Héricka Santos

Héricka Santos Transforma o Conhecimento que já tens em Produtos Digitais e cria uma fonte de rendimentos extra.

E existe uma diferença enorme entre as duas coisas.Estar firme não significa que não dói. Não significa que você já supe...
17/09/2026

E existe uma diferença enorme entre as duas coisas.

Estar firme não significa que não dói. Não significa que você já superou, que não tem medo ou que está conseguindo lidar com tudo tão bem quanto parece.

Às vezes, significa apenas que, apesar do que está acontecendo por dentro, você decidiu continuar.

Mas há um cuidado importante aqui: estar firme não pode se transformar na obrigação de parecer forte o tempo inteiro.

Você pode continuar e precisar de colo.
Pode sorrir e estar cansada.
Pode cumprir as suas responsabilidades e, ainda assim, precisar de ajuda.
Pode ser forte e admitir que alguma coisa está difícil demais para carregar sozinha.

Nem toda força faz barulho.

E nem todo sorriso é felicidade.

Às vezes, é apenas a forma silenciosa de alguém dizer:

“Hoje eu ainda não estou bem. Mas continuo aqui.”

Há fases da vida em que tudo parece mais difícil de enxergar.Você não sabe exatamente para onde está indo, questiona dec...
14/09/2026

Há fases da vida em que tudo parece mais difícil de enxergar.

Você não sabe exatamente para onde está indo, questiona decisões que antes pareciam certas e, às vezes, começa até a duvidar da própria capacidade de continuar.

Mas existe algo que só percebemos depois: algumas das nossas maiores forças foram construídas justamente nos períodos em que não nos sentíamos fortes.

Não porque o sofrimento seja necessário para crescer. Nem porque toda dor tenha uma lição escondida.

Mas porque, diante daquilo que não escolhemos, ainda podemos escolher o que fazemos a partir dali.

Podemos descobrir recursos que nunca tínhamos precisado acessar. Rever prioridades. Desenvolver limites. Pedir ajuda. Mudar de direção. Ou simplesmente perceber que conseguimos atravessar algo que, enquanto vivíamos, parecia impossível.

Talvez seja esse o sentido de dizer que “as noites mais escuras produzem as estrelas mais brilhantes.”

Não é romantizar a escuridão.

É reconhecer que ela também pode revelar uma luz que, em dias claros, você ainda não sabia que tinha.

E, às vezes, enquanto você está atravessando a noite, ainda não consegue enxergar quem está se tornando no processo.

Quanto mais o Instagram entende o que interessa a cada pessoa, menos sentido faz criar conteúdo tentando “agradar ao alg...
12/09/2026

Quanto mais o Instagram entende o que interessa a cada pessoa, menos sentido faz criar conteúdo tentando “agradar ao algoritmo”.

Na segunda parte da sua série sobre ranking, Adam Mosseri acrescentou uma informação importante à conversa sobre engagement: o Instagram também procura valorizar originalidade, recência e conteúdos capazes de superar as expectativas de distribuição, enquanto continua tornando os seus modelos de IA mais sofisticados.

Para mim, isso reforça uma mudança importante na forma como deveríamos pensar estratégia de conteúdo.

Originalidade não significa inventar um assunto sobre o qual ninguém nunca falou. Significa ter algo seu naquilo que publica, em vez de construir presença reproduzindo ideias, formatos e conteúdos de outras pessoas.

Recência não significa abandonar conteúdos evergreen para correr atrás de todas as tendências. Significa perceber que, quando uma conversa relevante está acontecendo no seu mercado, o momento em que você entra nela também pode importar.

E talvez o ponto mais interessante: o seu número de seguidores não precisa funcionar como teto para o alcance.

O Instagram pode testar um conteúdo de uma conta pública com pessoas que ainda não seguem aquele criador e ampliar a distribuição quando ele supera as expectativas.

