07/07/2026
A eliminação do Brasil e o preço oculto de não ter um “craque” na sua empresa.
Se você está acompanhando a Copa do Mundo de 2026, já percebeu um padrão inquebrável sobre alta performance: na hora do sufoco, é o talento sênior quem decide o jogo.
Mbappé na França, Messi na Argentina, Harry Kane na Inglaterra, Haaland pela Noruega. Os craques chamam a responsabilidade e resolvem. Do outro lado, o reflexo inverso: a ausência da nossa principal estrela (Vini Jr.) na cobrança do pênalti decisivo custou a eliminação do Brasil.
Como estrategista de negócios, eu vejo essa mesma dinâmica eliminar empresas do mercado todos os dias.
Muitas organizações, na tentativa de otimizar custos, entregam projetos vitais, estratégias milionárias e a expansão da marca nas mãos de profissionais inexperientes ou agências sem bagagem.
Na “fase de grupos” do mercado — quando a economia está bem e as vendas fluem —, o impacto não é visível. Mas no “mata-mata” corporativo, o cenário muda:
🔹 Na hora da crise de imagem...
🔹 No momento de fechar um contrato decisivo...
🔹 Na hora de reposicionar a marca diante da concorrência...
É nessa hora do “vamos ver” que a falta de um talento sênior cobra o seu preço. O conhecimento acumulado de um especialista garante a frieza necessária para colocar a bola na rede quando a pressão é absoluta. Na gestão de alto nível, economizar na peça-chave é o caminho mais rápido para o fracasso corporativo.
E na sua operação hoje: quando o jogo aperta, quem está cobrando o pênalti decisivo? Deixe sua visão aqui nos comentários! 👇
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