조주노

조주노 Juno is a Product Manager who specializes in Visual and UI/UX Design, Mobile, Front-End Web Developm

Juno is a Product Manager who specializes in Visual and UI/UX Design, Mobile, Front-End Web Development and Digital Media.

Mudar de canal não resolve quando o ecossistema de transmissão está quebrado.Decidi assistir à Copa em canais brasileiro...
06/13/2026

Mudar de canal não resolve quando o ecossistema de transmissão está quebrado.

Decidi assistir à Copa em canais brasileiros. A Fox Sports americana é sem sal e a Telemundo é o que mais se aproxima do nosso ritmo. Mas o choque real veio quando olhei para a tela de casa.

A falta de diversidade e de profissionalismo na nossa mídia grita.

Globo e CazéTV ignoram rostos pretos e amarelos na linha de frente. Parece que essa parcela da população simplesmente não existe no Brasil.

Para piorar, a falta de respeito virou “resenha”. Ver locutores fazendo piadinha com nomes de jogadores asiáticos é patético. Nossa cultura não dá o direito de ridicularizar o resto do mundo.

No streaming, o preço do sucesso é o jornalismo raso, comentários machistas e a apresentadora nitidamente desconfortável, sem espaço para reagir.

A mídia tradicional não escapa. Na GE TV, ver uma repórter soltar um “vá a merda” ao vivo mostra o nível. “Sacanagem”, “porra”, “nem fudendo”... Isso não é ser popular. É ignorar que famílias e crianças estão assistindo.

Existe um consenso preguiçoso de que, para falar com o Brasil, o conteúdo precisa ser vulgar e padronizado por baixo.

Há anos torço para países da Ásia e da África. Pelo ritmo das coisas, sinto que em breve os EUA serão campeões mundiais. Sabe por quê? Organização, estrutura e profissionalismo.

Engajamento em cima de preconceito e palavreado chulo é o caminho mais fácil.

Se você constrói produtos ou conteúdos, o framework precisa mudar:

1. Espelhamento: Seu painel reflete a demografia real ou só a bolha do escritório?

2. Respeito: Audiência barata por polêmica destrói o patrimônio da marca a longo prazo.

3. Popular ≠ Vulgar: Dá para ser vibrante sem apelar para o menor denominador comum.

O primeiro passo para um mercado equilibrado é parar de normalizar o que já deveria ter ficado no passado.

Boa sorte, Brasil. Vai precisar.

O design de interface mudou, mas tem gente que ainda acha que o jogo é desenhar retângulo no Figma.Esta semana estive no...
05/27/2026

O design de interface mudou, mas tem gente que ainda acha que o jogo é desenhar retângulo no Figma.

Esta semana estive no Lovable Founders Series.
Ver o que a galera está construindo 100% no Lovable abre a mente. E assusta quem está acomodado.

O nível de evolução da ferramenta nos últimos meses foi brutal.

Ficou claro que o mercado não quer mais apenas um protótipo bonito. Quer código funcional, rodando rápido.

Tanto que o movimento do mercado é óbvio: o Figma Make deve lançar algo muito similar ao Lovable Cloud em breve para tentar elevar o nível e não perder esse bonde.

O choque de realidade?

Em uma das novas startups criadas no evento, a conta fechou assim: gastar 5 mil dólares em tokens de IA é mais barato, rápido e preciso do que manter um time inteiro de devs e designers travados em processos legados.

A velocidade de entrega explodiu.

O conceito tradicional de “handoff” morreu.
Com um backend mais parrudo direto na ponta, o jogo agora é outro.

Se você é designer e seu único diferencial é dominar uma ferramenta de desenho, seu prazo de validade está correndo.

A IA não vai te substituir. Mas o designer que constrói de verdade vai.

Ferramenta não é diferencial. Execução é.
Quem constrói na velocidade do pensamento aprende mais e entrega mais.

Muito bom reencontrar amigos e conhecer tanta gente focada em fazer acontecer. Animado para ver o que essa nova safra de builders vai colocar no mundo.

E você? Vai continuar refinando pixel ou vai começar a buildar?