Isso cria oportunidade, mas também aumenta a exigência sobre aquilo que publicamos.

Porque a plataforma pode encontrar pessoas para mostrar o seu conteúdo.

Mas ainda é o conteúdo que precisa justificar por que elas deveriam parar, continuar, compartilhar — e querer ouvir você novamente.

Por isso, cada nova explicação sobre o algoritmo me faz pensar menos em “hacks” e mais numa pergunta muito mais útil:

Se o Instagram ampliar a oportunidade de distribuição do meu próximo conteúdo, a ideia que eu coloquei ali está preparada para aproveitá-la?

Talvez seja essa a pergunta que vale levar para o seu próximo post.

11/09/2026

Ter mais alcance não significa, automaticamente, ter mais audiência.

O Instagram pode colocar o seu conteúdo diante de milhares de pessoas que nunca ouviram falar de você. Segundo Adam Mosseri, a plataforma chega a testar conteúdos de contas públicas com não seguidores e pode ampliar a distribuição quando eles superam as expectativas.

Isso significa que os seus seguidores não são o teto do seu alcance.

Mas existe uma parte dessa conversa que me interessa ainda mais: o que acontece depois que você alcança essas pessoas?

Porque visualização é contato. Audiência exige continuidade.

Uma pessoa pode assistir a um Reels seu hoje e nunca mais lembrar que você existe. Ou pode parar, prestar atenção, reconhecer uma perspectiva diferente, visitar o seu perfil e, com o tempo, começar a escolher o seu conteúdo entre tantos outros.

É aí que alcance começa a se transformar em audiência.

Por isso, quando penso em conteúdo, não penso apenas: “Como faço isto chegar a mais pessoas?”

Penso também: “Quando chegar, o que fará alguém querer continuar me ouvindo?”

Viralizar pode aumentar a sua exposição. Mas construir autoridade exige que, depois de encontrar você, as pessoas tenham motivos para lembrar de você, voltar e confiar no que você tem a dizer.

No fim, talvez a métrica mais interessante não seja apenas quantas pessoas você conseguiu alcançar.

É quantas começaram a prestar atenção depois que você as alcançou.

11/09/2026

Uma conta pequena pode alcançar milhões de pessoas. Mas essa não é a parte mais interessante desta história.

Adam Mosseri explicou que o Instagram pode testar um conteúdo de uma conta pública com pessoas que ainda não seguem aquele criador. Se a resposta é positiva e o conteúdo supera as expectativas, a distribuição pode aumentar progressivamente.

É uma oportunidade enorme para quem ainda está construindo presença no digital.

Mas também muda a forma como deveríamos pensar a criação de conteúdo.

Durante muito tempo, muitos especialistas criaram como se estivessem falando apenas com quem já os conhece. Fazem referências a conversas anteriores, partem do princípio de que a pessoa conhece a sua trajetória ou acreditam que a autoridade construída fora daquele post será suficiente para sustentar a mensagem.

Só que a próxima pessoa a encontrar o seu conteúdo pode não saber absolutamente nada sobre você.

E isso coloca uma pergunta interessante antes de publicar:

Se este for o primeiro contato de alguém comigo, esta ideia se sustenta sozinha?

Não significa colocar toda a sua experiência em cada publicação ou transformar todo post numa apresentação sobre quem você é.

Significa conseguir transformar aquilo que sabe numa ideia clara e relevante o suficiente para fazer alguém pensar: “Quero ouvir mais desta pessoa.”

O Instagram pode criar a oportunidade do encontro.

O conteúdo precisa dar à pessoa um motivo para ficar.

Porque ter poucos seguidores não obriga você a ter pouco alcance.

Mas nenhum algoritmo consegue transformar uma ideia irrelevante numa ideia que vale a pena acompanhar.

Partilha este vídeo.

10/09/2026

Por que algumas pessoas extremamente competentes travam justamente quando precisam mostrar o que sabem?

