugal se recusasse ceder o apoio da base das Lajes aos EUA, o presidente Trump propusesse a compra da Base ou, até invadisse os Açores para se apropriar dum local estratégico.
Como bem resume o senso comum: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

…Então o diabo conduziu Trump a um avião que viajou muito alto e, mostrando-lhe todas as nações do Mundo com as suas riq...
20/04/2026

…Então o diabo conduziu Trump a um avião que viajou muito alto e, mostrando-lhe todas as nações do Mundo com as suas riquezas, disse-lhe: «Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.» Respondeu-lhe Trump: «Estou ao teu dispor se tal me concederes.» Então o diabo abraçou-o e disse-lhe: «Estarei sempre contigo.» Então, Trump, prestou-lhe culto.

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