Será que é a pior influência para os seus filhos dentro de casa? 🧠Passamos o dia a discutir novas ferramentas, algoritmo...
05/17/2026

Será que é a pior influência para os seus filhos dentro de casa? 🧠

Passamos o dia a discutir novas ferramentas, algoritmos de retenção e inteligência artificial. Mas a verdade é que desenhamos produtos que tratam a atenção humana como mera mercadoria.

Se até nós, profissionais de tecnologia, sentimos o cérebro sequestrado pelo feed logo pela manhã, imagine o impacto em quem ainda está em desenvolvimento.

O problema não é a tecnologia. É o design feito exclusivamente para viciar.

A rolagem infinita e as notificações constantes criam um ciclo de dopamina idêntico ao de um casino. O utilizador acorda a meio da noite, mexe no telemóvel para tentar dormir, não consegue e continua ali preso.

Em minha casa, decidimos ir contra a corrente.
Não temos televisão, tablets, consolas ou ecrãs com personagens comerciais. Focamos no contacto real, olho no olho.

E a verdade desconfortável é que a proibição pura não funciona.

Temos de falar com os adultos na sala. O comportamento dos filhos é o espelho do ambiente. Não vale de nada impor regras se for o pai que não larga o feed, a tia viciada no WhatsApp ou o primo que não sai do jogo.

A minha esposa sugeriu mudarmos para “dumbphones” (aqueles telemóveis antigos, apenas com chamadas e SMS).
Fiquei a pensar: e se em vez de comprar outro aparelho, usarmos a engenharia do próprio smartphone com intenção?

Foi o que fiz. Configurei o meu telemóvel atual para rodar em “modo dumb” (como mostro na imagem):

• Totalmente em preto e branco (para cortar o estímulo visual agressivo)
• Sem notificações supérfluas
• Apenas apps utilitárias essenciais

A ciência mostra que o caminho é o diálogo e a intenção de uso, não o veto cego. Quando limpamos o ruído visual, a ansiedade motora diminui e o espaço para a criatividade analógica ressurge.

O nosso próximo passo? Um dia fixo por semana com detox digital total de 24 horas. Toda a semana. Sem ecrãs, 100% de presença.

Como builders, temos responsabilidade pelo comportamento que incentivamos no mundo. Mas, primeiro, pelo comportamento que demonstramos dentro da nossa própria casa.

O seu ecossistema familiar está desenhado para gerar ligação real ou distração crónica?

Marketing de comunidade não é sobre o que você vende. É sobre onde você senta.Essa foto resume o começo de um projeto ba...
05/15/2026

Marketing de comunidade não é sobre o que você vende. É sobre onde você senta.

Essa foto resume o começo de um projeto barulhento.
Mergulhei na operação da para treinar o time em e estruturar o Design System que vai sustentar as próximas grandes iniciativas da marca.

A teoria diz que Design System é sobre componentização e tokens.

A prática diz que é sobre cultura.

Não adianta criar a biblioteca perfeita se ela não conversa com a realidade de quem usa. E para entender essa realidade, você precisa entrar no universo deles.

No meu caso, o universo envolveu absorver a energia do time e até a cultura do “popiseiro” da . Agora eu olho para as telas no Figma e a trilha sonora já vem direto na cabeça.

Isso não está nos livros de design, mas é o que dita o ritmo da execução.

Ferramenta nenhuma resolve desalinhamento cultural. O que resolve é proximidade.

A montanha é alta, mas a fundação está sendo feita com o time jogando junto. Quem constrói junto, evolui junto.

Como você conecta o design com a cultura real da sua empresa?

salonline

A ferramenta não é o diferencial. O que importa é como você treina o seu olhar para construir com ela.Semana passada est...
05/04/2026

A ferramenta não é o diferencial. O que importa é como você treina o seu olhar para construir com ela.

Semana passada estive em Porto Alegre para o Design Summit 2026. Realizamos um Make-a-thon focado em Figma Make, colocando a mão na massa para transformar ideias em protótipos funcionais em tempo recorde.

O grande insight? A IA não faz o trabalho sozinha. Ela precisa de um designer que entenda de diretrizes, sistemas e, principalmente, de resolução de problemas.

Foi um dia de troca intensa com o time fera da (). Ver a evolução dos protótipos quando aplicamos as diretrizes corretas mostra que o futuro do design é sobre saber direcionar a ferramenta, e não apenas operar o software.