O medo de falar em público é mais comum do que pode parecer. Um estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Ciências Fonoaudiológicas da UFMG encontrou esse medo em cerca de 60% dos universitários avaliados.

E uma pesquisa realizada com três mil participantes no Reino Unido chegou a um resultado ainda mais curioso: falar em público apareceu como um medo declarado superior até ao medo da própria morte.

Mas os números contam apenas uma parte da história.
Porque duas pessoas podem sentir o coração acelerar, as mãos suarem ou a voz tremer diante de uma apresentação e, ainda assim, existir algo completamente diferente por trás dessas reações.

Para uma, pode ser o medo de errar. Para outra, de ser julgada. De parecer incompetente. De não conseguir responder. Ou simplesmente o desconforto de perceber: “agora estão todos olhando para mim.”

Por isso, nem sempre dizer “tenha mais confiança” ou aprender técnicas de apresentação chega ao ponto que realmente precisa ser trabalhado.

Há uma diferença entre não saber falar e saber o que dizer, mas travar quando chega a hora de ser vista.

E quando esse medo começa a fazer você recusar oportunidades, esconder ideias, evitar apresentações ou ficar em silêncio mesmo tendo algo importante para dizer, vale a pena olhar para ele com mais profundidade.

Se você está cansada de saber que é competente e, mesmo assim, travar quando precisa se expor, me envia uma mensagem. Eu posso te ajudar a trabalhar esse bloqueio.

Por que é tão difícil mudar alguns comportamentos, mesmo quando você sabe exatamente o que deveria fazer diferente?Compr...
10/09/2026

Por que é tão difícil mudar alguns comportamentos, mesmo quando você sabe exatamente o que deveria fazer diferente?
Compreender racionalmente um padrão não significa, necessariamente, que aquilo que o sustenta mudou.
Você pode saber que é capaz e continuar evitando oportunidades. Pode entender que precisa organizar melhor o dinheiro e repetir os mesmos comportamentos financeiros. Pode reconhecer que a opinião dos outros não deveria determinar as suas decisões e, ainda assim, sentir o corpo reagir quando percebe que pode ser julgada.
Por isso que algumas mudanças funcionam durante alguns dias ou semanas e, depois, o comportamento antigo reaparece.
Muitas vezes tentamos resolver tudo no nível da ação: criar uma nova rotina, controlar a reação, estabelecer uma meta, obrigar-nos a fazer diferente.
Essas ferramentas podem ajudar. Também vale investigar que crença está dando sentido àquele comportamento.

“Eu nunca termino aquilo que começo.”
“Eu não sou boa falando em público.”

Uma frase repetida durante anos como uma descrição de quem você é, dificilmente basta dizer o contrário diante do espelho.
O trabalho passa por reconhecer essa crença, compreender de onde ela pode ter vindo, questionar a conclusão que foi construída e começar a produzir novas experiências e evidências que permitam uma interpretação diferente.
E há uma diferença importante entre fazer isso e simplesmente substituir “eu não consigo” por “eu consigo”.
Quando um comportamento continua voltando, em vez de perguntar apenas “por que eu faço isto?”, experimente também perguntar:

“O que eu preciso acreditar sobre mim para que este comportamento continue fazendo sentido?”

A resposta pode mostrar uma camada que você ainda não tinha observado.

Qual frase sobre você mesma você repete há tanto tempo que talvez tenha deixado de questionar se ela é realmente um fato?

09/09/2026

Por que você volta das férias descansada e, mesmo assim, sente aflição só de pensar numa reunião ou apresentação?

Porque nem todo bloqueio vem do cansaço. Você pode dormir melhor, desacelerar durante algumas semanas e voltar com mais energia, mas isso não significa que os padrões associados à exposição desapareceram.

Às vezes, basta imaginar o momento em que todos vão olhar para você para o corpo reagir: o estômago aperta, o coração acelera, as mãos suam, a voz parece que vai falhar.