Gratidão Lou, Thiago, Rafa, Jose Luis pelo convite e pela organização impecável. E todo o time da@Getnet que participou.

Quem constrói, aprende mais. 🧠🔥

Hoje eu completei uma corrida.Mas não foi só isso.O tempo? 01:01:10Basicamente… só “01”.Na hora eu ri. Parece até cabalí...
03/29/2026

Hoje eu completei uma corrida.

Mas não foi só isso.

O tempo? 01:01:10
Basicamente… só “01”.

Na hora eu ri. Parece até cabalístico.
(E pra quem presta atenção nessas coisas… talvez não seja só coincidência.)

Mas aí me veio outra coisa:

Zero to One.



Correr é isso.

Você não sai forte.
Você sai.

E aprende no caminho:
• ritmo
• energia
• consistência



Na carreira, todo mundo fala de sair do zero.

Mas eu tenho pensado em outra coisa:

E depois?



Porque sair do zero é só o começo.

O difícil mesmo é:

sustentar o um.



Hoje eu não corri pra ganhar.

Corri pra provar que consigo começar.
E continuar.



Se você tá no zero hoje…

começa.

Mas lembra:
não é sobre ir rápido.

É sobre conseguir continuar.



carreira

03/25/2026

Estamos ao vivo no Tera AI Festival

Passar a manhã com o time do Digital Labs da Vivo foi daqueles encontros que fazem a gente sair com a cabeça fervendo de...
03/11/2026

Passar a manhã com o time do Digital Labs da Vivo foi daqueles encontros que fazem a gente sair com a cabeça fervendo de ideias.

Mais do que falar de ferramentas, a conversa foi sobre provocar o pensamento — empresas e profissionais precisam começar a se perguntar seriamente qual é o papel humano em um mundo onde a IA estará presente em praticamente tudo.

Falamos bastante sobre o que está emergindo agora:

• Figma Make e a transformação do design em um ambiente mais programável
• Como MCP Servers podem conectar ferramentas e empresas — do Figma MCP a MCPs de plataformas como Atlassian ou Notion
• E como ferramentas como Claude, Copilot e outras já começam a interagir diretamente com interfaces de design e UI

O ponto central é simples, mas duro de ouvir:

Se um PM, Dev ou Designer estiver fazendo exatamente a mesma coisa que fazia até ontem, existe uma grande chance de perder espaço nos próximos meses.

Mas se essas mesmas pessoas aprenderem a jogar o novo jogo — entender como construir produtos, sistemas e experiências nesse novo contexto — então a IA deixa de ser ameaça e vira amplificação de capacidade.

Obrigado demais ao pelo convite e à Andrea pela organização impecável que garantiu que tudo fluísse super bem.

E principalmente obrigado ao time da Vivo pelas perguntas, curiosidade e abertura para discutir essas mudanças.

Como sempre: minha caixa de perguntas continua aberta.

Passei o dia inteiro gravando hoje.Vem coisa boa por aí para quem quer aprender a dominar algumas das ferramentas de IA ...
03/10/2026

Passei o dia inteiro gravando hoje.

Vem coisa boa por aí para quem quer aprender a dominar algumas das ferramentas de IA mais poderosas que estão surgindo agora.

A ideia é simples: mostrar na prática como usar essas ferramentas para trabalhar melhor, criar mais rápido e se tornar um profissional muito mais relevante no mercado.

Em breve conto mais. 👀

I have to confess: I’ve got a big head.Like… actually big. 🧠😅Because of that, not every cap works for me.Most of the hat...
01/22/2026

I have to confess: I’ve got a big head.
Like… actually big. 🧠😅

Because of that, not every cap works for me.
Most of the hats I’ve gotten from over the years are baseball-style, curved brim — and they never really sit right.

This Figma patch, though?
I got it years ago at Config. It’s been living on a tote bag ever since.

Today I decided to give it a second life.

I ripped it off the tote and stitched it onto a flat-brim cap that actually fits my head — and, honestly, fits my daily life way better.

Feels good to turn something you love into something you’ll actually use.

What do you think?

Address

760 Market Street
San Francisco, CA
94102

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