E então surge a confusão: “Mas eu estava tão bem. Por que estou sentindo isto outra vez?”

O ponto importante é perceber que sentir essa reação e ser governada por ela são coisas diferentes.

Você pode sentir o desconforto e falar mesmo assim. Pode perceber o coração acelerado e apresentar a sua ideia. Pode reconhecer o medo de ser julgada sem transformar esse medo numa ordem para ficar calada.

É justamente essa distância entre o que você sente e o que decide fazer que pode ser trabalhada.

Porque competência não elimina automaticamente o medo de exposição. Há profissionais extremamente preparados que sabem exatamente o que querem dizer, mas ainda travam quando percebem que serão vistos, avaliados ou julgados.

E talvez o seu próximo passo não seja exigir de si mesma “mais confiança”, mas começar a entender o que acontece dentro de você quando chega a hora de ocupar espaço.

Se este é um tema que você quer compreender e trabalhar, me segue por aqui.

E conta-me nos comentários, você sentiu esse aperto quando voltou das férias? Em que situação ele apareceu?

08/09/2026

Duas pessoas podem passar pela mesma situação e vivê-la de formas completamente diferentes.

Uma crítica pode ser interpretada como uma oportunidade para melhorar ou como a confirmação de que “eu não sou boa o suficiente”. Um erro pode significar “preciso aprender” ou “eu nunca consigo fazer nada direito”. Uma rejeição pode ser entendida como uma resposta específica àquela situação ou transformar-se em “ninguém valoriza o que eu faço”.

O acontecimento pode ser o mesmo. O significado atribuído a ele muda a experiência e, muitas vezes, aquilo que fazemos a seguir.

E esses significados não surgem do nada. São influenciados pela nossa história, pelas experiências que tivemos, pelas crenças que construímos e pela forma como aprendemos a enxergar a nós mesmos, aos outros e ao mundo.

É por isso que autoconhecimento também passa por questionar as nossas próprias interpretações.

Nem tudo aquilo que você pensa sobre uma situação é necessariamente um fato. Às vezes, é uma leitura tão antiga e automática que você deixou de perceber que existe outra forma de olhar.

Não podemos controlar tudo o que nos acontece. Também não se trata de encontrar uma interpretação positiva para tudo.

Mas podemos aprender a perguntar:

“O que realmente aconteceu e que significado eu estou dando a isso?”

Às vezes, mudar essa resposta não muda o que aconteceu.

Muda o que aquilo passa a determinar na sua vida.

Uma das reflexões que mais ficaram comigo depois de ler O Ego é Seu Inimigo, do Ryan Holiday, foi perceber que o ego nem...
06/09/2026

Uma das reflexões que mais ficaram comigo depois de ler O Ego é Seu Inimigo, do Ryan Holiday, foi perceber que o ego nem sempre aparece como arrogância explícita.

Às vezes, ele aparece quando ainda nem chegamos lá.

Você tem uma ideia e sente vontade de contar. Começa um projeto e já imagina o reconhecimento. Faz planos, pesquisa, organiza, explica para todo mundo o que está construindo… e tudo isso pode dar uma sensação real de progresso.

Só que planejar não é executar. Falar sobre o trabalho não é fazer o trabalho. E parecer alguém que está construindo alguma coisa não significa que ela esteja, de fato, sendo construída.

No digital, precisamos ter ainda mais cuidado com isso porque a exposição consegue antecipar a recompensa. Podemos receber elogios, atenção e validação por uma intenção antes de termos produzido o resultado.

Isso não significa que você não deva comunicar os seus projetos. Eu trabalho com comunicação e posicionamento, portanto seria contraditório defender isso.

A questão é outra: a comunicação está acompanhando o trabalho ou está substituindo o trabalho?

Foi uma das perguntas que esta leitura me deixou.

E talvez seja uma boa pergunta para fazermos regularmente, principalmente quando estamos começando algo novo.

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